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17 - ALFA - HIDROXI PROGESTERONA
Código: 17ALF
Material: soro
Sinônimo: 17 OHP
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Radioimunoensaio
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum de 8 horas. Em mulheres adultas, anotar dia do ciclo menstrual. Se o exame nao for realizado no mesmo dia congelar a amostra.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico da Hiperplasia Adrenal Congenita, deficiencia da 21-hidroxilase, diagnóstico de hirsutismo e infertilidade feminina; monitoramento terapeutico. A 17 - alfa - hidroxiprogesterona (17-OHP) ?um esteróide intermediário na biossíntese do cortisol. Valores aumentados: hiperplasia adrenal congenita (genitália ambígua nas meninas e macrogenitossomia nos meninos), em alguns casos de neoplasias adrenais ou ovarianas. Valores diminuídos: pseudohermafroditismo masculino, doença de Addison, tratamento com esteróides (cortisona, hidrocortisona). Alguns casos de deficiencia de 21 - hidroxilase de início adulto podem resultar em valores basais normais da 17 - alfa - hidroxiprogesterona, sendo encontrados aumentos exacerbados com o estímulo por ACTH
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Homens : 0,87 a 3,12 ng/mL
Mulheres:
Fase Folicular : 0,34 a 0,96 ng/mL
Fase Lútea : 1,30 a 3,53 ng/mL
contrac. orais : 0,14 a 0,71 ng/mL
pos-menopausa : 0,19 a 1,02 ng/mL
Pr?Puberdade:
1 mes a 1 ano : 0,97 a 34,31 ng/mL
1 a 11 anos : 0,10 a 1,39 ng/mL
17 - ALFA - HIDROXI PROGESTERONA - NEONATAL
Código: 17NEO
Material: papel de filtro - sangue total
Sinônimo: 17 OHP NEO
Volume: Preencher o circulo do Papel Filtro
Volume Lab: Gotas de sangue embebido em papel filtro
Método: Imunofluorimétrico
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Sangue total em papel filtro (Schleicher & Schuell) vazada nos dois lados do papel. Preencher totalmente os quatro círculos. Deixar secar a gota e envolver em papel alumínio.
Interpretaçao: Ver Teste do Pezinho. Doença : Hiperplasia adrenal congenita Produçao de hormônios em grandes quantidades pela hipófise, resultando na estimulaçao demasiada da glândula adrenal. Os androgenios secretados durante o desenvolvimento do feto feminino podem causar a masculinizaçao da genitália externa; no feto masculino os órgaos sexuais apresentam-se normais, mas a precocidade sexual torna-se aparente alguns meses depois. Nos indivíduos afetados h?crescimento acelerado e maturaçao óssea precoce, de modo que a estatura baixa ?o resultado típico final
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: 17 Hidroxiprogesterona : Menor que 40,0 ng/mL
17 - CETOESTERÓIDES
Código: 17KS
Material: urina 24 horas
Sinônimo: 17-KS
Volume: 20.0 mL
Volume Lab: 20.0 mL
Método: Colorimétrico
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar a urina de 24 horas (vide intruçao de coleta) Misturar e enviar aliquota para teste ( 50,0 mL). Registrar o volume coletado. Frascos com HCl 50% (20 mL) por litro
Interpretaçao: Uso: teste utilizado para diagnóstico de funçao adrenal e testicular em homens. Valores aumentados: carcinomas adrenais, uso de ACTH, tumores testiculares, síndrome de Cushing, síndrome adrenogenital, arrenoblastoma e tumor uterino do ovário (se androgenico), stress agudo, terceiro trimestre de gravidez, administraçao de testosterona, cromógenos urinários nao específicos. Valores diminuídos: doença de Addison, pan-hipopituitarismo, hipotireoidismo, nefrose, hipogonadismo masculino, agenesia ovariana primária.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Crianças:
At?1 ano : 0,0 a 1,0 mg/24h
1 a 4 anos : 0,0 a 2,0 mg/24h
5 a 8 anos : 0,0 a 3,0 mg/24h
8 a 12 anos : 3,0 a 10,0 mg/24h
13 a 16 anos : 5,0 a 12,0 mg/24h
Homem : 6,0 a 22,0 mg/24h
Mulher : 4,0 a 16,0 mg/24h
1. Entenda sua fatura
Código: NGPCR
Material: urina 1o jato
Sinônimo: Neisseria
Volume: 20,0 mL urina
Volume Lab: 20,0 mL urina
Método: PCR (Reaçao em Cadeia pela Polimerase) Roche - Amplicor

Rotina: Nao informado.
Resultado: Nao informado.
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Urina - 1o jato ou nao urinar 2 horas anteriores a coleta. Para análise pode também ser raspado uretral e endocervical, coletar em meio de transporte especial.

Interpretaçao: A PCR para Neisseria gonorrhoeae (agente etiológico responsável pela gonorréia) ?um teste bastante sensível que permite a detecçao desta bactéria em materiais como urina de 1o jato ou secreçoes, sendo mais específico que a bacterioscopia e mais rápido que a cultura.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
17 - OH CORTICOSTERÓIDES
Código: 17OH
Material: urina 24 horas
Sinônimo: 17- Hidroxicorticosteróides
Volume: 20.0 mL
Volume Lab: 20.0 mL
Método: Colorimétrico
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Frascos com HCl 50% (20 mL) por litro. Coletar a urina de 24 horas. Misturar e enviar aliquota para teste ( 50,0 mL). Registrar o volume coletado.
Interpretaçao: Uso: teste de funçao adrenocortical; avaliaçao da produçao de glicocorticóides e funçao neuroendócrina, funçao testicular e adrenal e da secreçao androgenica adrenal em mulheres. Metabólitos urinários de glicocorticóides podem ser mensurados por 17-KS e 17-OH. Valores aumentados: síndrome de Cushing, stress significativo, síndromes adrenogenitais (deficiencias de 11 e 21 hidroxilase). Valores diminuídos: doença de Addison, hipopituitarismo, cretinismo. Interferentes: acetazolamida +, colchicina +, digitálicos +, eritromicina +, hidroxizina +, menadiona +. As amostras devem ser corretamente coletadas em seus volumes e tempos.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Criança
At?1 ano : at?1,0 mg/24h
1 a 4 anos : at?2,0 mg/24h
5 a 9 anos : at?3,0 mg/24h
9 a 16 anos : 2,5 a 10,0 mg/24h
Homem : 6,0 a 15,0 mg/24h
Mulher : 9,0 a 22,0 mg/24h
Valor de referencia alterado no dia 03/05/2004
2,5 HEXANODIONA URINÁRIO
Código: HXD
Material: urina do final da jornada de trabalho
Sinônimo:
Volume: 50,0 mL
Volume Lab: 50,0 mL
Método: Cromatografia gasosa
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar a urina, se nao for realizado o exame no mesmo dia, manter a amostra refrigerada e bem vedada.
Interpretaçao: Uso: na monitoraçao da exposiçao tóxica ao n-hexano, solvente de colas, polidores, tintas e outros (utilizados em indústrias farmaceuticas, texteis e em geral). Valores aumentados: açao tóxica do n-hexano, clinicamente apresentada com neuropatia periférica, distonia muscular e perda de sensibilidade tátil. Deve-se preferencialmente coletar a amostra no final do expediente do último dia trabalhado na semana.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: IBMP*: at?5,0 mg/g de creatinina.
*Índice Biológico Máximo Permitido (NR-7).
3 - ALFA ANDROSTANEDIOL GLUCORONIDE
Código: 3ALFA
Material: soro
Sinônimo: Androstenediol, 3 alfa diol
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Radioimunoensaio
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum nao necessário.
Interpretaçao: Uso: marcador da atividade androgenica, o 3 - alfa diol glucoronídeo ?utilizado para o diagnóstico e a terapeutica do hirsutismo, acne em mulheres e hipogonadismo masculino. O 3 - alfa - androstenediol glucoronídeo ?o principal metabólito periférico da dehidrotestosterona (DHT). Valores aumentados: hirsutismo idiopático (com níveis normais de testosterona), aumento da atividade da 5 - alfa - redutase (levando ao aumento da DHT), hirsutismo associado a ovário policístico, acne (em mulheres).
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Mulheres Pr?menopausa : 0,50 a 5,40 ng/mL
Mulheres Pós-menopausa : 0,10 a 6,00 ng/mL
Homens : 3,40 a 22,00 ng/mL
ACANTHAMOEBA - Pesquisa
Código: ACANT
Material: Raspado de córnea
Sinônimo:
Volume: Raspado de córnea
Volume Lab: Raspado de córnea
Método: Microscopia , contraste de fase
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Ambiente
Coleta: Raspado de córnea, conforme instruçao do médico solicitante.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico da ceratite por Acanthamoeba (pesquisa em biópsia ou raspado de córnea), diagnóstico de contaminaçao de lentes de contato em raspado de olho ou conjuntival, na encefalite por Acanthamoeba (pesquisa no líquor ou biópsia cerebral). As infecçoes por Acanthamoeba spp. ocorrem em pacientes imunossuprimidos, estando normalmente associadas ao uso de piscinas, rios, lagos (?um organismo comum na natureza). O diagnóstico pode ser feito através de análise com contraste de fase em LCR. Os casos mais recentes de ceratite por Acanthamoeba foram associados ao uso de lentes de contato.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Negativa
ACANTÓCITOS - Pesquisa
Código: ACAN
Material: Sangue total com EDTA
Sinônimo:
Volume: 3.0 mL de sangue total com EDTA
Volume Lab: 3.0 mL
Método: Esfregaço de sangue Total com EDTA
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Ambiente
Coleta: Incluir 3 esfregaços em lâmina
Interpretaçao: Uso: acantócitos sao hemáceas (eritrócitos) espiculadas irregulares, encontradas em pacientes contendo uma deficiencia congenita de beta-lipo-proteínas. Estes pacientes também apresentam graves perturbaçoes neurológicas. Células semelhantes podem ser observadas em pacientes com grave disfunçao hepato-celular.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Negativa
ACETILCOLINA - Anticorpo anti-receptor de Acetilcolina
Código: ACET
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 3.0 mL
Volume Lab: 2.0 mL
Método: Radioimunoensaio
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Amostra congelada
Coleta: Coletar sangue, separar o soro. Se o exame nao for realizado no mesmo dia, congelar a amostra.
Interpretaçao: Uso: confirmaçao diagnóstica de Miastenia Gravis, monitoramento do tratamento com drogas imunossupressivas. A Miastenia Gravis ?uma patologia degenerativa neuromuscular, ocorrendo em todas as idades, as vezes associada a timoma, lupus ou artrite reumatóide, entre outros. Sua sintomatologia est?associada ao dano autoimune contra receptores de acetilcolina pós-sinápticos. Estes anticorpos estao primariamente associados a reduçao do número de receptores de acetilcolina viáveis, embora também possa se determinar atividade imune celular contra os mesmos. Nao h?correlaçao entre condiçao clínica e títulos de anticorpos contra receptores de acetilcolina. Os anticorpos estao presentes em 87% dos pacientes com MG generalizada, 63% com a doença em sua forma ocular, e 58% dos pacientes com MG em remissao. Interferentes: hemólise, lipemia, uso recente de radiocontrastantes, amostra plasmática, azatioprina, corticosteróides, clorambucil, corticotropina, ciclofosfamida, ciclosporina, mercaptopurina, timectomia prévia, terapia imunossupressiva, plasmaferese, hemodiálise, esclerose amiotrófica lateral.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Normais : at?0,15 nmol/L
Outras doenças autoimunes : at?0,25 nmol/L
Indeterminados : 0,25 a 0,40 nmol/L
Miastenia Gravis : 0,40 a 1500,00 nmol/L
ACETONA
Código: ACETO
Material: Urina do final da jornada de trabalho
Sinônimo:
Volume: 30.0 mL
Volume Lab: 50.0 mL
Método: Cromatografia gasosa
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar 50 mL de urina, jato médio, pode ser coletada no final de jornada de trabalho em frasco descartável, horário de coleta nao ?critico.
Interpretaçao: Fontes de Intoxicaçao : Acetona ?utilizada como dissolvente de esmalte e colas para plásticos. Açao tóxica : Congestao pulmoar, dispnéia, torpor e edema.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: IBMP*: at?50,0 mg/L
*Índice Biológico Máximo Permitido (ACGIH/2005).
ÁCIDO 2 - TIO - TIAZOLIDINA 4 - CARBOXILICO
Código: TIAZO
Material: Urina do final da jornada de trabalho
Sinônimo: TTCA
Volume: 50,0 mL
Volume Lab: 50,0 mL
Método: Cromatografia liquida de alto desempenho
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar urina no final do último dia de jornada de trabalho, em recipiente plastico, vedar e refrigerar. --> Nao comer couve flor ou repolho pelo menos 1 semana antes do exame.
Interpretaçao: Uso : Nivel de intoxicaçao através da exposiçao ao Dissulfeto de carbono.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Nao expostos: 1,0 mg/g creatinina
IBMP : 5,0 mg/g creatinina
ÁCIDO 5 HIDROXI INDOL ACÉTICO
Código: 5 HID
Material: Urina 24 horas
Sinônimo: 5-HIAA, Metabólito de serotonina
Volume: 10.0 mL
Volume Lab: 10.0 mL
Método: Cromatografia líquida
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Refrigerada
Coleta: Coletar urina de 24 horas em frasco contendo HCl a 50%, 20 mL por litro de urina ( ver instruçoes de coleta detalhada abaixo). Durante a coleta , o paciente dever?permanecer sem uso de qualquer tipo de medicamento ( ac. homogentísico , L-dopa, salicilatos, isoniazida, morfina, acetominofen, fenotiazinas , xaropes para tosse com gliceril guacolato) . Alimentos que interferem e devem ser evitados : abacate, ameixa, banana, beringela, picles, nozes, tomate. Manter em refrigerador entre 2 e 8 graus C. Tres Dias Antes da Coleta: Suspender o uso de medicamentos, se possível dispens?los. Caso os medicamentos nao possam ser suspensos, conversar com o Laboratório ou seu Médico. Os medicamentos que mais interferem sao: acetaminofeno, salicilatos, fenacetina, xaropes para tosse, naproxeno, mefenesina, metocarbamol, imipramina, isoniazida, inibidores da MAO, metenamina, metildopa, fenotiazina. Dia Anterior a Coleta : Evitar a ingestao dos medicamentos acima, e dos seguintes alimentos: banana, abacate, chocolates, berinjela, tomates, amendoim, kiwi, abacaxi, ameixa, nozes e bebidas alcoólicas. O ideal seria passar a véspera da coleta e a data da coleta com a ingestao de canja ou ch?com bolachas. Observaçoes: Manter o frasco com a Urina de 24 horas sob refrigeraçao Coletar todo o volume de urina emitido em 24 horas (as 8:00 hs do dia da coleta, urinar e desprezar este volume; após, coletar todo o volume at?as 8:00 hs do dia seguinte; as 8:00 hs urinar novamente e juntar o volume ao frasco de coleta).
Interpretaçao: Uso: diagnóstico de tumores carcinóides de células enterocromafins e de síndrome carcinóide. O ácido 5 hidroxi indol acético (5-HIAA) ?o principal metabólito urinário da serotonina (produto final do metabolismo do triptofano). A serotonina (5-hidroxitriptamina) ?produzida pelas células enterocromafins, localizadas no trato gastrointestinal e, em menor grau, na mucosa brônquica, trato biliar e gônadas. Seus efeitos principais sao a vasodilataçao e agregaçao plaquetária. Os tumores carcinóides sao capazes de produzir uma série de substâncias, como histamina, triptofano, peptídeo intestinal vasoativo, alguns hormônios, dependendo de sua localizaçao e do processo fisiopatológico envolvido. Contudo, sao a serotonina sérica e o 5-HIAA urinário os marcadores com maior desempenho no seu diagnóstico, bem como no diagnóstico da síndrome carcinóide, produzida pela liberaçao destas duas substâncias em quantidades consideráveis na circulaçao, com o aparecimento de diarréia, flush cutâneo, hipotensao e taquicardia. Valores aumentados: tumores carcinóides, síndrome carcinóide, quadros mal absortivos (como espru, doença celíaca, doença de Whipple e fibrose cística, por exemplo), obstruçao intestinal crônica. Valores diminuídos: doenças depressivas, ressecçao intestinal, mastocitose, fenilcetonúria, doença de Hartnup. Limitaçoes: o 5-HIAA pode ser encontrado dentro dos parâmetros da normalidade mesmo em pacientes com tumores carcinóides e at?síndrome carcinóide (especialmente na ausencia de diarréia), dependendo da situaçao fisiopatológica envolvida, como localizaçao, metabolismo anômalo da serotonina, etc. Interferentes: alguns medicamentos e alimentos podem elevar o 5-HIAA urinário falsamente, como acetaminofen, acetanilida, cafeína, cumarínicos, diazepam, efedrina, fluorouracil, guaiacolatos, anfetaminas, naproxeno, fenacetina, fenobarbital, fentolamina, rauwolfia, reserpina, abacate, bananas, abacaxi, tomates, nozes e amendoins, castanhas, etc. Outros medicamentos podem diminuir o 5-HIAA, como aspirina, clorpromazina, corticotropina, etanol, ácido gentísico, ácido homogentísico, hidrazina e derivados, imipramina, levodopa, inibidores da MAO, metenamina, metildopa, percloperazina, fenotiazinas, promazina, prometazina. Tais substâncias nao devem ser ingeridas nos 3 dias que antecedem a coleta do material, para a obtençao de resultados confiáveis.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: 2,0 a 10,0 mg/24 horas
ACIDO CÍTRICO
Código: ACCIT
Material: Esperma
Sinônimo: Acido cítrico no esperma
Volume: 1,0 mL
Volume Lab: 2.0 mL
Método: Químico
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Amostra congelada
Coleta: Nao ?necessário abstinencia sexual. O material deve ser encaminhado imediatamente após a coleta para o setor de realizaçao do exame.
Interpretaçao: Uso: avaliaçao da infertilidade masculina; avaliaçao da funçao espermática. A frutose e o ácido cítrico sao compostos metabólicos essenciais para a funçao espermática. Suas dosagens avaliam a funçao da próstata e da vesícula seminal. A frutose ?uma substância dependente de andrógenos, produzida nas vesículas seminais, e níveis diminuídos no esperma podem indicar ausencia ou obstruçao dos vasos deferentes ou vesículas seminais. O ácido cítrico ?secretado pela próstata, e est?ligado a capacidade de coagulaçao e liquefaçao seminal, além de potencializar atividade de enzimas como a hialuronidase. Níveis diminuídos podem estar associados a prostatites em geral.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: 3,7 a 4,8 mg/dL
ÁCIDO DELTA AMINO LEVULÍNICO
Código: AL
Material: Urina do final da jornada de trabalho
Sinônimo: ALA-U
Volume: 20.0 mL
Volume Lab: 20.0 mL
Método: Espectrofotometria
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar urina em recipiente de plástico. Proteger da luz, refrigerar.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico de porfirias; diagnóstico de intoxicaçao por chumbo ou mercúrio; auxilio no diagnóstico de desordens hepáticas. Valores aumentados: intoxicaçao por chumbo ou mercúrio, porfiria aguda (porfiria aguda intermitente, coproporfiria hereditária, porfiria variegata), porfiria cutânea tardia, câncer hepático, hepatite. Interferentes: barbituratos +, griseofulvina +, vitamina E +.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: VR*: at?4,5 mg/g de creatinina
IBMP**: at?10,0 mg/g de creatinina
*Valor de Referencia para pacientes nao expostos.
**Índice Biológico Máximo Permitido (NR-7).
ÁCIDO FENILGLIOXÍLICO
Código: AF
Material: Urina do final da jornada de trabalho
Sinônimo: Estireno
Volume: 50.0 mL
Volume Lab: 50.0 mL
Método: Cromatografia líquida
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar após jornada de trabalho
Interpretaçao: Uso: indicador biológico de exposiçao ao estireno. O estireno ?um composto líquido, incolor e viscoso, altamente reativo, e de grande poder de polimerizaçao e oxidaçao, muito utilizado em indústrias que utilizem polímeros, especialmente indústrias de produçao de plásticos, resinas e embalagens. Sua absorçao pelo organismo ocorre por via respiratória, dérmica ou por ingestao. Sua distribuiçao ocorre no fígado, rins, pulmoes, cérebro, baço e tecidos adiposos. Sua excreçao ?realizada pelos rins, na forma de ácido mandélico e ácido fenilglioxílico. Casos de toxidez aguda sao associados a implicaçoes no sistema nervoso central, com cefaléia, vertigem e astenia, além de irritaçao de mucosas, especialmente oculares e respiratórias. A exposiçao crônica pode provocar açao depressiva nervosa, tanto central como periférica, além de distúrbios gastrointestinais, hepáticos e renais e processos irritativos mucosos, além de potencial risco ao feto, no caso de exposiçao a gestantes. Os níveis de exposiçao ao estireno podem ser indiretamente acessados pela determinaçao urinária de ácido fenilglioxílico e ácido mandélico.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: IBMP*: at?240,0 mg/g de creatinina
*Índice Biológico Máximo Permitido (NR-7).
ÁCIDO HIPÚRICO
Código: HIPUR
Material: Urina do final da jornada de trabalho
Sinônimo: Tolueno
Volume: 50.0 mL
Volume Lab: 50.0 mL
Método: Cromatografia liquida de alto desempenho
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar 50.0 mL de urina após jornada de trabalho. Refrigerar a amostra.
Interpretaçao: Uso: Indicador biológico de exposiçao ao tolueno. Interpretaçao: O ácido hipúrico e o ácido metil hipúrico sao os principais metabólitos do tolueno e xileno, respectivamente. Processos de exposiçao ocupacional a estes solventes orgânicos podem ser monitorados pelo seguimento da excreçao destes compostos na urina. Embora o ácido hipúrico seja marcador de exposiçao ao tolueno, outros compostos como o estireno, o etilbenzeno e mesmo alguns conservantes alimentares podem estar associados ao aumento de seus níveis urinários. Como ?prontamente excretado na urina, os níveis séricos de ácido hipúrico podem ser utilizados como bons marcadores de funçao renal. A dosagem de ácido hipúrico e metil hipúrico ?realizada por cromatografia líquida de alta pressao (HPLC), em amostra urinária de fim de turno de trabalho após, pelo menos, dois dias de trabalho consecutivos, conservada em refrigerador e enviada ao laboratório para análise. O tolueno e/ou o xileno podem ser encontrados na maioria dos solventes utilizados na indústria, especialmente em colas e combustíveis. Trabalhadores expostos a estas substâncias podem desenvolver sinais e sintomas compatíveis com intoxicaçao. Sua absorçao pode ocorrer por inalaçao, ingestao ou absorçao dérmica. Normalmente os sintomas desaparecem em alguns dias após o afastamento do indivíduo da fonte contaminante, especialmente nos casos de toxicidade aguda. O diagnóstico ?realizado juntando dados clínicos, epidemiológicos e laboratoriais, com o uso dos marcadores urinários e eventualmente séricos.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: VR*: at?1,5 g/g de creatinina
IBMP**: at?2,5 g/g de creatinina
*Valor de Referencia para pacientes nao expostos.
**Índice Biológico Máximo Permitido (NR-7).
BAAR - Cultura
Código: CBAAR
Material: escarro
Sinônimo: Cultura de bacilos de Koch, Bacilo Alcool ácido
Volume: Todo volume colhido de escarro e LCR, urina prefer
Volume Lab: Escarro, urina ( 3 amostras )
Método: Semeadura em meio de Lowenstein-Jensen
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Amostra coletada em 3 dias consecutivos ou alterados. O material deve ser colhido em frasco de tampa rosqueável. Ver Manual de Coletas Especiais.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico de processos infecciosos causados por micobactérias. As infecçoes causadas por micobactérias tem aumentado sua incidencia devido ao aumento no número de casos de imunodeficiencia e ao desenvolvimento de resistencia aos quimioterápicos observado na atualidade. Processos patológicos causados por estes microorganismos sao de difícil diagnóstico, devido a característica crônica e inespecífica do processo e a dificuldade de isolamento do germe nos locais afetados. Micobactérias sao microorganismos exigentes, e seu cultivo demanda muitos cuidados, que oneram seu custo e condicionam a culturas geralmente muito demoradas. Contudo, a cultura para BAAR oferece sensibilidade adicional a abordagem diagnóstica, além de servir como subsídio epidemiológico. Clinicamente, a opçao de pesquisa de micobactérias por PCR melhorou a capacidade do laboratório em responder com boa sensibilidade e maior rapidez a necessidade diagnóstica. Os materiais empregados podem ser variados, desde escarro, sangue, urina, biópsia, etc.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Negativa
BAAR - Pesquisa
Código: PBAAR
Material: escarro
Sinônimo: Bacilos álcool-ácido resistentes, Baciloscopia
Volume: Volume colhido
Volume Lab: Volume coletado
Método: Coloraçao Ziehl-Neelsen
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: -
Interpretaçao: Uso: diagnóstico de processos infecciosos causados por micobactérias. As infecçoes causadas por micobactérias tem aumentado sua incidencia devido ao aumento no número de casos de imunodeficiencia e ao desenvolvimento de resistencia aos quimioterápicos observado na atualidade. Processos patológicos causados por estes microorganismos sao de difícil diagnóstico, devido a característica crônica e inespecífica do processo e a dificuldade de isolamento do germe nos locais afetados. A opçao de pesquisa de micobactérias por PCR melhorou a capacidade do laboratório em responder com boa sensibilidade e maior rapidez a necessidade diagnóstica. Os materiais empregados podem ser variados, desde escarro, sangue, urina, biópsia, etc.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Negativa
Positivo : presença de B.A.A.R
A Pesquisa de BAAR, compreende as pesquisas de
Mycobacterium tubercolosis e Mycobacterim leprae.

*** Outras tecnicas disponiveis em nossa rotina***
1. Detecçao de M. tuberculosis por PCR
2. Pesquisa de anticorpos (Sorologia), útil em
todas situaçoes clinicas e principalmente na Tu -
berculose extra pulmonar.
BACILO DIFTÉRICO METACROMÁTICO
Código: BACD
Material: secreçao orofaringe
Sinônimo:
Volume: Suficiente para confecçao de 2 lâminas (esfregaço)
Volume Lab: Suficiente p/ confecçao de 2 lâminas (esfregaço)
Método: GRAM, Layborn
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: -
Interpretaçao: Uso: auxiliar no diagnóstico da difteria. A difteria ?uma patologia causada pelo Corynebacterium diphteriae, caracterizando-se por inflamaçao na faringe, febre, fadiga e formaçao de pseudomembrana típica, que interfere com a via respiratória, coraçao, sistema nervoso e rins pela formaçao de toxina diftérica. Seu diagnóstico ?geralmente clínico, mas a pesquisa de bacilos metacromáticos cuidadosamente coletados a partir da face anterior da pseudomembrana pode ser um importante auxiliar diagnóstico. O cultivo de corinebactérias ?possível, mas seu uso clínico ?bastante reduzido.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Identificaçao presuntiva - Caracteres morfologicos
Bacilos com Granulaçoes Metacromaticas - BGP
BARREIRA HEMATO - ENCEFALICA
Código: BHEMATOC
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Nefelometria
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Líquor coletado pelo médico assistente.
Interpretaçao: Uso: A dosagem dos níveis de albumina no LCR sao usados principalmente para avaliar a integridade da barreira hematoencefálica. O grau de permeabilidade pode ser avaliado dosando a albumina no LCR e soro ao mesmo tempo
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Albumina no líquor : at?35,0 mg/dL
Albumina no soro : 3,5 - 5,0 g/dL
IgG no líquor : 0,3 - 3,0 mg/dL
IgG no soro : 672 - 1440,0 mg/dL (adulto)
Índice de IgG : at?0,8
Síntese de IgG : at?3,3
BETA CAROTENO
Código: CAROT
Material: soro
Sinônimo: Caroteno
Volume: 3.0 mL
Volume Lab: 3.0 mL
Método: Colorimétrico - Sobel & Snow (modificado)
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Congelar
Coleta: 2,0 mL de soro, congelado com proteçao da luz.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico diferencial de icterícia; triagem para estados de m?absorçao de gorduras. A vitamina A (retinol) ?um álcool de alto peso molecular, ingerido sob a forma pr?formada ou sintetizado a partir de carotenóides vegetais, em especial o beta-caroteno. A vitamina A ?essencial para a funçao retinal normal, exercendo papel fundamental no crescimento e diferenciaçao de células (especialmente as células epiteliais), além de participar em processos de cicatrizaçao. Devido ao seu papel na diferenciaçao e crescimento celular, postula-se um papel para a vitamina A na prevençao do câncer e papel antioxidante. Valores aumentados: hipercarotenemia (carotenoderma), diabetes mellitus, mixedema, nefrite crônica, síndrome nefrótica, doença hepática, hipotireoidismo, hiperlipoproteinemias. Valores diminuídos: condiçoes que induzam a m?absorçao intestinal de gorduras; hipovitaminose A.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: 50,0 a 250,0 mcg/dL

Rotina em desenvolvimento
BILIRRUBINAS
Código: BILI
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 2.0 mL de soro
Volume Lab: 2.0 mL
Método: Enzimático/automatizado
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum nao obrigatório. O soro deve ser protegido da luz. Deve ser suspensos medicamentos a base de anfotericina B, Levodopa, Nitrofurantoína e Piroxicam.
Interpretaçao: Uso: investigaçao e monitoramento de doenças e condiçoes hepatobiliares e hemolíticas. A bilirrubina total compreende a fraçao conjugada, nao conjugada e delta. A bilirrubina direta compreende a fraçao delta e conjugada, enquanto que a bilirrubina indireta compreende a fraçao nao conjugada. Altos níveis de bilirrubina total e direta podem ser vistos em doença hepatocelular e biliar (intra ou extra-hepática). Bilirrubina indireta elevada pode ocorrer em casos onde a taxa de produçao de bilirrubina excede a taxa de conjugaçao, especialmente em casos de hemólise ou anemia megaloblástica, além de síndrome de Gilbert. Neonatos exibem icterícia fisiológica com bilirrubina indireta. Várias substâncias medicamentosas sao associadas com aumento de bilirrubina, e mais raramente, diminuiçao espúria. Pele amarelada (ictérica) com níveis normais de bilirrubina pode estar associada a hipercarotenemia.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Crianças
0 a 1 dia : Bilirrubina Total : < 5,8 mg/dL
1 a 2 dias : Bilirrubina Total : < 8,2 mg/dL
3 a 5 dias : Bilirrubina Total : < 11,7 mg/dL
Adultos
Bilirrubina Total : at?1,00 mg/dL
Bilirrubina Direta : at?0,30 mg/dL
Bilirrubina Indireta : at?0,70 mg/dL
BLASTOMICOSE - Anticorpos
Código: BLAST
Material: soro
Sinônimo: Paracoccidioidomicose Anticorpos
Volume: 2,0 mL
Volume Lab: 2,0 mL
Método: Contraimunoeletroforese
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Congelado
Coleta: Jejum obrigatório. Hemólise e lipemia atuam como interferentes. Estabilidade da amostra: Temperatura ambiente: 8 horas Refrigerada (2o a 8o C): 7 dias Congelada (-20o): 3 meses
Interpretaçao: Uso: diagnóstico de Paracoccidioidomicose. A Blastomicose Sul-Americana (Paracoccidioidomicose), causada pelo fungo dimórfico Paracoccidioides brasiliensis, ?uma doença crônica granulomatosa que virtualmente pode atingir a todos os tegumentos, causando formas superficiais, profundas e mucocutâneas. As formas pulmonares tem sido crescentemente apontadas como complicadores de pacientes imunossuprimidos. Seu diagnóstico baseia-se especialmente no isolamento e identificaçao do agente específico, mas, em virtude do processo cultural ser demorado, do exame de pesquisa direta apresentar baixa sensibilidade, e da forma clínica inespecífica que os casos podem assumir, algumas vezes ?necessária a utilizaçao da sorologia. A pesquisa de anticorpos anti-paracoccidioides torna-se importante quando se observam títulos muito elevados de anticorpos, ou quando existe aumento significativo de títulos entre duas coletas espaçadas. O uso desta sorologia para monitorar tratamento nao ?muito indicado pelo fato do decréscimo de títulos ser relativamente lento. O uso de classe IgM Específica nao apresenta grande utilidade pela característica crônica do processo infeccioso.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Nao reagente
BNP - PEPTÍDEO NATRIURÉTICO
Código: BNP
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 2,0 mL
Volume Lab: 2,0 mL
Método: Eletroquimioluminescencia
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar sangue total sem anticoagulante, esperar retrair o coágulo, centrifugar, separar o soro e enviar refrigerado. Pode ser realizado em plasma com Heparina.
Interpretaçao: Uso : diagnóstico , prognóstico e tratamento da insuficiencia cardíaca crônica (ICC). O proBNP, composto por 108 aminoácidos, ?secretado principalmente pelo ventrículo, neste processo, sofre uma clivagem em BNP (77-108) fisiologicamente ativo e no fragmento N-terminal, NT-proBNP (1-76). A insuficiencia cardíaca crônica ?um síndrome clínico provocado pela limitaçao da funçao cardíaca de bombeamento. A gravidade da insuficiencia cardíaca ?classificada por fases, com base nos sintomas ( classificaçao de New York Association - NYHA ). Para o diagnóstico da insuficiencia ventricular esquerda sao utilizados testes clínicos e meios complementares de diagnósticos, como a imagiologia. O significado clínico dos peptídeos natriuréticos no controle da funçao do aparelho cardiovascular foi demonstrado e estudos iniciais revelam que os peptídeos natriuréticos podem ser utilizados para o diagnóstico de problemas associados a insuficiencia ventricular esquerda. Nos indivíduos com insuficiencia ventricular esquerda, as concentraçoes séricas e plasmáticas do BNP aumentam. As alteraçoes registradas na concentraçao do NT-proBNP pode ser utilizadas para avaliar o sucesso do tratamento em doentes com insuficiencia ventricular esquerda. Além desta aplicaçao pode ser útil para verificar se os sintomas tem causas cardíacas ou nao cardíacas.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Estudo preliminar de valores de referencia(n=1521)
em individuos sem insuficiencia cardiaca.
< 45 anos : 0,0 a 33,3 pg/mL
45 a 54 anos : 0,0 a 46,7 pg/mL
55 a 64 anos : 0,0 a 53,2 pg/mL
65 a 74 anos : 0,0 a 72,3 pg/mL
> 75 anos : 0,0 a 176,0 pg/mL
Os valores de referencia seguem o percentil 95o.
BRUCELOSE - Anticorpos IgG
Código: BRUCE
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Aglutinaçao (rosa de bengala)
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum nao obrigatório.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico e avaliaçao da brucelose. A brucelose ?uma patologia febril aguda, causada por bactérias do genero Brucella sp. Esta zoonose pode afetar essencialmente qualquer órgao, e sua contaminaçao se d?geralmente por ingestao de alimentos contaminados de origem animal. ?associada a contaminaçao ocupacional em veterinários, fazendeiros, açougueiros e trabalhadores do campo. Os processos infecciosos podem ser subclínicos e raramente sao crônicos. Seu diagnóstico definitivo ?realizado por hemocultura específica, mas sua característica transitória faz com que a sorologia seja o principal dado diagnóstico. Sua interpretaçao pode ser complicada pela presença de infecçoes subclínicas e níveis persistentes de anticorpos. Títulos IgG específicos crescentes na presença de títulos IgM específicos praticamente estabelecem o diagnóstico. Contudo, devido ao fato de que a sorologia ?geralmente realizada tardiamente, ?difícil a observaçao de títulos IgG crescentes. De toda forma, títulos altos persistentes podem diagnosticar a doença crônica, e aumento de títulos IgG pode estar associado a recidiva. Casos de tularemia podem estar associados a presença de altos títulos de anticorpos anti-Brucella.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Nao reagente
Significado clinico título igual ou superior 1/40
Antígeno: Brucella abortus
BRCA 1 e 2 - Detecçao de mutaçoes nos genes
Código: BRCA
Material: sangue total com EDTA
Sinônimo: Propensao ao cancer de mama e ovário
Volume: 10.0 mL
Volume Lab: 10.0 mL
Método: PCR (Reaçao em Cadeia pela Polimerase)
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Ambiente
Coleta: Coletar 2 tubos de sangue total com EDTA. Enviar em temperatura ambiente.
Interpretaçao: BRCA1 - 185 delAG - Esta mutaçao consiste na deleçao de dois pares de bases na posiçao 185 do gene BRCA 1. A mutaçao ?dominante. Pessoas com os genótipos (wt/mut) ou (mut/mut) possuem um alto risco de desenvolver câncer de mama, além de poder transmitir a mutaçao para os filhos. BRCA1 - 538 insC - Esta mutaçao consiste na inserçao de uma base na posiçao 5382 do gene BRCA 1. A mutaçao ?dominante. Pessoas com os genótipos (wt/mut) ou (mut/mut) possuem um alto risco de desenvolver câncer de mama, além de poder transmitir a mutaçao para os filhos. BRCA 2 - 6174 delT - Esta mutaçao consiste na deleçao de uma base na posiçao 6174 do gene BRCA2. A mutaçao ?dominante. Pessoas com os genótipos (wt/mut) ou (mut/mut) possuem um alto risco de desenvolver câncer de mama, além de poder transmitir a mutaçao para os filhos.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: wt/wt - genotipo normal (homozigoto normal)
wt/mut - uma copia do gene possui a mutaçao e a
outra e normal (heterozigoto)
mut/mut - ambas as copias possuem a mutaçao (homo
zigoto afetado)
Obs Resultados negativos p/ as mutacoes analisadas
neste exame nao podem ser tomados como evidencia
que o pcte nao vira a desenvolver cancer de mama,
pois nao escluem a possibilidade do pcte possuir
outras mutacoes ou estar predispostos a fatores.
BORRELIA BURGDORFERI (Doença de Lyme)
Código: LYME
Material: soro
Sinônimo: Doença de Lyme, Borreliose
Volume: 2,0 mL
Volume Lab: 1,0 mL
Método: Imunoensaio enzimatico
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum obrigatório. Coletar sangue total sem anticoagulante, esperar retrair o coágulo. Centrifugar, separar o soro e enviar sob refrigeraçao.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico de doença de Lyme. A doença de lyme ?uma doença multissistemica de etiologia infecciosa causada pelo microorganismo Borrelia burgdorferi e ?transmitida ao homem e animais pela picada de carrapatos Ixodideos .Foi descoberta nos Estados Unidos da América do Norte h?15 anos e desde entao tem sido diagnosticada em vários países. No Brasil,apesar de ser pouco conhecida, j?existem suspeitas de que poder?se tornar um sério problema. O cao e os animais silvestres representam o foco natural da doença. A transmissao se d?pela picada de carrapatos, que levam a enfermidade do animal doente para outros animais e o homem. A doença se manifesta com uma irritaçao local da picada podendo desenvolver uma lesao de pele (mancha rosada) que vai aumentando com o tempo. Podem aparecer náuseas , dores de cabeça, na nuca, nas juntas e músculos, febre e cansaço. Se nao houver tratamento , a doença de Lyme poder?atingir o sistema nervoso, provocando meningite, paralisia facial ( paralisia de Bell) e outros problemas com os nervos cranianos. Fraqueza e ou dor nas maos,braços, pés e/ou pernas. Distúrbios cardíacos, também, podem aparecer após poucas semanas do EM, como bloqueio atrioventricular, miocardite aguda ou aumento da área cardíaca. Meses após os sintomas inicias, podem surgir edemas articulares, principalmente dos joelhos, que desaparecem e reaparecem durante vários anos. A doença pode ficar latente por longos períodos, após os quais apresenta manifestaçoes neurológicas crônicas tardias, como encefalopatias, polineuropatia ou leucoencefalite. No líquido encefaloraquidiano, encontram-se pleocitose linfocítica e proteínas elevadas.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Anticorpos
IgG : Nao reagente
IgM : Nao reagente
CÁLCULO URINÁRIO - Análise
Código: CALCU
Material: Cálculo Renal
Sinônimo: Calculo Renal
Volume: Variável
Volume Lab: Variável
Método: Colorimétrico
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Ambiente
Coleta: Material colhido através de procedimento cirúrgico ou expelido naturalmente. Lavar o cálculo com água.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico diferencial de pacientes com litíase urinária. A formaçao de cálculos renais depende de uma série de fatores metabólicos, anatômicos, infecciosos, etc. A passagem de cálculos pelo trato urinário pode ser acompanhada de cólicas renais, existindo a possibilidade de comprometimento de funçao renal, nos casos em que ocorre obstruçao por longos períodos. A análise da natureza do cálculo urinário permite ao clínico um ponto de partida na investigaçao da causa de litíases. Os cálculos mais comumente encontrados sao os de oxalato de cálcio, fosfatos e ácido úrico, podendo haver casos de cálculos mistos.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Ausente
CAMPYLOBACTER - Pesquisa
Código: CAMP
Material: fezes
Sinônimo: Pesquisa de Campilobacter jejuni
Volume: 5g de fezes
Volume Lab: 5g de fezes
Método: Microscopia
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Fezes recente ou em Cary-Blair (meio de transporte).
Interpretaçao: Uso: diagnóstico de enterocolite aguda Ocorre em qualquer faixa etária, principalmente no verao.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Negativa
CÁLCIO IONIZADO
Código: CAI
Material: soro
Sinônimo: Cálcio iônico, Ca ionizável
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Eletrodo seletivo
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum de 4 horas .Coletar em tubo a vácuo ( tipo vacuntainer ) contendo gel separador. Deixar formar coágulo e retrair .Centrifugar sem tirar a tampa e enviar fechado. Uma segunda opçao menos recomendada : separar imediatamente o soro e colocar em frasco tipo eppendorf. Evitar o contato com o ar.
Interpretaçao: Uso: dosagem do cálcio plasmático bioativo. A dosagem do cálcio ionizado representa a concentraçao do cálcio livre e biologicamente ativo no soro. O cálcio circula em quantidades quase iguais na forma livre e ligada a proteínas (a albumina conta com cerca de 70% das proteínas que ligam o cálcio em condiçoes normais). Uma porçao de íons cálcio nao ligados a proteína liga-se a ânions como bicarbonato, fosfato e citrato. Na presença de concentraçoes de albumina anormais, a dosagem de cálcio ionizado fornece dados mais adequados sobre o status de cálcio, permitindo melhor avaliaçao de estados hipo e hipercalcemicos. Ver Cálcio.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: 1,15 a 1,32 mmol/L
CÁDMIO
Código: CAD
Material: urina
Sinônimo:
Volume: 50.0 mL
Volume Lab: 50.0 mL
Método: Espectrofotometria de Absorçao atômica
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar urina antes (pr? e/ou depois da jornada de trabalho (pós), encaminhar refrigerada. A decisao do tempo da coleta (Pr?ou Pós) deve ser do Médico solicitante.
Interpretaçao: Uso: monitoraçao biológica da exposiçao ao cádmio; diagnóstico de intoxicaçao por cádmio. O cádmio acumula-se a nível tecidual, principalmente nos rins e fígado. No sangue, est?presente principalmente nos eritrócitos (>95%). Indivíduos fumantes possuem níveis de cádmio mais elevados no sangue do que os nao-fumantes. A exposiçao aguda pela inalaçao resulta em sintomas respiratórios agudos (edema pulmonar, pneumonia intersticial proliferativa, colapso cardíaco). A ingestao crônica resulta em osteomalacia grave e disfunçao renal semelhante a Fanconi.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: VR*: at?2,0 ug/g creatinina
IBMP**: 5,00 ug/g creatinina
*Valor de Referencia para pacientes nao expostos.
**Índice Biológico Máximo Permitido (NR-7).
CARDIOLIPINA - Anticorpos IgA
Código: CARDA
Material: soro
Sinônimo: Antifosfolipideos
Volume: 2,0 mL
Volume Lab: 1,0 mL
Método: Imunoenzimático
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum nao obrigatório.
Interpretaçao: Uso: investigaçao de pacientes com achados clínicos de síndrome de anticorpo fosfolípide (tromboses recorrentes, perda fetal, trombocitopenia) primária ou secundária a lupus eritematoso sistemico; diagnóstico diferencial de tromboses recorrentes; síndromes semelhantes a lupus; VDRL ou RPR falso-positivos; hemorragias. A presença de anticorpos anticardiolipina IgG ou IgM em títulos elevados (>100 gpL ou mpL para IgG ou IgM respectivamente) est?fortemente associada a quadros de síndrome de anticorpo fosfolípide. Os anticorpos podem ser encontrados em títulos mais baixos (30-100 gpL ou mpL) em quadros pós-infecciosos virais ou mesmo bacterianos, após imunizaçoes ou uso de medicamentos (nestes casos ?mais freqüente o achado de IgM). Na maior parte dos casos, os títulos anti-cardiolipina correlacionam-se com positividade para anticoagulante lúpicos (um teste funcional), embora isto nao seja de observaçao obrigatória. A positividade ?relatada em at?60% dos casos de lupus eritematoso sistemico, e em menor quantidade em outras entidades patológicas autoimunes. A positividade ?também relatada em casos de abortos de repetiçao. Os títulos podem estar sujeitos a significativas flutuaçoes com o tempo. Interferentes: medicamentos (cloropromazina, fenitoína, fansidar, quinidina, quinino, hidralazina, procainamida, fenotiazinas, interferon, cocaína); sífilis, infecçoes agudas, neoplasmas, SIDA, baixos títulos presentes em idosos a despeito de processos patológicos. Os anticorpos anticardiolipina estao presentes em at?5% de pessoas normais.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Novo valor de referencia apartir do dia 11/01/04
Negativo : < 10,00 U/mL
Inconclusivo : 10,00 a 15,00 U/mL
Positivo : > 15,00 U/mL
Anticorpos anti-cardiolipina IgA sao ocasionalmen
te detectados em SLE e em Pacientes SLE-LIKE.
Estudos recentes indicam que valores altos de IgA
sao encontrados em Pacientes com complicaçoes vas
culares e trombocitopenia.
CARIÓTIPO - PAREAMENTO CROMOSSÔMICO - BANDA G
Código: CARIB
Material: sangue total Heparinizado
Sinônimo: Estudo cromossômico
Volume: 5.0 mL
Volume Lab: 5.0 mL
Método: cultura temporária de linfócitos
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Ambiente
Coleta: Coletar 5,0 mL de sangue total em seringa heparinizada (heparina sódica - estéril). A punçao venosa ?feita de maneira asséptica para a coleta do sangue, e a agulha deve ser trocada por uma nova, com protetor. Deve ser enviado na própria seringa. Enviar o material dentro de 48 horas, em temperatura ambiente na própria seringa (nao refrigerar e nao congelar), fixando o embolo com esparadrapo. Cuidados : * Enviar a amostra (sangue total heparinizado) SOMENTE na seringa em que foi coletada a amostra; * Nao refrigerar. Enviar a temperatura ambiente; * Amostras hemolisadas ou coaguladas torna-se inviável a realizaçao do exame; * Enviar a ficha de entrevista com todos os dados preenchidos.
Interpretaçao: Uso: anomalia cromossômica conhecida ou suspeita; anomalias congenitas múltiplas (malformaçoes) e/ou retardo do crescimento mental; distúrbio da diferenciaçao sexual (genitália ambígua externa ou interna, meninas com amenorréia primária, meninos com desenvolvimento púbere retardado); retardo mental familiar nos homens; abortos múltiplos; infertilidade. O cariótipo ?um exame genético onde se realiza o estudo da constituiçao cromossômica das células de um indivíduo. Nesta análise, os cromossomos sao identificados de acordo com determinadas características (tamanho, posiçao do centrômero, características de coloraçao - banda G), permitindo a verificaçao numérica e estrutural dos mesmos. Valores de referencia: 46,XY (homem) e 46,XX (mulher).
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Homens : 46, XY
Mulheres : 46, XX
CÉLULAS LE - Pesquisa
Código: LE
Material: sangue total sem anticoagulante
Sinônimo: Pesquisa do fenômeno LE
Volume: 10.0 mL
Volume Lab: 10.0 mL sangue total
Método: Microscopia
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Ambiente
Coleta: Jejum nao obrigatório.
Interpretaçao: Uso: avaliaçao de doenças autoimunes, especialmente lupus eritematoso sistemico. O fenômeno LE ?utilizado para a demonstraçao indireta de anticorpos antinucleares. Neste teste, núcleos celulares sao separados dos citoplasmas e incubados com o soro do indivíduo, forçando a ligaçao dos anticorpos antinucleares que serao posteriormente ligados a neutrófilos ou monócitos (para fagocitose), numa morfologia típica, observada ao microscópio. Este teste possui sensibilidade e especificidade relativamente baixas para a detecçao dos anticorpos antinucleares e colagenoses, sendo substituído por testes mais específicos. De todo modo, resultados positivos devem ser confirmados por testes mais específicos devido a possibilidade de reaçoes positivas em outras condiçoes nao patológicas ou patológicas nao autoimunes. Resultados negativos nao implicam necessariamente em ausencia da doença e devem ser confirmados em casos de persistencia de suspeita clínica.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Negativa
Seg. o Colégio Americano de Reumatologia (1997),a
pesquisa de células LE foi eliminada como critério
para o diagnóstico de LES.
Para toda a pesquisa de células LE o Lab.Alvaro
acrescenta uma pesquisa de FAN,se positivo, ?br> impresso no laudo uma observaçao com o título e o
padrao encontrado.
CISTINA - Pesquisa
Código: CIS
Material: urina - amostra isolada
Sinônimo: Cistinúria pesquisa
Volume: 10 mL
Volume Lab: 10.0 mL
Método: Colorimétrico (Brand)
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Refrigerado
Coleta: Coletar urinar e enviar ao laboratório (amostra isolada) De peferencia a primeira urina da manha.
Interpretaçao: Ver Cistina.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Negativa
CITOMEGALOVÍRUS - Anticorpos IgG
Código: CMV
Material: soro
Sinônimo: Anticorpos anticitomegalovírus-IgG
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: ELISA
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum nao obrigatório.
Interpretaçao: Uso: determinaçao de contato anterior com CMV antes de transplante de órgaos; diagnóstico de citomegalovirose; integrante de triagem TORCH em gestantes. O citomegalovírus (CMV), ?um componente da família herpesvírus, subfamília beta herpesvírus, sendo distribuído de maneira cosmopolita. O hospedeiro normalmente torna-se lactantemente infectado depois da infecçao primária. Uma infecçao ativa resultante de um processo primário ou de reativaçao durante a gestaçao pode estar associada a infecçoes congenitas. O CMV ?um dos causadores mais comuns de infecçoes congenitas, e também problema comum em receptores de órgaos e pacientes imunossuprimidos. A infecçao intrauterina pelo CMV pode ocorrer a despeito do status da imunizaçao materna, mas a presença de anticorpos IgG maternos confere proteçao adicional contra danos neonatais. As seqüelas por infecçoes congenitas de CMV sao mais freqüentes em processos primários durante a gravidez. A presença de IgM específica est?geralmente associada a processos infecciosos primários ou recentes. J?a presença de IgG específica ?praticamente distribuída na grande maioria da populaçao, e somente títulos muito altos ou crescentes em tomadas consecutivas (na ausencia de IgM), podem estabelecer um diagnóstico de processo ativo por CMV. A presença de fator reumatóide pode estar associada a presença de resultados falso-positivos para IgM específica.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Nao reagente: < 0,4 UI/mL
Reagente : > ou = 0,4 UI/mL
CORTISOL
Código: CORTICURVA
Material: soro
Sinônimo: Hidrocortisona
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Quimioluminescencia
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Manha: Colher entre 7 e 8:30 horas, em jejum: Tarde: Colher entre 16:00 e 16:30 horas . Noite:
Interpretaçao: Uso: avaliaçao da funçao adrenal. O cortisol ?o principal hormônio glicocorticóide produzido pela córtex adrenal humana. Representa aproximadamente 80% dos 17-hidroxicorticosteróides do sangue, tendo uma ampla variedade de açoes como efeitos antiinsulínicos no metabolismo de carboidratos, gorduras e proteínas (estimula o catabolismo de proteínas e gorduras, fornecendo substrato para a produçao hepática de glicose), efeitos na regulaçao do balanço hidro-eletrolítico, estabilizaçao das membranas lisossômicas e supressao das reaçoes inflamatórias e alérgicas. Os níveis de cortisol sao regulados através de um balanço com o ACTH e CRH da pituitária e hipotálamo, respectivamente. Níveis elevados de ACTH estimulam a córtex adrenal a liberar cortisol que, ao atingir determinados níveis, suprimem o ACTH num feedback negativo. Alguns fatores fora deste eixo metabólico podem interferir no processo, como febre, inflamaçoes, dor, stress e hipoglicemia. O cortisol e o ACTH normalmente apresentam variaçoes circadianas com picos no período da manha, sendo os maiores níveis encontrados em torno de 08:00 da manha e os menores mais tarde. Assim, ?aconselhável colher amostra as 08:00 para diagnóstico de insuficiencia adrenal e depois das 16:00 para diagnóstico de síndrome de Cushing. Valores aumentados: síndrome de Cushing, síndromes de hipersecreçao ectópica de ACTH ou CRH, carcinoma ou adenoma adrenal, displasia ou hiperplasia adrenal micro ou macronodular, stress. Valores diminuídos podem ser encontrados em insuficiencia adrenocortical (síndrome de Addison), síndrome adrenogenital e hipopituitarismo.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Pela manha : 5,5 a 30,0 ug/dL
A tarde : 2,0 a 14,5 ug/dL
A noite : 2,0 a 14,5 ug/dL
CULTURA - Urina 1o jato
Código: CCCPR
Material: urina 1o jato
Sinônimo:
Volume: 30.0 mL
Volume Lab: 30.0 mL
Método: Laminocultivo (Culturin), e cultura em meios específicos
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar urina primeiro jato. De preferencia semear o material logo após a coleta. Enviar a cultura ou o material sob refrigeraçao.
Interpretaçao: Uso: detecçao de processos infecciosos; auxílio ao diagnóstico das uretrites. A presença de qualquer microorganismo ?indicativa da presença de um processo infeccioso.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Cultura negativa
ufc/mL : Unidades formadoras de colonias por mL
Laminocultivo : Meios CLED e MacConkey
D-DÍMERO
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D%2DD%CDMERO

Código: DIMER
Material: plasma citratado
Sinônimo: Dimer
Volume: 1,0 mL
Volume Lab: 0,5 mL
Método: AUTO- D-DIMER(Sgima)
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Refrigerado
Coleta: Coletar sangue total com citrato. Separar o plasma , acondicionar em tubo de plástico e congelar imediatamente . Enviar congelado .
Interpretaçao: Uso: teste de triagem para trombose venosa profunda; avaliaçao de infarto agudo do miocárdio, angina instável, coagulaçao intravascular disseminada. O dímero D ?um fragmento resultante da degradaçao da fibrina polimerizada especificamente. Após a coagulaçao haver iniciado, a trombina cliva o fibrinogenio, gerando monômeros de fibrina que se polimerizam, formando um coágulo. Existem outros fragmentos derivados da fibrina monomerizada, mas o dímero D ?específico para a fibrina degradada após a polimerizaçao, o que qualifica seu uso como marcador de fibrinólise de coágulo. ?crescente a associaçao entre os níveis de dímero D e a presença e a severidade de doenças trombóticas. Contudo, sua interpretaçao deve levar em conta alguns pontos, a seguir. A vida média do dímero D ?de aproximadamente 6 horas em indivíduos com funçao renal normal. Assim, pacientes com coágulos estáveis com esporádicas degradaçoes podem resultar em valores normais. Quanto maior o coágulo, maior ser?o nível de dímero D circulante. Assim, coágulos muito pequenos, embora potencialmente danosos a saúde podem resultar valores normais. A presença de dímero D pressupoe processo de fibrinólise normal. Valores aumentados: deposiçoes de fibrina em localizaçoes extravasculares, condiçoes associadas a presença de coágulos de fibrina intravasculares, coagulaçao intravascular disseminada(CIVD) aguda ou crônica, infarto agudo do miocardio e angina instável. Hematomas Na suspeita clínica de embolia pulmonar , resultados normais excluem esta possibilidade diagnóstica ( teste de triagem )
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: 15,0 a 147,0 ng/mL
> 147,0 : positivo
< 147,0 : negativo
DEHIDROEPIANDROSTERONA - DHEA
Código: DHEA
Material: soro
Sinônimo: DHEA, Androstenolona, Dehidroisoandrosterona
Volume: 1,0 mL
Volume Lab: 1,0 mL
Método: Radioimunoensaio
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Refrigerado
Coleta: Jejum obrigatório de no mínimo 4h. Colher sangue de preferencia pela manha. Anotar uso de medicamento, principalmente corticosteróide. Lipemia atua como interferente. Se nao realizar no mesmo dia, congelar a amostra.
Interpretaçao: Uso: marcador da produçao adrenal de andrógenos; avaliaçao da reserva adrenal após estímulo com ACTH. A dehidroepiandrosterona ?sintetizada pelo córtex da adrenal, sendo seu principal andrógeno. Apresenta meia vida plasmática curta e ?usualmente convertida em DHEA-sulfato. Sua produçao excessiva pode estar associada a quadros de virilizaçao com acne, hirsutismo, e conversao a testosterona. Valores aumentados: presença de tumores adrenais, síndrome de Cushing, hiperplasia adrenal congenita e adrenarca prematura. Valores diminuídos: doença de Addison, anorexia nervosa.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Homens : 1,4 a 12,5 ng/mL
Mulheres : 0,8 a 10,5 ng/mL
Pr?puberal : 0,54 a 5,1 ng/mL
Pós menopausa : 1,4 a 5,0 ng/mL
DENGUE - Anticorpos IgG
Código: DENGG
Material: soro
Sinônimo: Sorologia para dengue
Volume: 1,0 mL
Volume Lab: 1,0 mL
Método: ELISA - PATHOZYME- DENGUE
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Se o exame nao for realizado no mesmo dia, refrigerar a amostra.
Interpretaçao: Ver Dengue - Anticorpos IgM.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Índice < 1,0 : Nao Reagente
De 1,0 a 1,4 : Inconclusivo*
Índice > 1,4 : Reagente
Quando dados clínicos compatíveis com infecçao
?recomendado novo exame após alguns dias.
Kit - Omega Diagnostics(UK) SVS/MS.10350840103
(Pathozyme - Dengue)
* Resultados Inconclusivos devem ser confirmados
em uma nova amostra.
DEOXIPIRIDINOLINA
Código: DPIRI
Material: urina - amostra isolada
Sinônimo: DPD, pirilinks - D
Volume: 20,0 mL
Volume Lab: 20,0 mL
Método: Quimioluminescencia
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar uma amostra isolada de urina.
Interpretaçao: Uso: avaliaçao da reabsorçao óssea. O tecido ósseo ?resultado do equilíbrio de um processo constante de degradaçao ou reabsorçao (mediada pelos osteoclastos) e reconstruçao (mediada pelos osteoblastos). Uma vez depositado no osso, as fibras de colágeno se ligam, formando polímeros estáveis (crosslinks). Esta polimerizaçao propicia o aparecimento de formas próprias de aminoácidos, específicas das moléculas de colágeno e elastina polimerizadas. Dois destes aminoácidos específicos sao a piridinolina e a desoxipiridinolina, e sua formaçao aumenta a estabilidade do processo. A piridinolina ?principalmente encontrada em cartilagens, com pequena formaçao ao nível ósseo. A desoxipiridinolina ?tipicamente encontrada em colágeno ósseo e dentina, e desta forma possui um excelente potencial como marcador de perda óssea. A desoxipiridinolina ?liberada do colágeno maduro quando a matriz óssea ?degradada pelos osteoclastos, e nao ?reutilizada durante o processo de síntese seguinte. As duas moléculas podem se apresentar na urina sob a forma livre (cerca de 40%) e ligada a peptídeos (cerca de 60%). Sua mensuraçao ocorre por HPLC. Valores aumentados: idade avançada ou idade pr?adolescente, hipertireoidismo, hiperparatireoidismo primário, osteoporose (seus níveis decrescem durante terapia bem sucedida), período pós-menopausa com deficiencia de estrógenos, doença de Paget, doença óssea metastática, e algumas doenças do colágeno (mais raramente).
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Mulheres : 3,5 a 11,6 nM DPD/mM creatinina
Homens : 3,0 a 9,4 nM DPD/mM creatinina
2 a 10 anos : 31,0 a 110,0 nM DPD/mM creatinina
11 a 14 anos : 17,0 a 100,0 nM DPD/nM criatinina
DIGOXINA
Código: DIGOX
Material: soro
Sinônimo: Digoxinemia
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Quimioluminescencia
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Recomenda-se coletar o sangue 6 horas após a administraçao do medicamento.
Interpretaçao: Uso: avaliaçao de dose terapeutica e toxicidade da digoxina. A digoxina ?um glicosídeo cardíaco utilizado no tratamento de insuficiencia cardíaca congestiva, e funciona pela inibiçao de uma ATPase. Isto causa diminuiçao no potássio intracelular e aumento de cálcio intracelular nos miócitos. A presença aumentada de cálcio melhora o processo de contratilidade cardíaca (efeito inotrópico). Valores mais elevados diminuem a taxa de depolarizaçao ventricular, o que pode ser útil no controle de taquicardias, porém, com um certo risco, visto que as dosagens necessárias para este efeito sao coincidentes com as dosagens tóxicas. A toxicidade da digoxina afeta muitos órgaos e células, comumente culminando com náuseas, vômitos e problemas visuais, além de efeitos cardíacos como contraçoes ventriculares e bloqueio atrioventricular. A absorçao oral da digoxina ?variável e influenciada por vários fatores. Na circulaçao, cerca de 25% ?ligado a proteínas. A forma livre ?seqüestrada pelas células. Em equilíbrio, a concentraçao tecidual ?cerca de 20-30 vezes maior do que a plasmática. Sua eliminaçao ocorre principalmente por filtraçao renal da forma plasmática livre, sendo o restante metabolizado pelo fígado, resultando todo o processo em uma meia vida de cerca de 38 horas. O maior contribuinte para esta relativamente alta meia vida ?a pequena taxa de liberaçao de digoxina tecidual ao plasma. Devido as condiçoes variáveis e individuais de absorçao da digoxina, o estabelecimento de dosagem necessita de um controle inicial para acerto de dose para valores efetivos e nao-tóxicos. Este acerto deve ser realizado também em doentes com insuficiencia renal crônica, onde as taxas de filtraçao glomerular variam com o tempo. Outros fatores como a concentraçao de potássio e magnésio e também o estado tireóideo do paciente podem interferir na efetividade do agente. O tempo da tomada de amostras ?essencial na análise da digoxina, devendo ser mantido para um dado paciente. Os picos séricos ocorrem em cerca de duas horas após a ingestao do medicamento, mas estima-se que amostras de 6-8 horas após a ingestao possam ser mais confiáveis pelo equilíbrio entre o tecido e o plasma. Alguns pacientes podem apresentar substâncias nao-digoxina (que reajam com os anticorpos utilizados em sua dosagem): geralmente gestantes, pacientes com insuficiencia hepática e renal, hipertensao hiporeninemica e outros estados com retençao de sal e fluido, além de neonatos. Resultados inesperadamente reduzidos podem estar associados a distúrbios tireóideos, malabsorçao, aterosclerose mesentérica, além de interaçao com metoclopramida, colestiramina, neomicina e sulfasalazina. ?possível o encontro de pacientes com resistencia aos digitálicos, que requerem dosagens maiores do que as usuais, objetivando faixas séricas maiores.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Limites terapeuticos : 0,80 a 2,40 ng/mL
Efeitos tóxicos : 2,10 a 8,70 ng/mL
* Observar mudança de Metodologia e alteraçao nos
nos valores de referencia apartir do dia 06/02/06.
DILUTE RUSSEL VIPER VENON TIME
Código: RVVT
Material: plasma citratado
Sinônimo: Prolongamento do TAP e KPTT
Volume: 2,0 mL
Volume Lab: 2,0 mL
Método: Fibrômetro e coagulômetro
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Ambiente
Coleta: Nao ?necessário jejum. Coletar sangue total com citrato, centrifugar e separar o plasma. Informar se o paciente faz uso de algum tipo de anticoagulante.
Interpretaçao: Uso: KPTT - monitoramento da terapia com heparina; triagem para defeitos da coagulaçao (via intrínseca). TAP - controle terapeutico de anticoagulantes orais; avaliaçao da funçao hepática e desordens de coagulaçao.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Valores do KPTT e TAP
DOENÇA DE HUNTINGTON
Código: HUNG
Material: sangue total com EDTA
Sinônimo:
Volume: 5,0 mL
Volume Lab: 5,0 mL
Método: PRC ( Reaçao em Cadeia pela Polimerase). Determinaçao do número de repetiçoes do trinucleotídeo CAG,
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao (nao congelar)
Coleta: Coletar 5,0 mL de sangue c/ EDTA. Nao congelar a amostra . Enviar refrigerada .
Interpretaçao: -
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: < 27 Repetiçoes CAG: Alelos nao associados a
Doença de Huntigton.
27-35 Repetiçoes CAG: Intermediário - Alelos
nao associados a Doença de Huntigton, propenso
a expansao em futuras geraçoes. (Goldberg, YP
et al. Hum Molec Genet. 4:1911-1918, 1995)
36-39 repetiçoes CAG: Indeterminado - Alelos
descritos em pacientes com e sem sintomas da
Doença de Huntigton. (Rubinsztein, DC, et al.
Am J Hurn Genet. 59:16-22, 1996)
Alelos nao associados a doença de Huntington:
39 ou mais repetiçoes CAG: Alelos associados
a Doença de Huntington.
< 27 repetiçoes CAG.
Intermediário : 27 - 35 repetiçoes CAG
Indeterminado: 36 - 39 repetiçoes CAG
Alelos associados a doença de Huntington:
> 39 repetiçoes CAG
Métodos: Reaçao em Cadeia pela Polimerase (PCR).
Determinaçao do número de repetiçoes do trinucleo-
tídeo CAG, contido na regiao 5 do gene IT15 (4p16)
DREPANOCITOS - Pesquisa
Código: DREPA
Material: sangue total com EDTA
Sinônimo:
Volume: 5.0 mL
Volume Lab: 5.0 mL
Método: Microscopia - Coloraçao Giemsa
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Ambiente
Coleta: Jejum nao obrigatório.Coletar sangue total com EDTA. Confeccionar esfregaço na lâmina após a coleta.
Interpretaçao: -
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Negativa
ELETROFORESE DE HEMOGLOBINAS
Código: ELEHB
Material: sangue total com EDTA
Sinônimo: Estudo das hemoglobinopatias
Volume: 3.0 mL
Volume Lab: 3.0 mL
Método: Cromatografia Liquida de Alta Performance - HPLC
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum obrigatório no mínimo de 4 horas. Coletar sangue total com EDTA. Conservar sob refrigeraçao. Nestas condiçoes o exame pode ser realizado at?5 dias após a coleta.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico de hemoglobinopatias e talassemias; diagnóstico diferencial de anemias e hemólise. A eletroforese de hemoglobinas ?de essencial importância no diagnóstico diferencial de anemias, microcitoses e hemólises, além de permitir análises familiares em parentes de portadores de hemoglobinas anormais. Seus resultados permitem o estabelecimento ou a exclusao de hemoglobinopatias e talassemias, constituindo importante e amplo procedimento diagnóstico. A presença de variantes de hemoglobina e alteraçoes nas quantidades de hemoglobinas normais pode ser diagnóstica.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Hemoglobina A1 : 95,0 a 98,0 %
Hemoglobina Fetal :
1 a 7 dias : At?84,0% 7 a 12 meses: At?3,5%
8 a 60 dias : At?77,0% 12 a 18 meses: At?2,8%
2 a 4 meses: At?40,0% Adulto: 0,5 a 2,0 %
4 a 6 meses: At?7,0%
Hemoglobina A2 : 1,0 a 3,5 %
A separaçao das Hb por cromatografia HPLC, apre-
senta a vantagem de dosagem das fracoes Fetal, A2
alem das Hb anormais.
ELETROFORESE DE LIPOPROTEÍNAS
Código: ELEL
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 3.0 ml
Volume Lab: 3.0 ml
Método: Eletroforese
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum obrigatório.
Interpretaçao: Uso: auxílio no diagnóstico das dislipemias primárias e secundárias. A eletroforese de lipoproteínas est?indicada em determinadas situaçoes: triglicérides no soro > 300 mg/dL; soro de jejum lipemico; hiperglicemia significativa, tolerância a glicose alterada, glicosúria; ácido úrico sérico aumentado; nítida história familiar de doença coronariana prematura; evidencia clínica de doença coronariana ou aterosclerose em pacientes com menos de 40 anos de idade.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Alfa lipoproteinas : 22,3 a 53,3 % (HDL)
Pr?beta lipoproteinas : 4,4 a 23,1 % (VLDL)
Beta lipoproteinas : 38,6 a 69,4 % (LDL)
Lipoproteina-Lp(a) : Ausente
ELETROFORESE DE PROTEÍNAS - LCR
Código: ELETL
Material: liquor
Sinônimo: Proteinograma
Volume: 8,0 mL
Volume Lab: 8,0 mL
Método: Concentraçao de proteínas + eletroforese + densitometria
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Médico neurologista.
Interpretaçao: Uso: auxílio ao diagnóstico dos processos inflamatórios do sistema nervoso central (esclerose múltipla, panencefalite esclerosante, outras doenças degenerativas).
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Proteinas totais : at?40 mg/dL
Pre albumina : at?8,0 %
Albumina : 45,0 a 64,0 %
Alfa1 globulina : 3,0 a 7,0 %
Alfa 2 globulina : 5,0 a 11,0 %
Beta globulina : 13,0 a 25,0 %
Gama globulina : 7,0 a 14,0 %
ELETROFORESE DE PROTEÍNAS - Urina
Código: ELEU
Material: urina jato medio
Sinônimo: Proteinograma
Volume: 20 mL
Volume Lab: 20 mL
Método: Fracionamento com densitometria
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum obrigatório. Hemólise e lipemia podem atuar como interferentes.
Interpretaçao: Ver Eletroforese de Proteínas (C/ Densitometria).
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Proteínas Totais : At?10,0 mg/dL
Albumina : 75,0 a 90,0 %
Alfa-1 Globulina : 9,0 a 11,0 %
Alfa-2 Globulina : 11,0 a 17,0 %
Beta Globulina : 17,0 a 21,0 %
Gama Globulina : 23,0 a 33,0 %
ENTAMOEBA HISTOLYTICA - Antígenos
Código: EH
Material: fezes
Sinônimo:
Volume: 5.0 g
Volume Lab: 5.0 g
Método: ELISA
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Caso exame nao for realizado no momento refrigerar a amostra.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico de E. histolytica nas fezes. No exame microscópico das fezes as duas espécies de Entamoeba histolytica e E. dispar sao morfologicamente identicas. O teste imunoenzimático para a pesquisa do antígeno de E. histolytica (patogenica) faz a discriminaçao das espécies.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Reagente : presença do antigeno
Nao reagente : ausencia do antigeno
Obs :Este exame diferencia a infecçao causada pela
E. histolytica (patogenica) da E. dispar (nao
patogenica)
FALCIZAÇAO - Teste
Código: FALCI
Material: sangue total com EDTA
Sinônimo: Pesquisa de eritrócitos falciformes, Afoiçamento
Volume: 5.0 mL
Volume Lab: 5.0 mL
Método: Microscopia
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Se o exame nao for realizado no mesmo dia, manter a amostra refrigerada, at?no máximo 24 horas entre 4 a 8 graus Celsius (sem contato com gelo).
Interpretaçao: Uso: diagnóstico diferencial de anemias hemolíticas; detecçao de hemoglobinopatias associadas a doença falciforme. O fenômeno falciforme diz respeito a deformaçao na morfologia do eritrócito, devido a presença de hemoglobinas anormais (em especial a HbS; HbI, HbBart, HbC-Georgetown, HbAlexandra, HbC-Harlem, Hb-PortoAlegre, HbMemphis/S, HbC-ziguinchor e HbS-Travis também estao associadas a falcizaçao). A amostra ?submetida a reduçao em vitro; em caso de positividade os eritrócitos assumirao a conformaçao falciforme. A presença do fenômeno da falcizaçao nao ?diagnóstica definitiva para a anemia falciforme/traço falciforme, sendo necessária a confirmaçao pelo estudo específico das hemoglobinas.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Negativo
FATOR ANTI-NUCLEAR (FAN)
Código: FAN3
Material: soro
Sinônimo: FAN, fator anti-núcleo em celulas HEp-2
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Imunofluorescencia Indireta
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum nao obrigatório. Hemólise atua como interferente. H?drogas que podem induzir formaçao de anticorpos anti-nucleares e síndrome semelhante ao lupus eritematoso, como procainamida, hidralazina, anticonvulsivantes, alfa metil dopa e penicilinas.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico de doenças autoimunes sistemicas ou reumáticas. A interpretaçao dos resultados dever?sempre ser levado em consideraçao os títulos e os padroes encontrados. Um FAN positivo nao ?necessariamente diagnóstico de patologia, principalmente quando os títulos sao baixos ( < 1:80) bem como resultados negativos também nao sao necessariamente associados a normalidade. Os padroes de fluorescencia geralmente indicam o grupo de antígenos nucleares envolvidos, indicando posterior investigaçao ou associaçao patológica. Os padroes encontrados podem ser: homogeneo, nucleolar, salpicado, citoplasmático, periférico e centromérico. O estabelecimento destes padroes ?geralmente seguido pela determinaçao mais específica dos anticorpos contra os antígenos a eles associados (ver tabela I). O Hep-2 ?encarado como o melhor substrato no presente em virtude de fornecer melhor sensibilidade e virtualmente todos os antígenos nucleares possíveis, ao invés de cortes e imprints de rato e macaco, por exemplo.Sao considerados de importância clínica resultados superiores a 1:80. Resultados reagentes sao associados a lupus eritematoso sistemico, síndrome de Sjögren, esclerodermia, artrite reumatóide, artrite reumatóide juvenil, lupus discóide, vasculite necrosante, hepatite crônica ativa, fibrose intestinal pulmonar, pneumoconiose e tuberculose. Algumas drogas podem estar associadas ao desenvolvimento de FAN positivo, como procainamida, hidralazina, fenotiazinas, difenilhidantoína, isoniazida, quinidina, entre outros, com títulos detectáveis por meses e at?anos após a interrupçao de sua administraçao. Tabela I - diferentes padroes e possíveis antígenos a eles associados. Padrao: Homogeneo dsDNA, ssDNA, dRNP, histonas (lupus eritematoso sistemico, doenças do tecido conjuntivo, lupus induzido por drogas). Salpicado Sm, U1-nRNP, U2-nRNP, SSA, SSB, PCNA, matriz nuclear, centrômero, coilina p80, PBC-95, Mi-2 (LES, doença mista do tecido conjuntivo, doença de Raynaud, esclerodermia, polimiosite, síndrome de Sjögren, dermatomiosite). Nucleolar Fibrilarina, NOR-90, B23, RNApolI, PM/Scl, Ku, Scl-70, To/Th, Ki/SL, SRP (esclerodermia, hipertensao pulmonar, carcinoma hepatocelular, LES, doenças do tecido conjuntivo, doença de Raynaud, polimiosite, síndrome de Sjögren). Periférico NuMA, HKSP, laminina (síndrome de Sjögren, doenças do tecido conjuntivo, LES, hepatite autoimune ativa, artrite nao erosiva). Citoplasmático RNP citoplasmática, Jo-1, PL7, PL12, mitocôndria, centríolo, centrômero, complexo de Golgi (LES, polimiosite, doença pulmonar intersticial, esclerodermia, cirrose biliar primária, doenças do tecido conjuntivo, síndrome de Raynaud, síndrome de Sjögren, degeneraçao cerebelar).
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Nao reagente
Triagem a partir da titulaçao 80
Para LE valorizar títulos = ou > 160
Falsos negativos : terapia imunossupressora ou
uso de corticóide.
(***) Padronizaçao de resultados conforme o
II Consenso Brasileiro de FAN HEp-2
FATOR DE RISCO DE ENFARTO (ACE)
Código: ACE
Material: sangue total com EDTA
Sinônimo: ACE
Volume: 10.0 mL
Volume Lab: 10.0 mL
Método: Reaçao em cadeia pela polimerase
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Sangue total com EDTA.
Interpretaçao: Indivíduos com genótipo "DD" (sem outros fatores de risco tradicionais, como hiperlipidemia ou obesidade), possuem risco 3,2 vezes maior de desenvolver infarto do miocárdio, quando comparados com aqueles que tem o genótipo "II". Indivíduos com o genótipo "ID" possuem risco intermediário. Este polimorfismo, herdado de maneira mendeliana, pode ser relacionado com cerca de 8% dos casos de infarto na populaçao.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Genotipo 'DD', 'II' e 'ID'.
Individuos c/ Genotipo 'DD' (sem outros fatores de
risco tradicionais,como hiperlipemia ou obesidade)
possuem risco 3,2 vezes maior de desenvolver infar
to do miocardio, quando comparados c/ aqueles que
tem o Genotipo 'II'. Individuos c/ o Genotipo 'ID'
possuem risco intermediario. Polimorfismo, herdado
de maneira mendeliana, pode ser relacionados c/ 8%
dos casos de infarto da populaçao
ACE - Enzima conversora da angiotensina
FATOR REUMATÓIDE
Código: LATEX
Material: soro
Sinônimo: Látex
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Nefelometria
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum obrigatório.
Interpretaçao: Uso: marcador adicional no diagnóstico e avaliaçao de poliartrites inflamatórias. Fator reumatóide (FR) ?o termo empregado para definir autoanticorpos humanos com especificidade para a porçao Fc de moléculas de IgG. Estes sao usualmente da classe IgM, mas ?possível sua presença na forma IgA ou IgG. Estao presentes no soro da maioria dos pacientes com artrite reumatóide, tanto que a presença do fator reumatóide ?um dos critérios incluídos no escore diagnóstico de artrite reumatóide do Colégio Americano de Reumatologia, por exemplo. A simples presença de positividade para FR nao ?diagnóstico de artrite reumatóide: sao necessários outros sinais para o estabelecimento deste diagnóstico. Indivíduos idosos, em especial mulheres, podem apresentar títulos significativos de FR sem a presença de artrite reumatóide. Algumas neoplasias de células B, como mieloma múltiplo, macroglobulinemia de Waldenstron e linfomas, além de leucemia linfocítica crônica podem apresentar títulos significativos de FR. A presença de títulos mais altos de FR pode ser considerada como marcador prognóstico e de severidade da patologia. ?possível o desaparecimento destes títulos, bem como a flutuaçao dos mesmos com o andamento do tratamento ou progressao da doença autoimune. Outras patologias associadas a presença de títulos significativos de FR sao: síndrome de Sjögren, lupus eritematoso sistemico, esclerodermia, dermatomiosite, mononucleose infecciosa, sífilis, tuberculose, hepatites virais, endocardites bacterianas, lepra, sarcoidose, leishmaniose e malária.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: 10,0 a 40,0 UI/mL
Valores inferiores a 10,0 UI/mL ( <10,0 UI/mL)
sao considerados negativos ou nao reagentes.
FENILALANINA - PKU
Código: FENIL
Material: papel de filtro - sangue total
Sinônimo:
Volume: Papel filtro
Volume Lab: Papel Schleicher & Schuell embebido em sangue total
Método: Fluorimétrico
Rotina: 2a e 5a feira
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao envolto em papel alumínio
Coleta: Coleta-se sangue por punçao (lanceta), da regiao calcanhar, goteja-se o sangue em papel filtro (Schleicher & Schuell) deixa secar, envolver em papel alumínio.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico da fenilcetonúria. A fenilcetonúria (PKU) ?uma doença genética autossômica recessiva que decorre da deficiencia ou ausencia da enzima fenilalanina hidroxilase, que atua sobre a fenilalanina, causando o acúmulo deste aminoácido no sangue das pessoas afetadas. A doença, se nao diagnosticada de imediato, pode acarretar grave retardamento mental nos indivíduos portadores. Ver Teste do Pezinho - Perfil 0.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Menor que 3,5 mg/dL
FRAGILIDADE OSMÓTICA
Código: FOS
Material: sangue total c/ Heparina
Sinônimo: Resistencia osmótica eritrocitaria
Volume: 5.0 mL
Volume Lab: 5.0 mL
Método: Colorimétrico (De Dacie)
Rotina: Diária
Resultado:
Temperatura: Refrigerado
Coleta: Jejum obrigatório. Refrigerar a amostra. As células se mantém viáveis at?3-4 dias após a coleta.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico de anemias hemolíticas e esferocitose hereditária. Neste teste os eritrócitos do paciente sao incubados em soluçoes salinas de diferentes tonicidades, para avaliar sua resistencia ou fragilidade osmótica. Valores aumentados: esferocitose hereditária, anemias hemolíticas hereditárias nao esferocíticas, anemias hemolíticas adquiridas (neoplasias, infecçoes, leucemias, gravidez, etc), doença hemolítica do recém-nato e queimaduras. Valores diminuídos: anemias ferroprivas, recém-natos normais, talassemias, anemia falciforme, HbC, pós-esplenectomia, doença hepática e anemias megaloblásticas nutricionais.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: 0,10: 100%
0,20: 99 a 100%
0,30: 90 a 100%
0,40: 50 a 90%
0,50: 00 a 06%
0,60: 00%
0,70: 00%
0,80: 00%
0,90: 00%
GALACTOSE - 1 FOSFATO
Código: GALA
Material: papel de filtro - sangue total
Sinônimo:
Volume: Papel filtro
Volume Lab: Papel filtro
Método: Colorimétrico
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio.
Interpretaçao: Uso: monitoramento de dieta de pacientes com galactosemia; avaliaçao e diagnóstico de galactosemia. A galactosemia ?uma patologia metabólica, causada pela deficiencia de pelo menos uma das tres enzimas envolvidas no metabolismo da galactose, resultando em valores elevados de galactose plasmática com conseqüente atraso no desenvolvimento da criança. A enzima mais freqüentemente envolvida ?a galactose-1-fosfato-uridiltransferase. A patologia ?acompanhada por diarréia e vômito. A remoçao da galactose da dieta pode prevenir a presença de sintomas. Se nao tratada, pode evoluir para cegueira, cirrose e retardo mental. A dosagem da galactose-1-fosfato intraeritrocitária permite o auxílio ao diagnóstico, bem como a presença de níveis elevados pode estar associada a dieta mal conduzida.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Menor que 10,0 mg/dL
GAMA GLUTAMIL TRANSFERASE
Código: GGT
Material: soro
Sinônimo: GGT, gama GT, Gama glumatil transpeptidase
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Enzimático
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum obrigatório. Suspender medicamentos a base de fenitoína, fenobarbital e acetaminofen.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico de doenças obstrutivas hepáticas (especialmente nos casos onde a fosfatase alcalina est?basalmente elevada nos idosos, crianças, gestantes e acometidos por patologias ósseas, por exemplo); marcador auxiliar de alcoolismo crônico. A gama glutamil transferase (gama GT) ?uma enzima envolvida na transferencia de um resíduo gama glutamil de alguns peptídeos para outros compostos (água, aminoácidos e outros peptídeos menores). Fisiologicamente, est?envolvida na síntese protéica e peptídica, regulaçao dos níveis teciduais de glutation e transporte de aminoácidos entre membranas. ?encontrada em vários tecidos: rins, cérebro, pâncreas e fígado (quase a totalidade da gama GT corpórea est?presente nos hepatócitos). No fígado, esta enzima est?localizada nos canalículos das células hepáticas e particularmente nas células epiteliais dos ductos biliares. Devido a esta localizaçao característica, a enzima aparece elevada em quase todas as desordens hepatobiliares, sendo um dos testes mais sensíveis no diagnóstico destas condiçoes. Nas células do parenquima hepático, a enzima ?localizada tipicamente no retículo endoplasmático liso, estando sujeita a induçao microssomal hepática e fazendo dela um marcador sensível a agressoes hepáticas induzidas por medicamentos e álcool. Devido aos efeitos do consumo de álcool nos níveis de gama GT, aceita-se este como um marcador sensível de alcoolismo crônico (embora nao seja um marcador específico), especialmente quando seus aumentos nao sao acompanhados de aumentos similares de outras enzimas hepáticas. Portanto, sua determinaçao parece mais efetiva no monitoramento do tratamento de indivíduos j?diagnosticados. Os níveis de gama GT usualmente retornam ao normal após 15-20 dias da cessaçao da ingestao alcoólica, podendo elevar-se em curto prazo se a ingestao alcoólica ?retomada. Valores aumentados: doenças hepáticas em geral (hepatites agudas e crônicas, carcinomas, cirrose, colestase, metástases etc.), pancreatites, infarto agudo do miocárdio, lupus eritematoso sistemico, obesidade patológica, hipertireoidismo, estados pós-operatórios, carcinoma de próstata, uso de medicamentos hepatotóxicos ou capazes de ativar induçao enzimática (barbituratos, fenitoína, antidepressivos tricíclicos, acetaminofen).
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Homens : 15,0 a 85,0 U/L
Mulheres : 5,0 a 55,0 U/L
GASTRINA
Código: GASTR
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 1,0 mL
Volume Lab: 1,0 mL
Método: Quimioluminescencia
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum obrigatório. Devem ser suspensos medicamentos a base de atropina e cálcio.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico de gastrinomas; diagnóstico de doença ulcerosa péptica e tumores secretores de gastrina; diagnóstico diferencial de síndrome de Zollinger-Ellison. A gastrina ?um polipeptídio hormonal secretado pelas células G da mucosa antral e células duodenais proximais. Tem como funçao o estímulo de secreçao ácida antral, além de açoes em células parietais e outras células da mucosa gástrica. Seus níveis estao associados a ingestao alimentar e idade. Valores aumentados: gastrinoma, anemia perniciosa, gastrite atrófica, síndrome de Zollinger-Ellison, anemia perniciosa.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: 0,0 a 90,0 pg/mL
Novo valor de Referencia a partir do dia 23/06/05
13,0 a 115,0 pg/mL
GENE Ret (Câncer de tiróide) - Pesquisa
Código: RET
Material: sangue total com EDTA
Sinônimo: Propensao ao cancer de tiróide
Volume: 10.0 mL
Volume Lab: 10.0 mL
Método: PCR (Reaçao em Cadeia pela Polimerase)
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Ambiente
Coleta: Coletar 2 tubos de sangue total com EDTA. Enviar em temperatura ambiente. Informaçao a ser adicionada - Enviar questionário preenchido - Termo de consentimento
Interpretaçao: -
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: -
GIARDIA - Pesquisa
Código: GIARD
Material: fezes
Sinônimo:
Volume: 5.0g
Volume Lab: 5.0g
Método: ELISA
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: -
Interpretaçao: Uso: diagnóstico de infecçao por Giardia lamblia. O quadro de giardíase est?clinicamente associado a diarréia crônica, flatulencia, anorexia, déficit ponderal, ausencia de febre e presença de trofozoítos e cistos nas fezes. ?uma infecçao comum no mundo todo, ocorrendo por transmissao fecal-oral (pode estar associada a surtos alimentares ou por contaminaçao da água). Sua prevalencia no Brasil ?grande, em especial entre crianças de famílias de menor poder aquisitivo e/ou internadas em creches. O diagnóstico desta parasitose ?por vezes difícil, uma vez que em processos diarréicos sao liberados trofozoítos menos resistentes, e por vezes a emissao de cistos ?pequena ou at?ausente em certos períodos ("janelas negativas"). Desta forma, resultados negativos em exames parasitológicos de fezes nao excluem a possibilidade de giardíase. O teste de Elisa para antígenos de Giardia sp nas fezes aumenta consideravelmente a sensibilidade do diagnóstico, com natural vantagem na instituiçao terapeutica e controle dos doentes.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Nao Reagente
GLICOSE URINÁRIA - 24h
Código: GLIU
Material: urina 24 horas
Sinônimo: Glicose na urina, Glicosúria
Volume: 20,0 mL
Volume Lab: 20,0 mL
Método: Enzimático/automatizado
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Nao precisa de conservante. Coletar urina durante 24 horas.
Interpretaçao: Uso: monitoramento do metabolismo da glicose. A presença de níveis detectáveis de glicose na urina significa que os níveis plasmáticos excederam o limiar renal da glicose (devido ao fato de que este limiar tenha transitoriamente baixado ou ainda pelas altas concentraçoes séricas de glicose - o limiar renal situa-se em torno de 175-190 mg/dL). ?possível a utilizaçao deste teste em urinas ao acaso e em coletas de tempo marcado (2 horas, 24 horas). Sua comparaçao com a creatinina urinária permite uma melhor interpretaçao. Este exame foi utilizado durante muito tempo para a avaliaçao do controle glicemico em pacientes diabéticos. Com o advento de marcadores mais adequados (HbA1c), o teste passou a ter uma utilidade limitada para o caso. Valores diminuídos: gestantes, síndrome de Fanconi.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: < 0,5 g/24h
GLOBULINA LIGADORA DE TIROXINA
Código: TBG
Material: soro
Sinônimo: TBG, Globulina transportadora de T4
Volume: 2,0 mL
Volume Lab: 2,0 mL
Método: Quimioluminescencia
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Congelar
Coleta: Coletar em tubo sem anticoagulante, separar o soro, congelar.
Interpretaçao: Uso: avaliaçao dos casos onde os níveis de algum hormônio tireoidiano nao se correlacionam com a condiçao clínica e metabólica do paciente. A globulina ligadora de tiroxina (TBG) ?uma glicoproteína produzida no fígado, que liga com alta afinidade T4 e T3. Devido ao fato de que esta proteína ?a principal ligadora de hormônios tireóideos, aumentos ou diminuiçoes em sua concentraçao podem alterar os resultados de T3 e T4 totais no plasma (causando potencial confusao sem a existencia de disfunçao tireóidea). Valores aumentados: gravidez, infância, excesso familiar, hepatites, tratamento com estrogenios, uso de alguns medicamentos. Valores diminuídos: tratamento com esteróides androgenicos, uso de glicocorticóides, síndrome nefrótica, acromegalia, deficiencia familiar.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: 15,3 a 35,9 ug/mL
Valores extraídos p/ software REFVAL obtidos com
populaçao (80 amostras de soro) de homens adultos
e mulheres nao gestantes e saudáveis.
HAEMOPHILUS DUCREYI - Pesquisa
Código: HEMOF
Material: secreçao
Sinônimo:
Volume: Variável
Volume Lab: Variável
Método: Microscopia (Coloraçao de Gram)
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Ambiente
Coleta: Material colhido de lesao.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico de infecçao por Haemophilus ducreyi. O cancro mole, cancróide ou cavalo, ?uma patologia sexualmente transmissível, provocada pelo bacilo Gram negativo Haemophilus ducreyi. Caracteriza-se pela presença de lesoes dolorosas nas regioes sexuais. Seu período de incubaçao ?de cerca de 3-5 dias, podendo ser estendido em at?15 dias. Seu diagnóstico ?realizado clinicamente e através da demonstraçao do agente (por meio de cultura específico, biópsia, ou microscopia direta). Embora a sensibilidade e a especificidade da microscopia direta dependa da experiencia do coletador e do analista, este método permite um diagnóstico presuntivo rápido e barato.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Negativo
HALOPERIDOL
Código: HALO
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 5,0 ml
Volume Lab: 4,0 ml
Método: Cromatografia Líquida de Alta Performance
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar sangue sem anticoagulante. Esperar retrair o coágulo, centrifugar, separar o soro e enviar refrigerado
Interpretaçao: -
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Criança Adultos
Níveis terapeuticos : < 10 ug/L 3 a 25 ug/L
Níveis tóxicos : > 10 ug/L > 100 ug/L
Obs. Alguns pacientes requerem concentraçoes plas-
máticas mais elevadas para que se obtenha o efeito
terapeutico, nao exibindo sinais de toxicidade. J?br> outros pacientes exibem toxidade dentro da faixa
terapeutica. De uma forma mais clara do que a maio
ria das drogas, a dose deve ser individualizada
para cada paciente. Deve-se procurar atingir a
concentraçao plasmática mais baixa possível na
qual o efeito terapeutico se manifeste.
HCG - GONADOTROFINA CORIÔNICA - Quantitativo
Código: HCGQ
Material: soro
Sinônimo: Gonadotrofina coriônica - fraçao Beta
Volume: 1,0 mL
Volume Lab: 1,0 mL
Método: Quimioluminescencia
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum nao obrigatório. Hemólise pode atuar como interferente.
Interpretaçao: Uso: teste de determinaçao de gravidez (em situaçoes normais); monitoramento de inseminaçao artificial ou fertilizaçao em vitro; diagnóstico e monitoramento de tumores trofoblásticos gestacionais; teste de triagem pr?natal para síndrome de Down; diagnóstico de gravidez ectópica na diferenciaçao de outras causas de dor aguda abdominal; diagnóstico e acompanhamento de aborto espontâneo. O hCG ?um hormônio protéico produzido pela placenta e células trofoblásticas, composto de subunidades alfa e beta. A subunidade alfa est?presente em outros hormônios, enquanto que a beta est?presente exclusivamente no hCG. A secreçao de hCG serve para estimular a produçao de progesterona pelo corpo lúteo, na fase inicial da gravidez, sendo fundamental para o desenvolvimento do processo. No período em que as concentraçoes de hCG começam a diminuir, a placenta est?suficientemente desenvolvida para produzir quantidade suficiente de progesterona, para manter o endométrio e permitir que a gestaçao continue. Além disto, o hCG estimula o desenvolvimento fetal das gônadas e a síntese de androgenios pelos testículos fetais. A dosagem de hCG ?utilizada primariamente para o diagnóstico da gravidez. Com o aprimoramento das técnicas quantitativas do mercado, ?possível a detecçao de hCG em cerca de 1-4 dias após a fertilizaçao, o que permite um diagnóstico da condiçao antes mesmo do atraso menstrual. As concentraçoes de hCG praticamente dobram a cada 48 horas durante uma gestaçao inicial normal, at?em torno da 6a semana, quando seus níveis começam a decrescer lentamente. Com a finalidade da determinaçao da gravidez, níveis acima de 30 mUI/mL sao associados a processos gestacionais (outrora chamados "testes positivos"). Níveis inferiores a este valor podem estar associados a processos gestacionais muito recentes, a ponto de nao haver hCG suficiente para o estabelecimento do diagnóstico (especialmente antes do atraso menstrual). Em condiçoes precoces, ?necessária a dosagem repetida, em duas ou tres ocasioes, separadas por dois ou tres dias cada. A observaçao de um padrao crescente da concentraçao do hormônio pode ser facilmente associada a gravidez. A mesma lógica segue o diagnóstico de aborto espontâneo; em determinaçoes seriadas durante as primeiras semanas gestacionais, a concentraçao sérica do hormônio encontra-se decrescente. A determinaçao quantitativa do hCG no segundo trimestre da gravidez pode ser utilizada como marcador de risco para o desenvolvimento de síndrome de Down (realizada em associaçao com alfafetoproteína), embora esta modalidade seja discutível e sujeita a uma série de interferentes. Valores aumentados: tumores gestacionais trofoblásticos benignos ou malignos (coriocarcinoma, carcinoma embrional, mola hidatiforme, mola parcial, etc.), outros tumores (especialmente tumores testiculares). Resultados falso-positivos: uso de medicamentos (pregnil, por exemplo), em estados pós-orquiectomia (secundário a diminuiçao de testosterona), usuários de maconha. Em mulheres grávidas, valores inesperadamente diminuídos de beta-hCG podem estar associados a gestaçoes ectópicas.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Gravidez - 1a semana : 10- 30 mUI/mL
2a semana : 30- 100 mUI/mL
3a semana : 100- 1000 mUI/mL
4a semana : 1000- 10000 mUI/mL
2o e 3o mes : 30000-100000 mUI/mL
2o trimestre: 10000- 30000 mUI/mL
3o trimestre: 5000- 15000 mUI/mL
Obs: >30,0mUI/mL sugestivo de gravidez. Outras con
diçoes clinicas podem apresentar valores elevados.
Uso de Pregnyl pode levar resultado falso positivo
HERPES ZOSTER - Anticorpos IgG
Código: HERPZG
Material: soro
Sinônimo: Varicela - Zoster, catapora
Volume: 2.0 mL
Volume Lab: 2.0 mL
Método: Imunoenzimático
Rotina: 3a e 5a feira
Resultado:
Temperatura: Congelar
Coleta: Coletar em tubo sem anticoagulante, separar o soro, congelar e enviar.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico de varicela zoster. A varicela zoster (mais conhecida como catapora) e o herpes zoster sao duas manifestaçoes clínicas conhecidas, que podem ser produzidas por um agente etiológico comum, o vírus varicela-zoster. O herpes zoster ?essencialmente uma doença de adultos (na maioria dos casos presente em pacientes com mais de 50 anos). O herpes zoster consiste em uma erupçao vesicular aguda, devida ao vírus varicela-zoster. Para o diagnóstico clínico devem ser evidenciados: dor ao longo do trajeto de um nervo, seguida de lesoes vesiculares agrupadas e dolorosas, e envolvimento unilateral (algumas lesoes podem ocorrer fora do dermátomo afetado; lesoes presentes usualmente na face ou tronco). Embora a maioria dos casos de varicela ou zoster seja clinicamente inequívoca, a sorologia pode ser útil no diagnóstico diferencial de outros exantemas, ou ainda quando a infecçao apresentar complicaçoes incomuns, como a hepatite. A presença de anticorpos da classe IgM ou aumento significativo de títulos de anticorpos IgG entre duas amostras coletadas em intervalos de 2 semanas sugere infecçao recente.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Nao Reagente
Reagente :Infecçao pregressa
IgE ESPECÍFICO - Corante vermelho
Código: CORVER
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Quimioluminescencia
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum de 4h ou conforme orientaçao médica. Se o exame nao for realizado no mesmo dia congelar a amostra.
Interpretaçao: Uso: detecçao de possíveis respostas alérgicas a várias substâncias específicas ambientais, de natureza animal ou vegetal ou mesmo sintética, respiratórias ou alimentares; diagnóstico diferencial de eczema atópico, alergias respiratórias e asma. A imunoglobulina E ?uma classe de anticorpos que medeia uma variedade de reaçoes de hipersensibilidade, por degranulaçao de basófilos e mastócitos. A presença de IgE específica para determinado alérgeno, em quantidades superiores ao referencial, pode estar associada a um aumento de risco relativo para o desenvolvimento de sintomas de hipersensibilidade mediada por IgE, principalmente em indivíduos atópicos. Os níveis de IgE específica nem sempre estao associados a severidade dos quadros.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Concentraçao de anticorpos IgE especificos (KU/L)
Classe 0: < 0,10 : Ausente ou indetectável
Classe 0: 0,10 a 0,34 : Muito baixo
Classe 1: 0,35 a 0,69 : Baixo
Classe 2: 0,70 a 3,49 : Moderado
Classe 3: 3,50 a 17,49 : Alto
Classe 4: 17,50 a 52,49 : Muito alto
Classe 5: 52,50 a 99,99 : Muito alto
Classe 6: >= 100 : Extremamente alto
*Classe 0 nao detectável pela 2a geraçao de testes
IgE ESPECÍFICO (B24) - TABACO
Código: B24
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Quimioluminescencia
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum de 4h ou conforme orientaçao médica. Se o exame nao for realizado no mesmo dia congelar a amostra.
Interpretaçao: Uso: detecçao de possíveis respostas alérgicas a várias substâncias específicas ambientais, de natureza animal ou vegetal ou mesmo sintética, respiratórias ou alimentares; diagnóstico diferencial de eczema atópico, alergias respiratórias e asma. A imunoglobulina E ?uma classe de anticorpos que medeia uma variedade de reaçoes de hipersensibilidade, por degranulaçao de basófilos e mastócitos. A presença de IgE específica para determinado alérgeno, em quantidades superiores ao referencial, pode estar associada a um aumento de risco relativo para o desenvolvimento de sintomas de hipersensibilidade mediada por IgE, principalmente em indivíduos atópicos. Os níveis de IgE específica nem sempre estao associados a severidade dos quadros.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Concentraçao de anticorpos IgE especificos (KU/L)
Classe 0: < 0,10 : Ausente ou indetectável
Classe 0: 0,10 a 0,34 : Muito baixo
Classe 1: 0,35 a 0,69 : Baixo
Classe 2: 0,70 a 3,49 : Moderado
Classe 3: 3,50 a 17,49 : Alto
Classe 4: 17,50 a 52,49 : Muito alto
Classe 5: 52,50 a 99,99 : Muito alto
Classe 6: >= 100 : Extremamente alto
*Classe 0 nao detectável pela 2a geraçao de testes
IgE ESPECÍFICO (C73) - Drogas - Insulina humana
Código: C73
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Quimioluminescencia
Rotina: Sábado
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum de 4h ou conforme orientaçao médica. Se o exame nao for realizado no mesmo dia congelar a amostra.
Interpretaçao: -
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Classe 0: < 0,10 : Ausente ou indetectável
Classe 0: 0,10 a 0,34 : Muito baixo
Classe 1: 0,35 a 0,69 : Baixo
Classe 2: 0,70 a 3,49 : Moderado
Classe 3: 3,50 a 17,49 : Alto
Classe 4: 17,50 a 52,49 : Muito alto
Classe 5: 52,50 a 99,99 : Muito alto
Classe 6: >= 100 : Extremamente alto
*Classe 0 nao detectável pela 2a geraçao de testes
IgE ESPECÍFICO (E1) - Epitélios - Caspa de gato
Código: E1.
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Quimioluminescencia
Rotina: 2a,4a,6a feira
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum de 4h ou conforme orientaçao médica. Se o exame nao for realizado no mesmo dia congelar a amostra.
Interpretaçao: -
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Concentraçao de Anticorpos IgE específicos (KU/L)
Classe 0: < 0,10 : Ausente ou indetectável
Classe 0: 0,10 a 0,34 : Muito baixo
Classe 1: 0,35 a 0,69 : Baixo
Classe 2: 0,70 a 3,49 : Moderado
Classe 3: 3,50 a 17,49 : Alto
Classe 4: 17,50 a 52,49 : Muito alto
Classe 5: 52,50 a 99,99 : Muito alto
Classe 6: >= 100 : Extremamente alto
*Classe 0 nao detectável pela 2a geraçao de testes
IgE ESPECÍFICO (E88) - Epitélios - Ratinho
Código: E88
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Quimioluminescencia
Rotina: 2a,4a,6a feira
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum de 4h ou conforme orientaçao médica. Se o exame nao for realizado no mesmo dia congelar a amostra.
Interpretaçao: -
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Concentraçao de Anticorpos IgE específicos (KU/L)
Classe 0: < 0,10 : Ausente ou indetectável
Classe 0: 0,10 a 0,34 : Muito baixo
Classe 1: 0,35 a 0,69 : Baixo
Classe 2: 0,70 a 3,49 : Moderado
Classe 3: 3,50 a 17,49 : Alto
Classe 4: 17,50 a 52,49 : Muito alto
Classe 5: 52,50 a 99,99 : Muito alto
Classe 6: >= 100 : Extremamente alto
*Classe 0 nao detectável pela 2a geraçao de testes
IgE ESPECÍFICO (F55) - Alimentos - Milho comum
Código: F55
Material: soro
Sinônimo: Milho muído comum
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Quimioluminescencia
Rotina: 2a,4a,6a feira
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum de 4h ou conforme orientaçao médica. Se o exame nao for realizado no mesmo dia congelar a amostra.
Interpretaçao: -
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Concentraçao de Anticorpos IgE específicos (KU/L)
Classe 0: < 0,10 : Ausente ou indetectável
Classe 0: 0,10 a 0,34 : Muito baixo
Classe 1: 0,35 a 0,69 : Baixo
Classe 2: 0,70 a 3,49 : Moderado
Classe 3: 3,50 a 17,49 : Alto
Classe 4: 17,50 a 52,49 : Muito alto
Classe 5: 52,50 a 99,99 : Muito alto
Classe 6: >= 100 : Extremamente alto
*Classe 0 nao detectável pela 2a geraçao de testes
IgE ESPECÍFICO (K20) - Ocupacionais - La
Código: k20
Material: soro
Sinônimo: Grao de girassol
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Quimioluminescencia
Rotina: 2a,4a,6a feira
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum de 4h ou conforme orientaçao médica. Se o exame nao for realizado no mesmo dia congelar a amostra.
Interpretaçao: -
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Concentraçao de Anticorpos IgE específicos (KU/L)
Classe 0: < 0,10 : Ausente ou indetectável
Classe 0: 0,10 a 0,34 : Muito baixo
Classe 1: 0,35 a 0,69 : Baixo
Classe 2: 0,70 a 3,49 : Moderado
Classe 3: 3,50 a 17,49 : Alto
Classe 4: 17,50 a 52,49 : Muito alto
Classe 5: 52,50 a 99,99 : Muito alto
Classe 6: >= 100 : Extremamente alto
*Classe 0 nao detectável pela 2a geraçao de testes
IgE ESPECÍFICO (T9) - Árvores - Oliveira
Código: T9
Material: soro
Sinônimo: Zambujeiro
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Quimioluminescencia
Rotina: 2a,4a,6a feira
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum de 4h ou conforme orientaçao médica. Se o exame nao for realizado no mesmo dia congelar a amostra.
Interpretaçao: -
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Concentraçao de Anticorpos IgE específicos (KU/L)
Classe 0: < 0,10 : Ausente ou indetectável
Classe 0: 0,10 a 0,34 : Muito baixo
Classe 1: 0,35 a 0,69 : Baixo
Classe 2: 0,70 a 3,49 : Moderado
Classe 3: 3,50 a 17,49 : Alto
Classe 4: 17,50 a 52,49 : Muito alto
Classe 5: 52,50 a 99,99 : Muito alto
Classe 6: >= 100 : Extremamente alto
*Classe 0 nao detectável pela 2a geraçao de testes
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KAPPA - Cadeia leve
Código: KAPPA
Material: soro
Sinônimo: KAPP (superfície)
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Nefelometria
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum obrigatório.
Interpretaçao: Kappa ?um tipo de cadeia leve de imunoglobulinas, produzida cerca de duas vezes a mais do que a cadeia leve Lambda. Est?presente em gamopatias monoclonais malignas (mieloma, macroglobulinemia de Waldenstron).
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: 625,0 a 1668,0 mg/dL
LACTATO DESIDROGENASE - LDH
Código: LDH
Material: soro
Sinônimo: LDH, Dehidrogenase láctica
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Enzimático
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum nao obrigatório. Hemólise pode interferir no resultado.
Interpretaçao: Valores aumentados: proliferaçao de células neoplásicas, infarto do miocárdio, anemias hemolíticas, anemias megaloblásticas, infarto pulmonar, choque e hipóxia intensos, doenças hepáticas (hepatite, alcoolismo). Interferentes: hemólise +, lipemia -.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Novos valores de referencia a partir de 01/04/07:
Adulto : 135,0 a 214,0 U/L
Crianças (2-15 anos) : 120,0 a 300,0 U/L
Recém-nascidos (4-20 dias): 225,0 a 600,0 U/L
Valores anteriores:
Adulto : 240,0 a 480,0
LAMBDA - Cadeia leve
Código: LAM
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Nefelometria
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum obrigatório.
Interpretaçao: Lambda ?um tipo de cadeia leve de imunoglobulinas. Est?presente em gamopatias monoclonais malignas (mieloma, macroglobulinemia de Waldenstron).
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: 368,0 a 803,0 mg/dL
LAMOTRIGINA
Código: LAMT
Material: soro
Sinônimo: Príncipio ativo do medicamento LAMICTAU
Volume: 3,0 mL
Volume Lab: 3,0 mL
Método: HPLC
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar o material 1 hora antes de tomar o medicamento. O paciente j?deve estar tomando o medicamento a pelo menos 15 dias.
Interpretaçao: Uso: controle de tratamento das epilepsias refratárias. O mecanismo de açao desta droga epiléptica ?a liberaçao de neurotransmissores excitatórios, como o glutamato. A lamotrigina possui meia-vida de 30 horas. O resultado do nível sérico de lamotrigina encontrado em um paciente deve ser avaliado em conjunto com os dados clínicos.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: 1.0 a 3.0 ug/mL
As faixas terapeuticas e toxicas sao desconhecidas
Valores entre 0,5 a 4,5 ug/mL sao vistos com doses
de 100 a 600 mg/dia.
LEPTINA
Código: LEPT
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 3,0 mL
Volume Lab: 3,0 mL
Método: Enzimaimunoensaio
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum de 12 horas. Coletar soro. Soros lipemicos ou hemolizados alteram os resultados.
Interpretaçao: -
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Mulheres de peso normal : at?15,1 ng/mL
Homens de peso normal : 2,0 a 5,63 ng/mL
Obsesos : IMC > 27 : 7,02 a 55,04 ng/mL
IMC - Indice de massa corporal
LEPTOSPIROSE - Anticorpos IgG (IF)
Código: LEPTOIFG
Material: soro
Sinônimo: Doença de Weil
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Imunofluorescencia Indireta
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Congelar
Coleta: Se nao for realizado no mesmo dia, congelar amostra.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico sorológico de infecçoes por Leptospira sp. A sorologia para o diagnóstico ?de grande importância, uma vez que as manifestaçoes clínicas da doença sao polimórficas, dificultando, na maioria das vezes, a confirmaçao diagnóstica. Os anticorpos IgM sao detectados 4 a 5 dias após os sintomas clínicos, podendo permanecer durante meses. O diagnóstico de leptospirose se baseia na história, no quadro clínico e nos resultados dos exames laboratoriais solicitados. O hemograma pode mostrar anemia, leucocitose com desvio a esquerda e trombocitopenia. Aumento na CPK (creatinina fosfoquinase) associada a quadro clínico sugestivo, pode ser considerado forte evidencia de leptospirose.O diagnóstico ?confirmado com duas amostras de soro colhidas com intervalo de 15 dias, verificando-se um aumento de 4 vezes no título da primeira para a segunda amostra. Os sintomas da leptospirose aparecem entre dois e trinta dias após a infecçao, sendo o período de incubaçao médio de dez dias. Febre alta, sensaçao de mal estar, dor de cabeça constante e acentuada, dor muscular intensa, cansaço e calafrios estao entre as manifestaçoes da doença. A partir do terceiro dia de doença pode surgir icterícia (olhos amarelados) nos enfermos que apresentam casos mais graves (cerca de 10%). Nesse grupo, aparecem manifestaçoes hemorrágicas (equimoses, sangramentos em nariz, gengivas e pulmoes) e o funcionamento inadequado dos rins, o que causa diminuiçao do volume urinário e, as vezes, anúria total . Alguns autores recomendam, para a imunfluorescencia indireta, um título de 1/100 como cut off , com sensibilidade maior que 95% (2,3)e consideram a IFI como o teste ideal para o diagnóstico na fase aguda da doença.Usando um cut off de 1/400 ou mais, h?um significante aumento da sensibilidade e especificidade para o diagnóstico laboratorial da leptospirose(3). Bibliografia -1. Joshi S, Bal A, Bharadwaj R, Kumbhar R, Kagal A, Arjunwadkar V. Role of IgM specific indirect immunofluorescence assay in diagnosing an outbreak of leptospirosis. Indian J Pathol Microbiol ;45(1):75-7,2002. 2.Appassakij H, Silpapojakul K, Wansit R, Woodtayakorn J. Evaluation of the immunofluorescent antibody test for the diagnosis of human leptospirosis. Am J Trop Med Hyg ;52(4):340-3,1995. 3.Pradutkanchana S, Pradutkanchana J, Khuntikij P. Detection of IgM specific antibody using indirect immunofluorescent assay for diagnosis of acute leptospirosis. J Med Assoc Thai ;86(7):641-6,2003.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Nao reagente : títulos inferior a 1/100
Reagente: > ou = a 1/100
O isotipo de anticorpo anti Leptospira
predominante ?a IgM e pode permanecer positivo
por vários meses (at?12-18 meses). O isotipo IgG
?raramente detectado e nao ?considerado um bom
marcador para o diagnóstico.
Os anticorpos do tipo IgM podem ser detectados
5 dias após os sintomas (sensibilidade de 70%) e
após 2 semanas (sensibilidade > 95%).
Referencia
Pradutkanchana S, Pradutkanchana J, Khuntikij P.
Detection of IgM specific antibody using indirect
immunofluorescent assay for diagnosis of acute
leptospirosis. J Med Assoc Thai ;86(7):641-6,2003.
LINFÓCITOS CD4
Código: CD4
Material: sangue total com EDTA
Sinônimo:
Volume: 5.0 mL
Volume Lab: 5.0 mL
Método: Citometria de Fluxo
Rotina: Diária
Resultado:
Temperatura: Ambiente
Coleta: Necessário 5,0 mL de sangue total c/ EDTA. Enviar cópia do Hemograma.
Interpretaçao: Ver Linfócitos subpopulaçao linfocitaria CD4, CD8 e CD3.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Adultos
Linfócitos Totais : 1150 a 4590/mm3
Linfócitos T Auxliadores - CD4 : 508 a 2480/mm3
% CD4 : 35 a 60%
LIPASE
Código: LIPAS
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Enzimático
Rotina: Diária
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum obrigatório. Coletar soro
Interpretaçao: Uso: diagnóstico de pancreatites. A lipase tem sensibilidade e especificidade maior que a amilase para o diagnóstico de pancreatites (em parotidites nao est?aumentada). No líquido ascítico, a lipase pode apresentar níveis elevados em pancreatites em atividade. Valores aumentados: pancreatites (permanece elevada mais tempo que a amilase em fase aguda de pancreatite), cistos ou pseudocistos pancreáticos, peritonites.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: * Novo valor de Referencia a partir 19/10/2006
Inferior a 60,0 U/L

Valor de Referencia antigo : 153,0 a 331,0 U/L
LÍQUIDO ASCÍTICO - Rotina
Código: LIQAS
Material: liquido ascitico
Sinônimo:
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Citológico
Rotina: Diária
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Anotar cor, aspecto, pH, densidade. Coleta por médico assistente.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico das peritonites. O termo "ascite" denota acúmulo patológico de fluido na cavidade peritoneal. Homens hígidos apresentam pouco ou nenhum fluido intraperitoneal, mas mulheres podem normalmente conter at?20 mL, dependendo da fase do ciclo menstrual. As causas da ascite podem ser classificadas em duas categorias fisiopatológicas: a que est?associada com peritônio normal e a que ocorre devido ao peritônio enfermo. A causa mais comum de ascite ?a hipertensao portal secundária a doenças crônicas do fígado, que corresponde a mais de 80% dos pacientes com ascite. As causas mais comuns de ascite nao hipertensiva incluem infecçoes (tubérculos), malignidade intra-abdominal, enfermidades inflamatórias do peritônio e lesoes ductais (quilosa, pancreática, biliar). Avaliaçao laboratorial: - Contagem de células: o fluído ascítico normal contém menos de 500 leucócitos/uL e menos de 250 polimorfonucleares/uL. Uma condiçao inflamatória pode causar uma contagem elevada de leucócitos. Uma contagem maior que 250 polimorfonucleares ?altamente suspeita de peritonite bacteriana, seja peritonite espontânea primária ou peritonite secundária. Uma contagem de leucócitos elevada com predomínio de linfócitos pode ser suspeita de tuberculose ou carcinomatose peritoneal. - Proteína total e albumina: o gradiente albumina sérica - ascite ?o melhor teste isolado para classificaçao da ascite em causas hipertensivas portal e nao hipertensivas portal. O gradiente ?calculado subtraindo-se a albumina do fluído ascítico da albumina sérica. Um gradiente maior que 1,1 g/dL sugere fortemente hipertensao portal subjacente, enquanto gradientes menores que 1,1 g/dL implicam em causas nao hipertensivas portais da ascite. A proteína total fornece pistas adicionais. Um gradiente de albumina sérica - ascite elevado e um nível elevado de proteínas (> 2,5 g/dL) sao vistos na maior parte dos casos de congestao hepática secundária a doença cardíaca ou síndrome de Budd-Chiari. Dois terços dos pacientes com ascite por malignidade apresentam nível de proteína >2,5 g/dL. - Bacterioscopia pelo Gram e cultura: usados com a finalidade de detectar peritonites bacterianas. A sensibilidade da cultura aumenta muito quando o laboratório faz a cultura diretamente em frascos de hemocultura. - Dosagem de glicose, LDH e amilase: úteis na distinçao entre peritonite bacteriana espontânea e peritonite bacteriana secundária. Os níveis de glicose estao reduzidos em pacientes com peritonite tuberculosa. A amilase elevada pode sugerir ascite pancreática.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: pH : 7,3
Hemacias : < 150/uL
Leucócitos : < 500/uL
Neutrófilos : < 50%
Linfócitos : < 50%
Monócitos : < 20%
Eosinófilos : < 10%
Lactato desidrogenase - LHD : At?200,0 U/L
Amilase : At?300,0 U/L
Proteínas totais : < 3,0 g/dL
MACONHA - CANABINÓIDES - THC
Código: MACON
Material: urina
Sinônimo: Pesquisa de maconha
Volume: 10,0 mL
Volume Lab: 10,0 mL
Método: Quimioluminescencia
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar urina amostra isolada
Interpretaçao: Uso: detecçao de drogas de abuso.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Negativo : < 50,0 ng/mL
Positivo : > 50,0 ng/mL
Seg. SAMHSA (Substance Abuse and Mental Services
Administration - USA) 06/1994.
Resultados < 15 ng/mL sao considerados absolutamen
te negativos (limitaçoes da metodologia).
MACROPROLACTINA
Código: MACRO
Material: soro
Sinônimo: PRL
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Quimioluminescencia, precipitaçao com PEG
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum nao necessário. Colher de preferencia com paciente em repouso.
Interpretaçao: Uso: A pesquisa de macroprolactina ?importante em todos os casos em que níveis elevados de prolactina forem encontrados, especialmente nos pacientes oligo ou assintomáticos. Assim, procedimentos propedeuticos de alto custo e risco para o paciente podem ser evitados. A prolactina ?um hormônio bastante heterogeneo e, do ponto de vista de peso molecular, existem tres formas principais em circulaçao: monômero de 23kDa, dímero (big prolactin) de 45kDa e macroprolactina (big-big prolactin) de peso molecular acima de 150kDa. Em condiçoes normais ou em pacientes com hiperprolactinemia sintomática, predomina em circulaçao a forma monomérica. A macroprolactina ?constituída, na maioria dos casos, por uma associaçao entre uma molécula de prolactina e uma de IgG, o que leva a uma meia-vida mais longa e atividade biológica menor. A pesquisa da macroprolactina ?feita por método de precipitaçao com polietilenoglicol (PEG) e estudo da recuperaçao após a precipitaçao. Se a recuperaçao pós precipitaçao ?inferior a 30%, considera-se que h?predominância de formas de alto PM (macroprolactina). Se a recuperaçao ?superior a 65%, predominam as formas monoméricas. Nos casos de recuperaçao intermediária, ?necessário utilizar a cromatografia do soro em coluna de filtraçao para caracterizaçao mais apurada. Interferentes: bloqueadores do receptor de dopamina, antidepressivos, drogas para tratamento de hiperprolactinemia e neurolépticos. Bibliografia: GLEZER, Andrea, D'ALVA, Catarina Brasil, BRONSTEIN, Marcello Delano et al. Macroprolactina e incidentaloma hipofisário. Arq Bras Endocrinol Metab, Mar./Apr. 2001, vol.45, no.2, p.190-198. VIEIRA, Jos?Gilberto H. Macroprolactinemia. Arq Bras Endocrinol Metab, Feb. 2002, vol.46, no.1, p.45-50.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Maior que 60% :Ausencia de macroprolactina
Entre 30% e 60%:Intermediária
Menor que 30% :Presença de macroprolactina (big)
MANGANES SANGUÍNEO
Código: MANGAS
Material: sangue total c/ Heparina
Sinônimo:
Volume: 5.0 mL
Volume Lab: 5.0 mL
Método: Espectrofotometria de Absorçao atômica
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar 5,0 mL de sangue com heparina..
Interpretaçao: Uso: avaliaçao da toxicidade ao manganes. A toxicidade pelo manganes ocorre com mineiros, trabalhadores de fundiçao, soldadores, cerâmica, verniz. Valores aumentados: hepatite aguda, infarto do miocárdio. Valores diminuídos: fenilcetonúria, malformaçao óssea (alguns pacientes). A deficiencia de manganes nao ?uma ocorrencia comum, pois as fontes alimentares preveem uma provisao adequada deste elemento essencial.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: at?10 ug/L
MATURIDADE FETAL - Teste
GLOBULINA LIGADORA DE TIROXINA
Código: TMF
Material: liquido amniotico
Sinônimo: Teste de Maturidade fetal, Teste de Clements
Volume: 2.0 mL
Volume Lab: 2.0 mL
Método: Creat. seg. Pitkin e Zwirek
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Médico assistente.
Interpretaçao: Uso : Exames uteis para análise da maturidade fetal.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Creatinina
Feto maduro : > 2,0 mg/dL
Valores limites : 1,5 a 1,9 mg/dL
Feto imaturo : < 1,5 mg/dL
Celulas orangiofilas
34a semana : < 1%
34a a 38a semanas : 1 a 10%
38a a 40a semanas : 10 a 50%
40a semanas acima : > 50%
Teste de Clements
1o Tubo : 33 %
2o Tubo : 66 %
3o Tubo : 100% Indicando maturidade pulmonar
A positividade ?indicada pelo aparecimento de es-
puma estável.
METACROMASIA - pesquisa
Código: METACRO
Material: urina - amostra isolada
Sinônimo: Pesquisa de metacromasia na urina
Volume: 20,0 mL
Volume Lab: 20,0 mL
Método: Microscopia após coloraçao
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum nao obrigatório.
Interpretaçao: Uso: Leucodistrofia Metacromática Doença autossômica recessiva causada pela deficiencia de arilsulfatase A (cerebrosídeo sulfatase). O termo 'metacromática' ?usado porque o material lipídico intracelular acumulado ?corado de marrom ou dourado pelo azul de toluidina (corante utilizado para exames histológicos). As alteraçoes na forma infantil manifestam-se geralmente entre um ano e meio e dois anos de idade e caracterizam-se, inicialmente, por distúrbio da marcha, reflexos profundos diminuídos e tônus muscular diminuído. Perda cognitiva e aumento do tônus muscular ocorrem a medida que a doença progride. Existem também as formas juvenis e adulta, que apresentam curso mais protraído e manifestaçoes variáveis conforme o tipo. As formas juvenis apresentam heterogeneidade clínica, iniciando-se entre quatro e 12 anos de idade, evoluindo com dificuldades cognitivas, déficit de equilíbrio e incoordenaçao, movimentos involuntários, atrofia do nervo óptico e aumento do tônus muscular nos quatro membros. A forma adulta inicia-se na puberdade e evolui com perdas cognitivas, psicose, déficit de equilíbrio e incoordenaçao e distúrbio dos movimentos nos quatro membros com aumento do tônus muscular. H? ainda, uma forma rara de leucodistrofia metacromática causada, nao pela deficiencia da arilsulfatase A, mas da proteína ativadora do cerebrosídeo (SAP-1). O quadro clínico ?indistinguível da forma juvenil. ?possível haver deficiencia de arilsulfatase A sem o desenvolvimento de leucodistrofia metacromática, devido a presença de alelos mutantes que determinam baixa atividade da enzima (alelos da pseudo-deficiencia de arilsulfatase A). A atividade enzimática pode superpor-se a de indivíduos com leucodistrofia metacromática, quando em homozigose. Estima-se que este alelo tenha frequencia relativamente alta na populaçao em geral.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Ausente
METIL ETIL CETONA
Código: MEEC
Material: urina do final da jornada de trabalho
Sinônimo:
Volume: 50 ml
Volume Lab: 50 ml
Método: Cromatografia gasosa
Rotina: 2a e 5a feira
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar urina do final da jornada de trabalho e enviar refrigerada.
Interpretaçao: Uso: indicador de avaliaçao das exposiçoes ocupacionais. A principal açao da metil etil cetona no organismo ?a depressao do sistema nervoso central, produzindo narcose.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Nao definido
I.B.M.P : 2,00 mg/L
METILENOTETRAIDROFOLATO REDUTASE, Mutaçao C677T
Código: MUTC677T
Material: sangue total com EDTA
Sinônimo:
Volume: 10.0 mL
Volume Lab: 10.0 mL
Método: Amplificaçao por PCR seguido de digestao com a enzima de restriçao Taq I
Rotina: Diária
Resultado:
Temperatura: Ambiente
Coleta: Coletar 2 tubos de sangue total com EDTA. Enviar em temperatura ambiente.
Interpretaçao: -
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: wt/wt : genótipo normal (homozigoto normal)
wt/mut : uma cópia do gene possui a mutaçao a
outra ?normal (heterozigoto)
mut/mut : ambas as cópias do gene possuem a muta-
çao (homozigoto afetado)
Hiperhomocisteinemia pode estar associada a menor
atividade da enzima MTHFR, e esta diminuiçao pode
estar associada a mutaçoes no gene dets enzima. A
mutaçao mais frequente ?a C677T, presente em at?br> metade da populaçao em sua forma heterozigota e em
at?5-16% na forma homozigota.
MICROSPORIDEOS - Pesquisa
Código: MICROS
Material: raspado de cornea
Sinônimo:
Volume:
Volume Lab: 5g de fezes
Método: Ziehl - Neelsen Modificado
Rotina: Diária
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Fezes recente,raspado de cornea, escarro e outros
Interpretaçao: -
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Negativa
MIOGLOBINA
Código: MIO
Material: soro
Sinônimo: MIO
Volume: 2.0 mL
Volume Lab: 2.0 mL
Método: Quimioluminescencia
Rotina: Diária
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum nao necessário.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico de infarto do miocárdio. A mioglobina ?uma proteína monomérica do grupo heme, consistindo em um polipeptídio esferóide que contém 153 aminoácidos. A mioglobina ?estruturalmente relacionada a hemoglobina. Durante o curso de um infarto do miocárdio, a mioglobina ?liberada do músculo esquelético cardíaco, podendo alcançar níveis 5-10 vezes maiores que o normal, durante as primeiras 5-18 horas. Correlaciona-se bem com as elevaçoes da creatina quinase, retornando a valores normais após 24 horas. Valores aumentados: após traumas, injeçoes intramusculares, miopatias, uremias, insuficiencia renal. Valores diminuídos: polimiosite, artrite reumatóide, miastenia gravis. Interferentes: lovastatina.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: At?100,0 ug/L
MONONUCLEOSE - Anticorpos heterófilos
Código: MONOC
Material: soro
Sinônimo: Sorologia para o vírus Epstein baar, Paul Bunnel
Volume: 2.0 mL
Volume Lab: 2.0 mL
Método: Aglutinaçao
Rotina: Diária
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum nao obrigatório. Coletar soro.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico da mononucleose infecciosa; pesquisa de anticorpos heterófilos. Os anticorpos heterófilos reagem com antígenos de superfície de eritrócitos de carneiro e cavalo, mas nao com antígenos de células renais de cobaia. Estes anticorpos estao presentes em cerca de 90% dos pacientes com mononucleose infecciosa (MI), durante algum momento da evoluçao da doença. Os títulos de anticorpos heterófilos diminuem após a fase aguda da mononucleose infecciosa, podendo ser detectados at?9 meses após o início da doença. A presença de anticorpos heterófilos em crianças pode dar resultados falso negativos em at?40% dos casos (em adultos at?10%). Por esta razao o uso da pesquisa de anticorpos específicos passa a ser rotina no diagnóstico laboratorial de MI. A confirmaçao do diagnóstico ?feita com a pesquisa de anticorpos específicos da classe IgM contra o antígeno do vírus capsídeo (VCA). Estes anticorpos sao detectados 1 a 2 semanas após a infecçao.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Nao reagente : ausencia de anticorpos
Reagente : presença de anticorpos
Pesquisa de anticorpos heterofilos associados a
mononucleose infecciosa
*** Outros testes disponiveis em nossa rotina ***
a. Anticorpos anti EB (IgG e IgM) - ELISA
b. Anticorpos anti EB (IgG e IgM) - IF
Obs: Em criança ?frequente a ausencia de anti-
corpos heterofilos (Monotest e Paul Bunnel) e
reacoes positivas para Epstein baar (ELISA ou IFI)
NEISSERIA GONORRHOEAE - Detecçao por PCR
Código: NGPCR
Material: urina 1o jato
Sinônimo: Neisseria
Volume: 20,0 mL urina
Volume Lab: 20,0 mL urina
Método: PCR (Reaçao em Cadeia pela Polimerase) Roche - Amplicor
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Urina - 1o jato ou nao urinar 2 horas anteriores a coleta. Para análise pode também ser raspado uretral e endocervical, coletar em meio de transporte especial.
Interpretaçao: A PCR para Neisseria gonorrhoeae (agente etiológico responsável pela gonorréia) ?um teste bastante sensível que permite a detecçao desta bactéria em materiais como urina de 1o jato ou secreçoes, sendo mais específico que a bacterioscopia e mais rápido que a cultura.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Indetectável
Positivo - presença de Neisseria gonorrhoeae
NÍQUEL
Código: NIQ
Material: urina final de jornada
Sinônimo:
Volume: 50 mL urina
Volume Lab: 50 mL urina
Método: Absorçao Atômica
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar urina
Interpretaçao: Uso: diagnóstico de intoxicaçao por níquel. Os sinais clínicos associados a intoxicaçao por níquel sao: dispnéia, cianose (indício de gravidade), hipertermia, tosse, tontura, mal-estar generalizado, vômito, náuseas, pulso rápido, colapso, zumbidos, asfixia, apnéia, câncer pulmonar (casos crônicos), dermatite (casos crônicos), necrose cerebral, taquicardia, parada cardíaca, edema agudo e necrose pulmonar.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: IBMP*: at?60,0 ug/L.
IBMP*: at?30,0 ug/g de creatinina.
*Índice Biológico Máximo Permitido.
OPIACEOS
Código: OPIACEOS
Material: urina
Sinônimo:
Volume: Todo volume colhido
Volume Lab: 5.0 mL
Método: Fluorescencia polarizada
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao ou congelar
Coleta: Conforme orientaçao médica.
Interpretaçao: Uso: detecçao de drogas Opiáceos ou drogas opiáceas sao substâncias derivadas do ópio. Todas produzem analgesia (diminuem a dor) e uma hipnose (aumentam o sono). Em funçao disso, recebem o nome de narcóticos sendo também chamadas de drogas hipnoanalgésicas ou analgésicos narcóticos. Sao Classificadas como substancias entorpecentes e compreendem 3 grupos: Opiáceos naturais: Ópio, P?de Ópio, Morfina, Codeína; Opiáceos Semi-sintéticos: Heroína Opiáceos sintéticos ou opióides: Zipeprol, Metadona Tempo de Detecçao: em média, cerca de 2 a 3 dias, porem dependente de alguns fatores, entre os quais: _características da substância consumida (quantidade e a qualidade); _características do indivíduo (peso, altura, género, capacidade de metabolizaçao da substância no organismo, humor, etc.); _características do consumo (frequencia de consumo, circunstâncias do consumo, etc.);
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Ausente
OSMOLARIDADE SÉRICA
Código: OSMOL
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 1,0 mL
Volume Lab: 1,0 mL
Método: Osmometria de pressao de Vapor
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum obrigatório. Encaminhar o material o mais rápido possível para o laboratório.
Interpretaçao: Uso: avaliaçao do equilíbrio hidro-salino; avaliaçao em casos de intoxicaçao exógena. Valores aumentados: hipernatremia, desidrataçao, hiperglicemia, intoxicaçao (etanol, metanol, etilenoglicol). Valores diminuídos: diabetes insipidus, hiponatremia, hiperhidrataçao.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Neonatal : > 266,0 mOsm/Kg
1 mes a 60 anos : 275,0 a 295,0 mOsm/Kg
> 60 anos : 280,0 a 301,0 mOsm/Kg
OSTEOCALCINA
Código: OSTEO
Material: Plasma heparinizado
Sinônimo:
Volume: 2,0 mL
Volume Lab: 2,0 mL
Método: Quimioluminescencia
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum nao necessário. Colher o sangue por venopunçao (evitando hemólise) para tubos heparinizados gelados, anotando a hora da coleta. Os tubos devem ser imersos em banho de gelo a seguir a coleta. Separar o plasma das células por centrifugaçao (preferencialmente em centrífuga refrigerada) e congelar imediatamente em tubos de plastico.
Interpretaçao: Uso: classificaçao e monitoramento do tratamento da osteoporose. A osteocalcina ?um marcador específico de "turn over" ósseo, sendo o maior e o principal componente protéico nao colágeno do osso. Seus níveis variam com a idade: elevados na infância e puberdade (com pico durante o estirao puberal), apresentando declínio na fase adulta, com aumento na menopausa. Durante a gestaçao, seus níveis tornam-se nao detectáveis nos primeiros meses, reaparecendo 48 horas antes do parto. O diagnóstico precoce de osteoporose diminui os riscos de fratura. Valores aumentados: atividade osteoblástica aumentada. Valores diminuídos: atividade osteoblástica diminuída.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Crianças : 2,8 a 41,0 ng/mL
Homens : 2,5 a 13,0 ng/mL
Mulheres
Pr?menopausa : 2,5 a 15,0 ng/mL
Pós-menopausa : 3,0 a 22,0 ng/mL
OXALATO (ácido oxálico)
Código: OXALI
Material: urina 24 horas
Sinônimo: Oxalato
Volume: 10,0 mL
Volume Lab: 10,0 mL
Método: Cromatografia Liquida de Alta Performance - HPLC
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Usar HCl 50% para 20mL/L de urina. Fazer restriçao de qualquer alimento que contenha vitamina C durante 48h. Coletar urina 24 horas, misturar a amostra e enviar alíquota junto com a informaçao do volume total.
Interpretaçao: Uso: detecçao de hiperoxalúria primária em crianças; avaliaçao de hiperoxalúria na nefrolitíase e na insuficiencia renal. O oxalato urinário ?derivado em grande parte do metabolismo da glicina e do ácido ascórbico, além do proveniente da dieta. Por isso, o aumento de sua excreçao nao pode ser atribuído somente a ingestao de alimentos precursores. Valores aumentados: hiperoxalúria primária tipo I e tipo II, intoxicaçao com etilenoglicol, nefrolitíase com cálculos de oxalato de cálcio, deficiencia de piridoxina, insuficiencia pancreática, spru, síndromes de malabsorçao de gorduras, processos inflamatórios intestinais, diabetes mellitus, cirrose, doença de Crohn.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Homens : 7,0 a 44,0 mg/24 h
Mulheres : 4,0 a 31,0 mg/24 h
Crianças : 13,0 a 38,0 mg/24 h
OXCARBAZEPINA
Código: OXCAR
Material: soro
Sinônimo: Trileptal
Volume: 2.0 mL
Volume Lab: 2.0 mL
Método: Cromatografia Liquida de Alta Performance - HPLC
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum nao obrigatório.
Interpretaçao: Uso: monitoramento terapeutico. A oxcarbazepina (Trileptal) ?um composto congenere da carbamazepina, com eficácia identica, apresentando menos reaçoes e efeitos colaterais.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Niveis terapeuticos : 15,0 a 35,0 ug/mL
p - NITROFENOL
Código: PNITR
Material: urina do final da jornada de trabalho
Sinônimo: Azo corante
Volume: 50.0 mL
Volume Lab: 50.0 mL
Método: Cromatografia gasosa
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar urina no final da jornada de trabalho e enviar refrigerada.
Interpretaçao: Uso: monitoramento biológico de trabalhadores expostos a anilina. O p-aminofenol ?um metabólito da anilina que ?excretado na urina. A produçao deste metabólito ?maior para doses mais altas da substância.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: At?1,0 mg/g creatinina
IBMP : 5,0 mg/g de creatinina
Indice Biologico Maximo Permitido
PAPANICOLAOU - Citopatológico
Código: PAPA
Material: Citopatológico
Sinônimo: Citopatologico vaginal oncótico e microflora
Volume: 2 lâminas
Volume Lab: 2 lâminas
Método: Microscopia
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Confeccionar 2 lâminas e enviar ao laboratório. Devem ser enviados dados clínicos do paciente. Deve ser tomado cuidado com a fixaçao do material (deve ser colhido e imediatamente imerso em alcool 95%) Importante : A espátula deve ser firmemente raspada sobre a mucosa do colo uterino de forma a retirar material suficiente, sem causar sangramento traumático, excessivo. O esfregaco deve ser feito sob a forma de fina lamina de secreçao. Deve ser evitada a formaçao de grumos e/ou áreas espessas. Igualmente deve ser evitado esfregaço muito fino, muito ralo. Caso isto aconteça, as coletas devem ser repetidas de pronto. Uma vez feitos, os esfregacos devem ser imediatamente fixados em alcool a 95 % ou com a substância fixadora.
Interpretaçao: -
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: -
PAPILOMAVÍRUS HUMANO - Sondas alto risco
Código: HPVCB
Material: secreçao
Sinônimo: HPV - pesquisa, sondas de baixo e alto risco
Volume: Variável.
Volume Lab: Variável.
Método: Captura Híbrida - Hibridizaçao molecular por captura em Microplaca
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: As células das áreas genitais (cérvix, vulva e penis) sao coletadas por raspagem suave do tecido. A raspagem pode ser feita com swab, cotonete ou escovinha. Após a raspagem, o instrumento utilizado para a coleta, deve ser agitado vigorosamente em 3 mL de soluçao salina com 0,05% de timerosol. Manter sob refrigeraçao a 4oC. O kit para coleta ?fornecido pelo Laboratório Alvaro.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico e identificaçao de sorotipos do HPV; monitoramento em lesoes do trato genital e regiao perianal. A principal indicaçao ?a detecçao de lesoes pr?invasivas. Existem mais de 65 subtipos de papilomas, mas nem sempre a presença de HPV nas lesoes progridem para neoplasias, podendo ficar latente por longo período. Algumas neoplasias associadas a HPV: neoplasia cervical intraepitelial, condiloma acuminata, carcinoma invasivo de cérvix, carcinoma de penis, carcinoma vulvar e adenocarcinoma endocervical. Interpretaçao: a principal indicaçao do teste de Captura Híbrida para o HPV est?na detecçao precoce de lesoes induzidas pelo vírus que poderiam levar a formaçao de um tumor (útero, vagina, vulva, penis e ânus). O teste de captura híbrida detecta os 18 tipos mais comuns de vírus do papiloma humano (HPV) que infectam o trato anogenital, determinando com exatidao a presença ou nao de DNA de vírus dos grupos de baixo risco (6, 11, 42, 43 e 44) ou de alto risco (16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58, 59, 68) de desenvolvimento de câncer. Estudos demonstram que a sensibilidade do exame de captura híbrida (1.0 pg/ml DNA-HPV ou 0,1 cópias/célula) ?muito superior a apresentada pela hibridizaçao molecular in situ (300 cópias/célula) e ?similar aquela de outros testes mais demorados, que se utilizam de radioisótopos ou que manipulam o DNA, como a reaçao em cadeia da polimerase (PCR). Exames relacionados: citologia oncótica das secreçoes, biópsia, vulvoscopia.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Indetectável
Positivo : presença de HPV-DNA
Considera-se Positivo quando as relaçoes RLU/PCA
para os vírus do grupo I (Baixo risco 6, 11, 42,
43 e 44) e/ou RLU/PCB para os vírus do grupo II
(Alto risco 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52,
56, 58, 59 e 68) forem iguais ou maiores que 1.00
Observaçoes
1a Relaçoes RLU/PCA e/ou RLU/PCB menores que 50
indicam pequeno número de cópias virais podendo
significar infecçao inicial ou em fase de remis-
sao espontanea.
2a A técnica de Captura Hibrida contém as sondas
genicas de 70% dos tipos de HPV de baixo risco e
99% dos oncogenicos (Alto risco).
PEÇA CIRURGICA GRANDE
Código: ANAT9
Material: peça cirurgica grande
Sinônimo: Histopatológico
Volume: Variável
Volume Lab: Variável
Método: Microscopia
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Por procedimentos cirúrgicos. Órgaos grandes (ex.: útero com anexos, próstata, rim, fígado, pâncreas, pulmao, coraçao, baço, intestino grosso, intestino delgado, mamas), material biológico nobre. Para a histopatologia convencional ,o fixador mais comum ?a soluçao aquosa de formalina (formol 40% diluído em água numa concentraçao de 1:10) a 10%. Também podem ser fixadores alternativos o álcool etílico (álcool 50%) e o éter. O volume ideal corresponde a cerca de 20 vezes o volume da peça a ser fixada. Após 24h em amostras menores que 3 cm e 48h em amostras maiores que 3 cm, o fixador pode ser escorrido para envio do material sem risco de derrama de líquido. Os frascos devem estar rotulados com a correta identificaçao do paciente. Para casos de revisao de casos ou de imunohistoquímica, enviar blocos de parafina com material histológico ou fragmentos de tecido previamente fixados acompanhados de um relatório ou solicitaçao médica e da cópia do laudo anterior. As peças grandes devem ser fixadas e enviadas o mais rápido possivel ao laboratório.
Interpretaçao: As alteraçoes observadas (alteraçoes inflamatórias, reparativas, degenerativas, infecciosas ou neoplásicas), serao relatadas na conclusao. Órgaos grandes (ex.: útero com anexos, próstata, rim, fígado, pâncreas, pulmao, coraçao, baço, intestino grosso, intestino delgado, mamas) - material biológico nobre.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Nao aplicavel
PENTACLOROFENOL
Código: PENTA
Material: urina
Sinônimo:
Volume: 30,0 mL
Volume Lab: 30,0 mL
Método: Cromatografia em Fase Gasosa
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Nao ?necessário uso de conservante. Coletar urina no final da jornada de trabalho.
Interpretaçao: -
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: IBMP*: at?2,0 mg/g de creatinina.
*Índice Biológico Máximo Permitido.
PEPTÍDEO C
Código: PEPC
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 1,0 mL
Volume Lab: 1,0 mL
Método: Quimioluminescencia
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum obrigatório. Coletar soro.
Interpretaçao: Uso: distinçao entre tumores secretores de insulina e diabetes tipo 1 e 2; avaliaçao da reserva insulínica pancreática. O peptídeo-C ?uma cadeia de 31 aminoácidos, com massa molecular de aproximadamente 3020 daltons. Metabolicamente inerte, ele se origina nas células beta pancreáticas, como um produto da clivagem enzimática da pr?insulina a insulina. Valores aumentados: insulinoma, diabetes do tipo 2. Valores diminuídos: administraçao de insulina exógena, diabetes do tipo 1. Avaliaçao da reserva insulínica pancreática: em muitas circunstâncias clínicas, pode ser interessante determinar a existencia ou nao de uma reserva secretora de insulina. Tal informaçao pode ter importância, no que concerne a estratégia terapeutica a ser adotada em relaçao a determinado paciente, em especial aqueles em uso de insulina, em que se anteve a possibilidade de substituiçao terapeutica. A medida do peptídeo C, em condiçoes basais ou após estímulo, ?considerada o melhor método para estudo da reserva insulínica pancreática, por nao sofrer interferencias.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: 0,9 a 4,0 ng/mL
Obs : valor médio 1,6 ng/mL .Amostras coletadas
antes da dose de insulina(em diabéticos),com
valor inferior a 0,8 ng/mL indica reserva
pancreática funcional comprometida.
PERFIL - Alérgico 2
Código: PALE2
Material: soro
Sinônimo:
Volume: Conforme coleta
Volume Lab: 3,0 mL
Método: Quimioluminescencia
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob congelamento
Coleta: -
Interpretaçao: -
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Concentraçao de anticorpos IgE especificos (KU/L)
< 0,35 : Ausente ou indetectavel
0,35 a 0,70 : Baixo
0,70 a 3,50 : Moderado
3,50 a 17,5 : Alto
17,5 a 50,0 : Muito alto
50,0 a 100,0 : Muito alto
> 100,0 : Extremamente alto
PNEUMOCYSTIS CARINII - Pesquisa
Código: PNEU
Material: escarro
Sinônimo:
Volume: 5,0 mL
Volume Lab: 5,0 mL
Método: Coloraçao May Grunwald e GRAM
Rotina: Diária
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar escarro
Interpretaçao: Uso O Pneumocystis carinii ?um fungo presente nos pulmoes de muitas espécies de mamíferos (inclusive no homem), causando infecçao assintomática. Em indivíduos comprometidos imunologicamente, o organismo se torna oportunista, causando pneumonia difusa intersticial. O Pneumocystis carinii ?o agente infeccioso oportunista mais comum em pacientes com AIDS (80%). Indivíduos de risco incluem crianças prematuras, indivíduos com deficiencia imune (AIDS) e pacientes na vigencia de drogas imunossupressoras.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Negativa
PORFIRINAS - Quantitativo
Código: PORFEU
Material: urina 24 horas
Sinônimo:
Volume: 30,0 mL
Volume Lab: 30,0 mL
Método: HPLC
Rotina: Diária
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar urina de 24horas, enviar uma alíquota de 30,0 mL, informar o volume total urinário, bem como a urina deve ser enviada protegida da luz.
Interpretaçao: -
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Coproporfirina : < 155 ug/24 h
Pentacarboxiporfirina : < 4,7 ug/24 h
Hexacarboxiporfirina : < 0,9 ug/24 h
Heptacarboxiporfirina : < 6,8 ug/24 h
Uroporfirina : 3,3 a 29,5 ug/24 h
Porfirinas Totais: 12,0 a 190,0 ug/24 h
Porfobilinogenio : < 2,7 mg/24 h
POTÁSSIO URINÁRIO
Código: KU
Material: urina - amostra isolada
Sinônimo: Potassio amostra isolada
Volume: 20,0 mL
Volume Lab: 20,0 mL
Método: Eletrodo seletivo
Rotina: Diária
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar amostra isolada de urina.
Interpretaçao: Ver Sódio e Potássio Urinário - 24h.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: 25,0 a 125,0 mEq/L
PSA TOTAL/LIVRE
Código: PSA2
Material: soro
Sinônimo: PSAL/PSAT, Antígeno Prostático Espec. Livre /Total
Volume: 1,5 mL
Volume Lab: 1,5 mL
Método: Quimioluminescencia
Rotina: Diária
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum nao necessário. Coletar soro. Orientaçao ; Aguardar 4 dias : Após uso de supositório, sondagem uretral ou toque retal Aguardar 7 dias : Após ultra-som transretal Aguardar 30 dias : Após biópsia de próstata Aguardar 15 dias : Após colonoscopia Aguardar 48 h : Após ejaculaçao Nao realizar exercício em bicicleta (ergométrica ou nao) nem praticar equitaçao nos 2 dias que antecedem o exame
Interpretaçao: Uso: diferenciaçao entre HBP (hiperplasia benigna da próstata) e câncer de próstata. O uso da dosagem de PSA livre/PSA total pode reduzir o número de biópsias desnecessárias em pacientes com níveis de PSA total entre 4,0 e 10,0 ng/mL. Níveis >25% (0.25): sugestivo de hipertrofia benigna. Níveis <16% (0.16): sugestivo de carcinoma.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: PSA Total
40 a 50 anos : 0,0 a 2,5 ng/mL
51 a 60 anos : 0,0 a 3,5 ng/mL
61 a 70 anos : 0,0 a 4,5 ng/mL
71 anos acima : 0,0 a 6,5 ng/mL
PSA Livre < 0.95 (98% da pop. maior que 40 anos)
Relaçao PSA Livre/PSA Total(Probabilidade de CaP)
PSAL/PSATx100 :50-59 anos: 60-69 anos: > 70 anos
10 % : 49,2 % : 57,5 % : 64,5 %
11-18 % : 26,9 % : 33,9 % : 40,8 %
19-25 % : 18,3 % : 23,9 % : 29,7 %
> 25 % : 9,1 % : 12,2 % : 15,8 %
Seg. Catalona WJ et al,JAMA 1995 e 1998.
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RAPAMICINA
Código: RAPA
Material: sangue total com EDTA
Sinônimo: Sirolimus
Volume: 5,0 mL
Volume Lab: 5,0 mL
Método: Cromatografia Liquida de Alta Performance - HPLC
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Manter o horário habitual de tomada do medicamento e colher a amostra at?uma hora antes da hora habitual de tomar a medicaçao ou de acordo com o pedido médico. Deve ser enviado no prazo máximo de 48 horas.
Interpretaçao: -
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Nível terapeutico : 5,0 a 15,0 ng/mL
Nível tóxico : acima de 15,0 ng/mL
(na dependencia do esquema terapeutico)
RELAÇAO PROTEÍNA/CREATININA URINÁRIA
Código: RPTCR
Material: urina - amostra isolada
Sinônimo:
Volume: 20.0 mL
Volume Lab: 20.0 mL
Método: Colorimétrico
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar amostra isolada de urina. Preferencialmente a primeira amostra da manha.
Interpretaçao: Uso: avaliaçao da perda protéica urinária; indicador de doença renal. Habitualmente indivíduos normais nao apresentam proteinúria. Pequenas quantidades de proteína na urina (<0,05 a 0,10) podem ser encontradas, devido a interferentes: acetaminofen, aminofilina, aminopirina, aspirina, anfotericina B, ampicilina, bacitracina, bromato, captopril, carbamazepina, cefaloridina, cefalotina, corticosteróides, ciclosporina, gentamicina, ferro, kanamicina, metilcilina, oxacilina, fenitoína, rifampicina, tobramicina, tetraciclina, vancomicina, vitamina D, vitamina K.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Proteinúria: 1,0 a 15,0 mg/dL
Relaçao Proteína/Creatinina: Normal < 0,2
Creatinina Urinária: 63,0 a 250,0 mg/dL
RENINA
Código: RENIN
Material: plasma com EDTA
Sinônimo: Quantificaçao de Renina
Volume: 2.0 mL
Volume Lab: 2.0 mL
Método: Radioimunoensaio
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Congelar a - 4oC
Coleta: Permanencia de 2 h em p?(parado ou andando) antes da coleta, a nao ser que existam instruçoes especiais do médico Anotar se o cliente esta em uso de dieta hiposodica. Material s?pode plasma nesta orientaçao. Se solicitado em repouso, o cliente dever?permanecer no lab por 2 h deitado antes da coleta. Enviar o material congelado.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico diferencial da hipertensao arterial; diferenciaçao entre aldosteronismo primário e secundário; monitoramento da terapia com mineralocorticóides; seguimento de portadores de defeito da 21-hidroxilase em tratamento. Valores diminuídos: hiperaldosteronismo primário. Valores aumentados: hipertensao renovascular.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Adultos
Adulto, em repouso : 2,4 a 21,9 pg/mL
Adulto, em p?: 3,5 a 65,6 pg/mL
Crianças
1 a 6 anos : 2,50 a 55,6 pg/mL
7 a 12 anos : 1,9 a 41,2 pg/mL
13 a 17 anos : 1,25 a 23,1 pg/mL
Pode apresentar valores diminuidos em pacientes
em uso de adrenergicos, angiotensina, AAS, clonidi
na, corticoides ou com dieta normal de sodio.
RENINA - Atividade
Código: RENIATI
Material: plasma com EDTA
Sinônimo: Atividade de Renina
Volume: 2.0 mL
Volume Lab: 2.0 mL
Método: Radioimunoensaio
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Congelar a - 4oC
Coleta: Os níveis plasmáticos de aldosterona e atividade da Renina sao dependentes de um grande número de variáveis fisiológicas e farmacológicas; logo ?extremamente importante o preparo do paciente para a colea de amostras, assim como o correto manuseio das amostras. Cuidados relacionados ao paciente: 1- A coleta das amostras devem ser feitas pela manha; 2- O paciente deve estar em repouso por ao menos 30 minutos (preferencialmente com acesso venoso instalado para a coleta); 3- Paciente com ingestao adequada de sal; 4- Se possível, sem o uso das medicaçoes da tabela 1 por no mínimo 2 semanas; OBS: A utilizaçao da razao aldosterona/atividade de renina ?menos susceptível as variaçoes fisiológicas. Cuidados no manuseio da amostra: 1- As coletas das amostras devem ser realizadas exclusivamente em tubos com EDTA. 2 - A separaçao do plasma em temperatura ambiente e congelamento imediato, após a coleta; 3- Envio imediato com o plasma congelado. (Inferior a 24 horas); Medicaçoes que interferem nos níveis de Aldosterna e Atividade de Renina: - Anti - inflamatórios nao hormonais (Aspirina, ibuprofeno, indometacina); - Beta bloqueadores; - Diuréticos poupadores de potássio (amilorida, espironolactona); - Inibidores da enzima conversora da angiotensina (ECA) (captopril, enalapril entre outros); - Diuréticos tiazídicos (clortalidona, hidroclorotiazida); - Diuréticos de alça (Furosemida); - Bloqueadores de canal de cálcio (nifidipina, felodipina); - Laxantes (a maioria quando em uso excessivo);
Interpretaçao: Uso: diagnóstico diferencial da hipertensao arterial; diferenciaçao entre aldosteronismo primário e secundário; monitoramento da terapia com mineralocorticóides; seguimento de portadores de defeito da 21-hidroxilase em tratamento. Valores diminuídos: hiperaldosteronismo primário. Valores aumentados: hipertensao renovascular.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Atividade de Renina com ingestao de Sal Restrita:
Excreçao de Na+ Renina Atividade
(mEq/24 h) (ng/mL/h)
0 - 30 8,82 - 23,86
30 - 75 4,09 - 7,73
75 - 150 1,44 - 2,80
>150 0,39 - 1,31
__________________________________________________
Atividade de Renina de Sal ad libitum
Renina Atividade
(ng/mL/h)
Normais Ambulatórios Aleatórios 0,84 - 2,50
Normais nao ambulatórios 1,45 - 5,15
__________________________________________________
Efeito posicional
Renina Atividade
(ng/mL/h)
Supino (deitado) 1,13 - 3,59
Erecto (em p? 4,16 - 9,68
RESISTENCIA A PROTEINA C ATIVADA (RPCA)
Código: RES
Material: plasma citratado
Sinônimo: RPCA
Volume: 2,5 mL
Volume Lab: 2,5 mL
Método: Coagulométrico
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar sangue com anticoagulante Citrato. Para Pacientes em que for solicitado, esta determinaçao, nao devem estar submetidos a tratamento heparinico ou com anticoagulante.
Interpretaçao: -
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: - Variante do Fator V Leinden : Relaçao < 1,5
- Suspeita de Concentraçoes Baixas de Proteina C:
Relaçao : 1,5 a 2,1
O fenótipo de resistencia a proteína C ativada se
deve em mais de 90% dos casos, a mutaçao do fator
V : Q 506 (Fator V Leinden).
Para Pacientes em que for solicitado, esta deter -
minaçao, nao devem estar submetidos a tratamento
heparinico ou com anticoagulante.
RETICULÓCITOS - Contagem
Código: RETI
Material: sangue total com EDTA
Sinônimo:
Volume: 5.0 mL
Volume Lab: 5.0 mL
Método: Automatizado
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Ambiente
Coleta: Jejum nao obrigatório. Coletar sangue total com EDTA.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico diferencial das anemias; controle terapeutico. Valores aumentados: anemia hemolítica, anemia por perda de sangue, início da terapeutica específica de algumas anemias (deficiencia de ferro ou anemia megaloblástica). Valores diminuídos: anemia aplástica, anemia ferropriva e megaloblástica antes do tratamento.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: 0,5 a 1,5 %
Exame automatizado realizado no equipamento
Sysmex XT 2000i.
RISCO FETAL - Avaliaçao
Código: RISCO
Material: soro
Sinônimo: Avaliaçao do Risco de Síndrome Down e tubo neural
Volume: 2.0 mL
Volume Lab: 2.0 mL
Método: Fluorimetria
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao ou congelar
Coleta: Realizar entre 14a - 20a semana de gravidez. Anotar semana gestacional, peso, idade da paciente e se ?insulino dependente. Junto ao material, enviar uma cópia do ultimo ultra-som.
Interpretaçao: Uso: avaliaçao de bem estar fetal; avaliaçao de risco fetal para o desenvolvimento de síndrome de Down, trissomia do 18 e defeitos do tubo neural em gestantes de risco. O teste do risco fetal ?realizado entre 16-20 semanas de gestaçao, para a avaliaçao do risco da presença da síndrome de Down e defeitos do tubo neural na gestaçao (anencefalia, espinha bífida com ou sem mielomeningocele). Mulheres de todas as idades podem ser testadas, embora haja maior indicaçao para aquelas com idade superior a 35 anos. O teste deve ser realizado nesta faixa de idade gestacional. ?necessário um resultado de ultra-som recente, apontando a idade gestacional ultrassonográfica e a notaçao do peso materno. A gestaçao múltipla (mais de um bebe) inabilita a execuçao do teste, assim como a presença de diabetes mellitus insulino dependente anterior a gestaçao. Para a análise clínico-estatística, ?aconselhável a indicaçao de história prévia e familiar destes problemas. O teste compreende as seguintes dosagens: alfafetoproteína (produzida pelo fígado fetal e saco vitelínico), estriol nao conjugado (produzido pelo fígado fetal) e beta-hCG (produzido pela placenta). Valores aumentados (alfafetoproteína): gravidez com defeito de tubo neural, defeito de parede abdominal, insuficiencia placentária, síndrome de Turner, nefrose congenita, morte intrauterina. Valores diminuídos (alfafetoproteína): síndrome de Down. Valores normais (estriol nao conjugado): bem estar fetal. Valores diminuídos (estriol nao conjugado): síndrome de Down. Valores aumentados (beta-hCG): síndrome de Down. Os valores sao comparados a tabelas populacionais locais para o estabelecimento da mediana, considerando a raça e a idade. Os valores de cada paciente sao divididos pela mediana correspondente, obtendo o MoM (múltiplo da mediana). Por ser um teste de triagem e nao um teste diagnóstico, seu resultado fornece um risco relativo para um problema particular na gravidez, em termos de probabilidade de nascimentos. Quando a história clínica ?compatível, existem casos anteriores e os procedimentos de imagem sao também sugestivos, o teste assume maior confiabilidade.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Rastreamento positivo para Síndrome de Down
- Superior ou igual a 1/250. Exemplo 1/70
Rastreamento positivo para Síndrome de Edwards
- Superior ou igual a 1/300
Rastreamento positivo p/ Def. Abertos Tubo Neural
- AFP: MoM superior ou igual a 2,50
OBSERVAÇOES:
- Os cálculos apresentados dependem de uma corre-
ta determinaçao da idade gestacional.
- Por se tratar de teste de rastreamento, as con-
clusoes acima nao sao diagnósticas, mas sim
indicativas das probabilidades de ocorrencia de
gestaçao afetada pelas anomalias investigadas. ?br> fundamental que o médico assistente faça um julga-
mento clínico independente e crítico na inter-
pretaçao dos resultados e na determinaçao da
conduta a ser seguida para cada paciente em par-
ticular.
ROTAVÍRUS - Pesquisa
Código: ROTA
Material: fezes
Sinônimo: Vírus da Gastroenterite infantil
Volume: 5.0 g
Volume Lab: 5.0 g
Método: Aglutinaçao em Látex
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Caso exame nao for realizado no momento refrigerar a amostra.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico de gastroenterite viral. Os rotavírus sao a principal causa mundial de gastroenterites com desidrataçao em crianças. O diagnóstico precoce através da detecçao do rotavírus nas fezes evita o uso desnecessário de antibióticos e orienta medidas epidemiológicas. Os rotavírus podem também causar infecçao em adultos. A doença ?geralmente moderada, com casos também ocorrendo entre viajantes, de forma epidemica, após contato com a água.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Reagente : presença do antigeno
Nao reagente : ausencia do antigeno
Pesquisa do antigeno rotavirus p/ imunoensaio
RUBEOLA AVIDEZ - Anticorpos IgG
Código: AVIDR
Material: soro
Sinônimo: Avidez Rubeola
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: ELISA
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Caso o exame nao for realizado no mesmo dia, refrigerar a amostra. Lipemia atua como interferente. Jejum obrigatório.
Interpretaçao: Uso: complementaçao para o diagnóstico da fase aguda da rubeola.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: < 30% : Fase aguda
> 50% : Fase cronica
(Avidez de anticorpos IgG anti rubeola)
SANGUE OCULTO - Pesquisa
Código: F4
Material: fezes
Sinônimo: Sangue oculto nas fezes
Volume: Variável
Volume Lab: Variável
Método: Benzidina
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Dieta recomendada para dois dias antes e durante o período de teste: Nao comer : carne crua, nabos,rabanetes Nao ingerir medicamentos com que contenham acido acetil salicílico , vitamina C, salicilatos, esteróides, ferro. Comer pequenas quantidades de carne de frango, enlatados, amendoim, farelos de cereais (trigo aveia etc.) Comer a vontade: vegetais (cru e cozidos), alface, espinafre ou milho, frutas: ameixas, uvas, maças.
Interpretaçao: Uso: auxílio ao diagnóstico de lesoes da mucosa gastrointestinal. Causas mais freqüentes de sangramento das porçoes baixas do trato digestivo: colite, carcinoma de cólon, diverticulite. Causas de sangramento gastrointestinal superior: gastrite, câncer gástrico, úlcera péptica, varizes esofagianas. Interferentes (resultados falso-positivos): ácido acetilsalicílico, ácido ascórbico, salicilatos, esteróides, ferro, dieta inadequada (carnes).
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Negativa
SANGUE OCULTO - Pesquisa com anticorpos monoclonais
Código: SOCULTO
Material: fezes
Sinônimo: Sangue oculto nas fezes
Volume: Variável
Volume Lab: Variável
Método: Imunocromatográfico
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Nao ?necessário dieta especial, porém ?importante nao ingerir bebidas alcoolicas (excessivamente) , nao utilizar medicamentos tais como aspirina e antiinflamatórios os 3 dias que antecedem a coleta da amostra.
Interpretaçao: Uso:Teste imunológico específico para hemoglobina humana. Auxílio ao diagnóstico de lesoes da mucosa gastrointestinal. Causas mais freqüentes de sangramento das porçoes baixas do trato digestivo: colite, carcinoma de cólon, diverticulite. Causas de sangramento gastrointestinal superior: gastrite, câncer gástrico, úlcera péptica, varizes esofagianas.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Negativo : ausencia de hemoglobina humana
SARAMPO - Anticorpos IgG
Código: SARAG
Material: soro
Sinônimo: Sorologia para sarampo
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: ELISA
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum nao necessário. Coletar soro.
Interpretaçao: Ver Sarampo - Anticorpos IgM.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Nao reagente : < 0,900
Inconclusivo : > 0,901 e < 0,999
Reagente : > 1,000
SARCOPTES SCABIEI - Pesquisa
Código: ESCAB
Material: raspado de pele
Sinônimo: Sarna
Volume: Variável
Volume Lab: Variável
Método: Microscopia
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Ambiente
Coleta: Fazer escamaçao da pele com auxílio de espátula e acondicionar o material em placa estéril.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico da sarna.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Negativa
SELENIO SÉRICO
Código: SEL
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 2,0 mL
Volume Lab: 2,0 mL
Método: Espectrofotometria de Absorçao atômica
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar soro
Interpretaçao: Uso: exposiçao industrial tóxica (pigmentos, equipamentos eletrônicos, semicondutores, fungicidas, fábricas de vidro). Valores diminuídos: nutriçao parenteral, gravidez, cirrose hepática, cardiomiopatia.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Soro: de 46 a 143 ug/L.
SEROTONINA
Código: SEROT
Material: soro
Sinônimo: 5 HT - 5-Hidroxitriptamina
Volume: 3,0 mL
Volume Lab: 3,0 mL
Método: Cromatografia liquida de alto desempenho
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar soro
Interpretaçao: Uso: diagnóstico de tumores carcinóides. 5-hidroxitriptamina ou serotonina (5-HT) ?uma indolamina produto da hidroxilaçao e carboxilaçao do aminoácido L-Triptofano na seguinte seqüencia bioquímica: L-Triptofano- L-50H Triptofano - 5-OHTriptamina ou Serotonina. O teste mais empregado habitualmente ?o 5-hidróxi-indol-acético na urina. Quando os valores encontrados sao limítrofes ou normais e h?forte evidencia de síndrome carcinóide, est?indicada a dosagem da serotonina. O ácido 5-hidróxi-indol-acético ?o maior metabólito da serotonina. Na síndrome carcinóide e em especial nos tumores carcinóides abdominais metastáticos , apresenta valor > 400 ng/ml. Pode também estar associado a Neoplasias Endócrinas Múltiplas, tipos I e II. Pequeno Aumento em algumas doenças como: Dumping Síndrome, Obstruçao Intestinal Aguda, Fibrose cística, Infarto agudo do miocárdio, Spru nao tropical. Diminuída : Depressao severa, Doença de Parkinson ,Síndrome de Down, fenilcetonúria nao tratada, Interferentes : lítio,morfina, reserpina, imipramina, fenotiazida, metildopa, ACTH, levodopa, acetaminofen, inibidores da MAO. Bibliografia :Tagari PC, et al. Simplified determination of serotonin in plasma by liquid chromatography with electrical detection. Clin Chem; 30:131-135,1984.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: 25,0 a 208,0 ng/mL
Interferentes : aumentam a serotonina -
acetaminofen, aminofilina, cafeína, diazepan,
efedrina, fenobarbital, reserpina, fenacetin.
SEXAGEM FETAL POR AMOSTRA SANGUÍNEA MATERNA
Código: SEXA
Material: sangue total com EDTA
Sinônimo:
Volume: 15,0 mL
Volume Lab: 15,0 mL
Método: Real Time - PCR (Reaçao em Cadeia p/ Polimerase) Análise do marcador DYS14 específico do cromossomo
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar 3 tubos de sangue com EDTA, enviar a amostra refrigerada, tempo máximo de transporte 48 horas. Nao coletar de pacientes que tenham recebido transfusoes sanguíneas nos últimos 4 meses. Enviar em tubos com EDTA sem manipulaçao, ou seja, tubo primario.
Interpretaçao: Y (DYS14) na circulaçao materna. Como apenas individuos do sexo masculino possuem esse cromossomo dentro de suas células, sua presença indica um menino e sua ausencia uma menina. O teste pode ser realizado em qualquer fase da gravidez, a partir de 8 semanas. Métodos nao invasivos para análise do sangue maternal na genética molecular tornou-se um importante campo de interesse para o diagnóstico pr?natal.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Índice de acerto do teste de determinaçao do sexo
fetal pela análise molecular do plasma materno
de acordo com o genero apontado.

Total Masc. Fem. Acertos FP* FN* Sensib.
302 143 159 298 00 04 97,2%

Obs.: A sensibilidade do método ?diretamente
proporcional a idade gestacional.
*FP : Falso Positivos
*FN : Falso Negativos
Referencia
Referencia
Clinical Chemistry (47) 10: 1856-1858 (2001)
SIFILIS - Anticorpos IgG
Código: SIFIL
Material: soro
Sinônimo: Sorologia
Volume: 2,0 mL
Volume Lab: 2,0 mL
Método: ELISA
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum de 4 horas. Se o exame nao for realizado no mesmo dia refrigerar a amostra.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico e acompanhamento da terapeutica em pacientes com sífilis. Sao obtidos títulos elevados (>1/32) nas fases primárias ou secundárias da doença, tendendo a se normalizar após o tratamento. Títulos baixos (1/1, 1/4) podem permanecer após o tratamento, caracterizando uma cicatriz sorológica. No líquor, um resultado VDRL reagente quase sempre indica uma infecçao sifilítica passada ou presente no sistema nervoso central. Resultados falso-positivos (com títulos variando de 1/1 at?1/8) podem ser observados em outras patologias (ex: doenças autoimunes).
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Nao reagente
SOBRECARGA DE TRIGLICÉRIDES
Código: STRIG
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Enzimático/automatizado
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Teste de sobrecarga após ingestao de 2g/Kg de peso de gordura vegetal.
Interpretaçao: Uso: avaliaçao de distúrbios do metabolismo de gorduras. Ver Triglicérides.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Teste de sobrecarga apos ingestao de 2,0 g/kg peso
de margarina (gordura vegetal)
SÓDIO
Código: SODIO
Material: soro
Sinônimo: Natremia
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Eletrodo seletivo
Rotina: Diária
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum nao obrigatório. Hemólise interfere no resultado, assim como medicamentos a base de corticosteróides, metildopa, bicarbonato de sódio e anti- hipertensivos.
Interpretaçao: Uso: avaliaçao do equilíbrio hidro-eletrolítico. Valores aumentados: perda excessiva de água através da pele, pulmoes e rins (diabetes insipidus, acidose diabética, síndrome de Cushing, coma, doença hipotalâmica). Valores diminuídos: diarréia, vômitos, abuso de diuréticos, pielonefrite crônica, acidose metabólica, acidose tubular renal, diurese osmótica, insuficiencia adrenocortical primária e secundária. Interferentes: esteróides anabolizantes +, andrógenos +, carbenicilina +, clonidina +, corticosteróides +, estrógenos +, metildopa +, anticoncepcionais orais +, fenilbutazona +, reserpina +, bicarbonato de sódio +, aminoglicosídeos -, anfotericina B -, angiotensina -, captopril -, carbamazepina -, diuréticos -, manitol -, alopurinol -, agentes antiinflamatórios -, vasopressina -.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: 135,0 a 144,0 mEq/L
SORO AMILOIDE A
Código: SOROAMIL
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 1,0 mL
Volume Lab: 1,0 mL
Método: Nefelometria
Rotina: Diária
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar sangue total sem anticoagulante, separar o soro
Interpretaçao: Uso: Soro amilóide A (SAA) ?uma proteína da fase aguda. Como resposta a processos inflamatórios, tanto infecciosos como nao infecciosos, a concentraçao de SAA no soro sobe dentro de pouco tempo( 6 a 8 horas) , numa proporçao múltipla de concentraçao normal ( at?1000 vezes mais). Uma curta meia-vida, a baixa concentraçao basal com uma mínima variância inter-individual e a clearance nao dependendente dos rins contribuem para a sensibilidade especial de SAA j?a mínimas alteraçoes do processo clínico. Valores aumentados de SAA encontram-se nas enfermidades a seguir mencionadas e em que a grandeza da concentraçao de SAA depende da dimensao da reaçao inflamatória que lhe ?subjacente: Infecçoes bacterianas e virais induzem uma subida por vezes dramática da síntese de SAA. Se a infecçao se atenua ou uma terapeutica anti-infecçao d?bons resultados, isso logo se manifesta numa rápida descida da concentraçao de SAA.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: 6,4 mg/L
T3 - TRIIODOTIRONINA
Código: T3
Material: soro
Sinônimo: T3
Volume: 1,0 mL
Volume Lab: 1,0 mL
Método: Quimioluminescencia
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum nao necessário.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico do hipotireoidismo e hipertireoidismo. A triiodotironina (T3) ?formada a partir do T4 nos tecidos periféricos (aproximadamente 80%), sendo também sintetizada (20%) pelas células foliculares da glândula tireóide. Interferentes: preservativos orais +, estrógenos +, andrógenos -, prednisona -, dexametasona -, corticóides -, deficiencia de iodo -.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Cordao umbilical : 15,0 a 100,0 ng/dL
0 a 6 dias : 100,0 a 270,0 ng/dL
1 semana a 1 ano : 105,0 a 245,0 ng/dL
2 a 5 anos : 105,0 a 269,0 ng/dL
6 a 10 anos : 94,0 a 241,0 ng/dL
> 11 anos : 94,0 a 240,0 ng/dL
Adulto : 60,0 a 215,0 ng/dL
T4 - TIROXINA
Código: T4
Material: soro
Sinônimo: Tetraiodotironina, tiroxina, T4 total
Volume: 1,0 mL
Volume Lab: 1,0 mL
Método: Quimioluminescencia
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum nao necessário.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico do hipertireoidismo e hipotireoidismo. A tiroxina (T4) ?produzida exclusivamente pela tireóide, circulando ligada a proteínas carreadoras (TBG - Thyroid binding globulin 75%, TGPA 15% e albumina 10%). A medida de T4 total ?um procedimento comum para avaliar o estado da tiróide de um paciente. Na atualidade, a dosagem de T4 total est?sendo praticamente substituída pela dosagem dos níveis de T4 livre. Valores aumentados: hipertireoidismo. Valores diminuídos: hipotireoidismo. Diversas outras condiçoes fisiológicas e patológicas nao associadas diretamente a funçao tireoidiana podem interferir diretamente na dosagem de T4: insuficiencia renal, cirrose, hepatites, câncer, infecçao, inflamaçao severa, doenças psiquiátricas. Interferentes: amiodarona +, anfetaminas +, heroína +, levodopa +, metadona +, propanolol +, tireotrofina +, TRH +, aminosalicílico -, androgenicos -, anticonvulsivantes -, corticosteróides -, aspirina -, etionamida -, furosemida -, lítio -, penicilina -, fenilbutazona -, propiltiuracil -, reserpina -, butazona -, rifampicina -, sulfonamidas -, triiodotironina -.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: cordao umbilical : 6,0 a 15,0 ug/dL
1 a 6 dias : 14,0 a 28,4 ug/dL
7 dias a 3 meses : 8,1 a 15,7 ug/dL
4 meses a 5 anos : 5,6 a 14,9 ug/dL
6 anos a 15 anos : 4,6 a 12,7 ug/dL
Adultos : 4,8 a 13,7 ug/dL
TELOPEPTÍDEO - NTX
Código: NTX
Material: urina - 2a urina da manha
Sinônimo: Interligadores N- Terminais do colageno tipo I
Volume: 50,0 mL
Volume Lab: 50,0 mL
Método: Enzima Imunoensaio
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Congelada
Coleta: Coletar a 2a urina da manha, coletar no mínimo 50,0 mL, enviar congelado e protegido da luz.
Interpretaçao: Uso: avaliaçao da velocidade de reabsorçao nos processos osteoporóticos. Valores aumentados: reabsorçao óssea acelerada, menopausa, hipertireoidismo, hiperparatireoidismo, doença de Paget. Valores diminuídos: controle pós-tratamento. Espera-se tipicamente decrescimo de 30 a 40% nos níveis de N-telopeptideo basal após 3 meses de terapia anti-reabsortiva na monitoraçao da terapia, os pacientes devem ser mantidos com níveis menores ou iguais a 35 nBCE/nmol creatinina.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Mulheres
Pr?menopausa : 05 a 65 Unidades NTx
Homens
Adultos : at?63 Unidades NTx
Unidades NTx = nMBCE/mmol creatinina
NTx = N-Telopeptideo Cross-Linked do Colágeno
Tipo I
TEOFILINA
Código: TEOFI
Material: soro
Sinônimo: Aminofilina
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Turbidimetria
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Colher 2 horas após a dose oral de teofilina, ou conforme orientaçao médica. Se o exame nao for realizado no mesmo dia, congelar a amostra.
Interpretaçao: Uso: avaliaçao da concentraçao sérica da teofilina (droga terapeutica). A teofilina ?uma metilxantina, usada comumente no tratamento da asma e da doença pulmonar obstrutiva crônica. Seus efeitos tóxicos sao encontrados em pacientes com náuseas, vômitos, taquicardia, arritmias e convulsoes. Interferentes: eritromicina, fenobarbital, cimetidina, fumo, alopurinol, propanolol, anticoncepcionais orais.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Niveis terapeuticos: 10,0 a 20,0 ug/mL
Niveis toxicos : acima de 20,0 ug/mL
TESTE DE ABSORÇAO DA MALTOSE
Código: TAMALTOSE
Material: plasma fluoretado
Sinônimo:
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Enzimático
Rotina: Diária
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Após jejum 8 horas, punçao venosa com cateter e repouso de 20 minutos. Coletar amostra basal e administrar Lactose conforme quantidades a seguir : Adulto: 50 g de maltose diluída em água . Criança: 2 g de lactose diluída em água e administrada oralmente/Kg de peso .Coleta de sangue (tubos com fluoreto) para dosagens de glicose basal 15,30, 60 minutos após a ingestao de lactose. Dosar glicose.
Interpretaçao: Uso: estudo de deficiencia enzimática intestinal , resultante de dano ou disfunçao da mucosa em casos de deficiencia idiopática, spru, doença celíaca e gastroenterite.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Normal : elevaçao de 20 a 25 mg/dl na glicemia
em relaçao ao tempo basal.
Deficiencia : elevaçao inferior a 20 mg/dL
TESTE DE ESTÍMULO DE ACTH APÓS INSULINA
Código: TACTHINSUL
Material: plasma com EDTA
Sinônimo:
Volume: 2.0 mL
Volume Lab: 2.0 mL
Método: Quimioluminescencia
Rotina: Diária
Resultado:
Temperatura: Congelado
Coleta: Após jejum de oito horas, punçao venosa com cateter e repouso de 20 minutos. Coleta da amostra basal para dosar Cortisol e ACTH. Administrar via endovenosa 0,10 UI/Kg de Insulina Regular. Coletar amostras de sangue nos tempos 15, 30, 45, 60, 90 e 120 minutos e dosar CORTISOL . Dosar ACTH e GLICOSE nos tempos 30, 60, 90 e 120. Enviar as amostras de plasma com EDTA congelada. Obs: Manter soro glicosado a 50% para infusao venosa lenta, caso a dosagem de glicose for inferior a 25 mg/dL
Interpretaçao: Uso: diagnóstico diferencial da síndrome de Cushing, síndrome do ACTH ectópico (ex. carcinoma de pulmao, tumor de ilhotas pancreáticas, tumores carcinóides, carcinoma medular de tireóide), doença de Addison, hipopituitarismo e tumores pituitários produtores de ACTH (ex. síndrome de Nelson); avaliaçao de funçao adrenal. Valores aumentados: doença de Addison, tumores produtores de ACT, stress, síndrome de Cushing hipofisária. Valores diminuídos: adenoma de glândulas supra-renais, carcinoma de células supra renais. Interferentes: corticosteróides, estrogenios, espironolactona, anfetaminas, álcool, lítio, gravidez, fase do ciclo menstrual, atividade física.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Basal : 0,0 a 46,0 pg/mL
TESTE DE ESTÍMULO DE TESTOSTERONA APÓS CORTROSINA
Código: TTESCORT
Material: soro
Sinônimo: Estímulo de testosterona após TRH
Volume: 1,0 mL
Volume Lab: 1,0 mL
Método: Quimioluminescencia
Rotina: Diária
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Após jejum de 12 horas, manter o paciente em repouso durante 30 minutos e colher a primeira amostra de sangue (basal). Injetar EV TRH (Hormonio Tireo Estimulante) - 200 microgramas e colher as amostras de sangue nos tempos 15,30,60 e 120 minutos.
Interpretaçao: -
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: -
TESTE DE GRAVIDEZ - TIG
Código: TIG
Material: urina - amostra isolada
Sinônimo: TIG, Teste de gravidez em urina
Volume: 40.0 mL
Volume Lab: 40.0 mL
Método: Quimioluminescencia
Rotina: Diária
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Urina amostra isolada
Interpretaçao: Uso: diagnóstico de gravidez.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Positivo : sugestivo de gravidez
Negativo : < 1,0
TESTE DO PEZINHO - BASICO
Código: DASAB
Material: papel filtro - sangue
Sinônimo:
Volume: Papel embebido em sangue total
Volume Lab: Papel embebido em sangue total
Método: Diversos
Rotina: 2a e 5a feira
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Colher do pezinho uma gota de sangue em papel filtro vazada nos dois lados do papel. Deixar secar e envolver em papel alumínio. Recomendaçoes : * Coletar a amostra do calcanhar (conforme os procedimentos de coleta) preenchendo todos os círculos frente e verso; * Coletar somente em papel de filtro do tipo S&S 903; * Após a coleta deixar secar por aproximadamente duas horas a temperatura ambiente, envolver em papel laminado e enviar a amostra refrigerada ao laboratório.
Interpretaçao: -
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: At?3,5 mg/dL
Hb FA - Padrao Normal
2 a 14 dias : At?90,0 ng/mL
At?7 dias : At?15,0 uUI/mL
Limite de detecçao : 0,6 mg/dL
Hb FS - Padrao Anemia Falciforme
Após 14 dias : at?70,0 ng/mL
Após 7 dias : At?10,0 uUI/mL
Hb FAS - Traço Falcemico
Valores acima de 140,0 ng/mL sao sugestivos de
Limite de detecçao : 1,00 uUI/mL
Hb FC - Padrao Hemoglobina C
Fibrose Cística.
Hb FSC - Padrao Hemoglobina SC
Hb FAC - Traço Hemoglobinopatia C
Hb FAD - Traço Hemoglobina D
Hb FAE - Traço Hemoglobina E
Hb FSA - S Beta Talassemia
Hb AF - Sugestivo de Transfusao
Obs: Recem-nascidos transfundidos devem repetir a
análise das hemoglobinas após 90 dias.
TESTOSTERONA LIVRE
Código: TESTL
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 1,0 mL
Volume Lab: 1,0 mL
Método: Radioimunoensaio
Rotina: Diária
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum nao necessário.
Interpretaçao: Uso: avaliaçao da fraçao ativa da testosterona; avaliaçao do hirsutismo em mulheres (principalmente quando os níveis de testosterona total estao normais). Valores aumentados: hirsutismo (mais de 30% das mulheres com hirsutismo apresentam testosterona total com níveis normais), tumor virilizante de adrenal, síndrome do ovário policístico. Valores diminuídos: hipogonadismo.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Adultos
Mulheres : 0,29 a 3,18 pg/mL
Homens : 8,69 a 54,69 pg/mL
Crianças
Meninos : 6 a 9 anos : 0,1 a 3,2 pg/mL
Meninas : 6 a 9 anos : 0,1 a 2,7 pg/mL
TIROGLOBULINA
Código: TIREO
Material: soro
Sinônimo: TG, HTG
Volume: 1,0 mL
Volume Lab: 1,0 mL
Método: Quimioluminescencia
Rotina: Diária
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Se o exame nao for realizado no mesmo dia refrigerar a amostra. Informar se o paciente faz uso de algum tipo de medicamento e se h?um tipo de patologia tireoidiana.
Interpretaçao: Uso: avaliaçao e acompanhamento de carcinomas; monitoramento do tratamento de pacientes tireoidectomizados. A tireoglobulina ?uma glicoproteína produzida pelas células acinares tireoidianas, sendo o principal componente do colóide dos folículos tireoidianos. Valores aumentados: tumor papilífero, tumor folicular, tireoidites autoimunes, doença de Graves. Após tireoidectomia total, valores menores que 6 ng/mL sao indicativos de ausencia de tecido remanescente. ?importante fazer a determinaçao dos anticorpos anti tireoglobulina juntamente com a dosagem da Tireoglobulina . Caso sejam positivos , falseiam o resultado da Tireoglobulina sérica e este exame est?contra indicado.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Normais : 2,0 a 60,0 ng/mL
Tiroidectomizados e em terapeutica com hormônios
tiroideanos : < 2,0 ng/mL
URÉIA
Código: UREIA
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Enzimático/automatizado
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum nao necessário.
Interpretaçao: Uso: avaliaçao da funçao renal. A uréia ?uma das principais substâncias nitrogenadas do organismo, sendo sintetizada no fígado a partir de CO2 e amônia, provenientes da deaminaçao de aminoácidos. O composto ?o principal produto de excreçao do metabolismo protéico. Após sua síntese, ?liberada na corrente sanguínea, seguindo at?os rins, onde ?filtrada ao plasma pelos glomérulos. A maioria da uréia filtrada ?excretada na urina, porém at?40% pode ser reabsorvida por difusao passiva durante a passagem pelos túbulos renais. A quantidade reabsorvida depende do fluxo urinário e do estado de hidrataçao do indivíduo. Pequenas quantidades de uréia sao excretadas pelo trato gastrointestinal e pele. Os níveis plasmáticos de uréia sao mantidos por um equilíbrio entre perfusao e funçao renal, conteúdo protéico da dieta e catabolismo protéico. A uréia, embora menos específica para funçao renal do que a creatinina, ?mais sensível a alteraçoes iniciais da funçao renal, sendo importante marcador nestas condiçoes. Valores aumentados: insuficiencia renal aguda ou crônica, insuficiencia cardíaca congestiva, desidrataçao severa, choque, catabolismo protéico aumentado (hemorragia no trato gastrointestinal, infarto agudo do miocárdio, stress, neoplasmas, ingestao excessiva de proteínas), perda muscular, uso de medicamentos (tetraciclinas com uso de diuréticos, por exemplo). Valores diminuídos: gravidez (segundo trimestre), diminuiçao do consumo de proteínas, uso de reposiçao de fluidos intravenosa, insuficiencia hepática severa, infância, SIADH, acromegalia, desnutriçao, certos medicamentos (hormônios anabolizantes, cloranfenicol, estreptomicina).
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: 10,0 a 40,0 mg/dL
URÉIA URINÁRIA - 24h
Código: UREIU
Material: urina 24 horas
Sinônimo:
Volume: 20,0 mL
Volume Lab: 20,0 mL
Método: Enzimático
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar urina de 24 horas. Encaminhar uma alíquota de 20,0 mL junto com a informaçao do volume total urinário
Interpretaçao: Ver Uréia Urinária.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: 7,0 a 20,0 g/24 h
UROBILINOGENIO - Pesquisa
Código: URO
Material: urina jato medio
Sinônimo:
Volume: 30.0 mL
Volume Lab: 30.0 mL
Método: Análise qualitativa
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: A amostra deve ser recente, protegida de luz e calor.
Interpretaçao: Uso: avaliaçao de síndromes ictéricas. Após a conjugaçao nas células hepáticas, o diglicuronídeo de bilirrubina atinge o duodeno, formando complexos com o colesterol, sais biliares e fosfolipídios. A bilirrubina conjugada nao ?absorvida pelo intestino delgado. A bilirrubina livre ?reduzida em urobilinogenio, mesobilirrubinogenio e estercobilinogenio. O excesso persistente de urobilinogenio na urina (com bilirrubina negativa) ?encontrado na icterícia das anemias hemolíticas. Valores aumentados: anemias hemolíticas, hepatites, cirroses, doenças hepáticas parenquimatosas. Valores diminuídos: icterícia obstrutiva extra-hepática, doenças hepáticas com colestase severa.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Negativo
UROPORFIRINA - Pesquisa
Código: UROPO
Material: urina
Sinônimo:
Volume: 30.0 mL
Volume Lab: 30.0 mL
Método: Químico analítico
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Enviar uma alíquota de 30.0 mL de urina, proteger da luz, refrigerar e enviar.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico das porfirias. Valores aumentados: porfiria intermitente aguda, porfiria eritropoiética congenita, coproporfiria hereditária, porfiria cutânea tarda (PCT).
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Negativo
VARICELA ZOSTER - Anticorpos IgG e IgM
Código: VARIC
Material: soro
Sinônimo: Herpes zoster, catapora
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Imunofluorescencia
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Caso o exame nao for realizado no momento, congelar a amostra. Lipemia interfere. Jejum obrigatório.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico de varicela zoster. A varicela zoster (mais conhecida como catapora) e o herpes zoster sao duas manifestaçoes clínicas conhecidas, que podem ser produzidas por um agente etiológico comum, o vírus varicela-zoster. O herpes zoster ?essencialmente uma doença de adultos (na maioria dos casos presente em pacientes com mais de 50 anos). A varicela geralmente acontece em crianças, sendo caracterizada por febre e exantema generalizado. Embora a maioria dos casos de varicela ou zoster seja clinicamente inequívoca, a sorologia pode ser útil no diagnóstico diferencial de outros exantemas, ou ainda quando a infecçao apresentar complicaçoes incomuns, como a hepatite. A presença de anticorpos da classe IgM ou aumento significativo de títulos de anticorpos IgG entre duas amostras coletadas em intervalos de 2 semanas sugere infecçao recente.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Nao reagente
VARICELA ZOSTER - Anticorpos IgG e IgM, liquor
Código: VARIC_LIQ
Material: L.C.R. - Líquor
Sinônimo: Herpes zoster, catapora
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Imunofluorescencia
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Médico assistente
Interpretaçao: Uso: diagnóstico de varicela zoster. A varicela zoster (mais conhecida como catapora) e o herpes zoster sao duas manifestaçoes clínicas conhecidas, que podem ser produzidas por um agente etiológico comum, o vírus varicela-zoster. O herpes zoster ?essencialmente uma doença de adultos (na maioria dos casos presente em pacientes com mais de 50 anos). A varicela geralmente acontece em crianças, sendo caracterizada por febre e exantema generalizado. Embora a maioria dos casos de varicela ou zoster seja clinicamente inequívoca, a sorologia pode ser útil no diagnóstico diferencial de outros exantemas, ou ainda quando a infecçao apresentar complicaçoes incomuns, como a hepatite. A presença de anticorpos da classe IgM ou aumento significativo de títulos de anticorpos IgG entre duas amostras coletadas em intervalos de 2 semanas sugere infecçao recente.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia:
VARICELA ZOSTER - Detecçao por PCR
Código: VZPCR
Material: sangue total com EDTA
Sinônimo: VZV
Volume: 5,0 mL
Volume Lab: 5,0 mL
Método: PCR (Reaçao em Cadeia pela Polimerase)
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar sangue total com EDTA. Pode ser realizado em LCR (3,0 mL)
Interpretaçao: Uso: diagnóstico de varicela e herpes zoster. Interpretaçao: A disseminaçao das partículas infecciosas do VVZ, se faz através de aerossóis liberados a partir de secreçoes da nasofaringe ou das lesoes cutâneas ou ainda, pelo contato direto com as lesoes, tanto de pacientes com varicela como com herpes zoster. O período de contagio estende-se desde um a dois dias antes do aparecimento das vesículas at?a presença unicamente de crostas. . Varicela: A varicela, resultante de infecçao primária, inicia-se pela introduçao do vírus proveniente de secreçoes respiratórias ou de fluídos das vesículas, na mucosa do trato respiratório. Ocorre mais frequentemente na infância e os sintomas em crianças sadias sao usualmente benignos, como febre, mal estar e exantema . Herpes zoster: o herpes-zoster, decorrente da reativaçao do vírus varicela-zoster que permaneceu latente nos gânglios dorsais, usualmente se manifesta como um exantema vesicular que acomete a área dermatológica enervada pelo gânglio sensitivo infectado. Ocorre geralmente em adultos e em pacientes imunocomprometidos, tais como portadores de doença crônica, de neoplasias, transplantados e pacientes com AIDS. Nestes últimos as lesoes pode se manifestar como lesoes mais extensas com acometimento de número maior de dermátomos e viremia, resultando em disseminaçao do vírus para diversos órgaos internos e duraçao maior da doença. Com evoluçao grave e at?mesmo fatal. Testes para a identificaçao do VVZ através da PCR sao atualmente os mais sensíveis e específicos. A presença de material genético do vírus na amostra faz o diagnóstico da virose. ?importante associar o resultado do PCR com testes sorológicos. Ver Varicela Zoster - Anticorpos IgG e IgM.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Indetectável
Positivo : Presença de Varicela zoster (VCZ-DNA)
VASOPRESSINA - ADH
Código: VAS
Material: plasma com EDTA
Sinônimo: Hormonio anti-diurético, ADH
Volume: 4.0 mL
Volume Lab: 4.0 mL
Método: Radioimunoensaio
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Congelar
Coleta: Coletar em tubo com EDTA, separar o plasma e congelar rapidamente.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico diferencial de diabetes insipidus. A vasopressina, também conhecida como hormônio antidiurético (ADH), possui duas funçoes fisiológicas importantes. Ela possui efeitos vasopressores (mediados pela contraçao dos músculos lisos arteriais) e antidiuréticos (mediados pela promoçao da reabsorçao renal de água pelos ductos coletores corticais). Valores aumentados: porfiria intermitente aguda, síndrome de Guillain Barr? tumor cerebral (primário ou metastático), pneumonia, tuberculose pulmonar, meningite tuberculosa, diabetes insipidus nefrogenica. Valores diminuídos: polidipsia psicogenica, síndrome nefrótica, diabetes insipidus central. Interferentes: fenotiazinas +, alopurinol +, barbituratos +, carbolitium -, fenitoína -.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Hormonio antidiuretico - ADH
At?6,7 pg/mL

Osmolaridade
Neonatal : > 266,0 mOsm/Kg
1 mes a 60 anos : 275,0 a 295,0 mOsm/Kg
> 60 anos : 280,0 a 301,0 mOsm/Kg
VDRL - Lues
Código: VDRL
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 1,0 mL
Volume Lab: 1,0 mL
Método: Reaçao de floculaçao com antígeno nao treponemico.
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum de 4 horas. Se o exame nao for realizado no mesmo dia refrigerar a amostra. Lipemia pode atuar como interferente.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico e acompanhamento da terapeutica em pacientes com sífilis. Sao obtidos títulos elevados (>1/32) nas fases primárias ou secundárias da doença, tendendo a se normalizar após o tratamento. Títulos baixos (1/1, 1/4) podem permanecer após o tratamento, caracterizando uma cicatriz sorológica. No líquor, um resultado VDRL reagente quase sempre indica uma infecçao sifilítica passada ou presente no sistema nervoso central. Resultados falso-positivos (com títulos variando de 1/1 at?1/8) podem ser observados em outras patologias (ex: doenças autoimunes).
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Nao reagente
VIRUS SINCICIAL RESPIRATÓRIO - Anticorpos IgG
Código: SINCI
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 1,0 mL
Volume Lab: 1,0 mL
Método: Imunofluorescencia Indireta
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar em tubo sem anticoagulante, separar o soro, refrigerar e enviar.
Interpretaçao: Uso: Diagnóstico da infecçao respiratória pelo virus Sincicial Respiratório. Agente etiológico de infecçoes respiratórias em crianças menores que 2 anos.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Negativo
VITAMINA A
Código: VITAA
Material: soro
Sinônimo: Retinol
Volume: 2.0 mL
Volume Lab: 2.0 mL
Método: Cromatografia Liquida de Alta Performance - HPLC
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum obrigatório. O material deve ser protegido da luz com papel alumínio. Nao ingerir álcool nas 24 h que antecedem a coleta. Congelar a amostra se nao for realizado no mesmo dia.
Interpretaçao: Uso: avaliaçao de deficiencia de vitamina A. A vitamina A apresenta-se em 3 formas biológicas, tendo cada uma diferente atividade biológica. O precursor maior das formas ?o beta caroteno, pigmento amarelo encontrado em cenouras e outros vegetais, os chamados carotenóides. O nível de vitamina A (retinol) no soro ?um reflexo da quantidade de vitamina A e carotenos ingeridos e absorvidos. Em crianças, a carencia de vitamina A leva a distúrbios de crescimento, alteraçoes esqueléticas, alteraçao da mucosa intestinal, xeroftalmia e maior propensao para infecçoes respiratórias. Em adultos, a deficiencia de visao noturna ?o sintoma mais comum. Excessos de vitamina A podem ser tóxicos. Valores diminuídos: hipotireoidismo, doenças pancreáticas, tuberculose disseminada, síndrome carcinóide, m?nutriçao. Interferentes: álcool +, anticoncepcionais +, alopurinol -, óleo mineral -, neomicina -.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: 1,2 a 4,2 umol/L
Vitamina A (All-trans-retinol)
VITAMINA B1
Código: VITAB
Material: soro
Sinônimo: Tiamina
Volume: 2.0mL
Volume Lab: 2.0mL
Método: Cromatografia Liquida de Alta Performance - HPLC
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum obrigatório. Nao ingerir álcool 24 horas antes da coleta do material. Enviar soro refrigerado.
Interpretaçao: Uso: avaliaçao de deficiencia de vitamina B1. Valores aumentados: leucemias, doença de Hodgkin, policitemia vera. Valores diminuídos: neoplasias, alcoolismo, dieta deficiente, diabetes, doenças crônicas, diarréia prolongada.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: 16,0 a 48,0 ng/mL
Vitamina B1 (Tiamina)
VITAMINA B12
Código: B12
Material: soro
Sinônimo: Cobalamina
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Quimioluminescencia
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum nao obrigatório. Nao ingerir álcool 24h antes do exame. Paciente nao deve fazer uso de antagonistas do ácido fólico, methotrexane, aminoglicosídeos. Enviar amostra protegida da luz.
Interpretaçao: Uso: avaliaçao da deficiencia de vitamina B12. A vitamina B12 (cobalamina) tem um peso molecular de 1355 daltons. ?a única vitamina sintetizada exclusivamente por microorganismos, sendo estocada primariamente no fígado sob a forma de adenosilcobalamina. ?importante na hematopoiese e funçao neuronal. Valores aumentados: insuficiencia renal crônica, diabetes, insuficiencia cardíaca grave, leucemias, alguns carcinomas, doenças no fígado. Valores diminuídos: deficiencia de vitamina B12, síndromes de m?absorçao, dieta vegetariana, desordens congenitas, deficiencia de ferro, deficiencia de folato (ácido fólico).
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: 180,0 a 900,0 pg/mL
VITAMINA C
Código: VITAC
Material: soro
Sinônimo: Ácido ascórbico
Volume: 3.0 mL
Volume Lab: 3.0 mL
Método: Cromatografia líquida
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar em tubo sem anticoagulante, separar o soro, refrigerar e enviar.
Interpretaçao: Uso: avaliaçao de deficiencia de vitamina C. O ácido ascórbico (vitamina C) ?um cofator enzimático necessário para a formaçao de colágeno e outras proteínas do tecido conjuntivo. Também facilita a absorçao de ferro dietético, estando envolvido em várias outras vias do metabolismo. Valores aumentados: nefrolitíase (oxalato de cálcio), uricosúria, aumento da absorçao de ferro. Valores diminuídos: escorbuto, anemia hipocrômica, deficiencia de folato, anemias, gravidez, alcoolismo, hipertireoidismo, doença reumática, câncer. Interferentes: aspirina +, corticotropina +, estrógenos -, anticoncepcionais -.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: 30,0 a 150,0 nmoles/L
VITAMINA E
Código: VITAE
Material: soro
Sinônimo: tocoferol
Volume: 2.0 mL
Volume Lab: 2.0 mL
Método: Cromatografia Liquida de Alta Performance - HPLC
Rotina: Diária
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum obrigatório. Nao ingerir álcool 24 horas antes da coleta do material.
Interpretaçao: Uso: avaliaçao de deficiencia de vitamina E. A vitamina E (alfa tocoferol) ?uma vitamina lipossolúvel que atua como antioxidante, prevenindo danos a membrana celular por radicais livres. O teste ?usado também para pacientes com colestase crônica, em nutriçao parenteral prolongada, com doença maligna (em especial aqueles com by pass intestinal cirúrgico) e naqueles com síndromes de m?absorçao (fibrose cística, pancreatite crônica, carcinoma pancreático). Alguns estudos referem que a vitamina E pode reduzir o risco de doença coronariana. Quando os níveis de vitamina E estao diminuídos ?importante fazer uma avaliaçao dos lipídios. Valores diminuídos: hiper agregaçao plaquetária, hemólise. Interferentes: anticonvulsivantes (carbamazepina, fenobarbital, fenitoína) -.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: 15,0 a 40,0 umoles/L
WAALER ROSE
Código: ROSE
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Hemaglutinaçao
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum obrigatório. Coletar soro.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico de artrite reumatóide. A reaçao de Waaler Rose (Sheep cell agglutination test) utiliza eritrócitos de carneiro revestidos com imunoglobulina de coelho. O teste de aglutinaçao (látex ou nefelometria) ?mais sensível (70-85% de resultados positivos para a artrite reumatóide, enquanto que a reaçao de Waaler Rose detecta 60-70% de positividade para a mesma doença), porém menos específico que a reaçao de Waaler Rose (onde 90% dos resultados sao positivos verdadeiros).
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Nao Reagente : < 1/40
Reagente : maior ou igual 1/40
WASSERMAN - Reaçao
Código: WASS
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Fixaçao de complemento
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum obrigatório.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico de sífilis. A reaçao de Wasserman ?uma técnica de fixaçao de complemento, substituída pelo teste cardiolipínico V.D.R.L. (Veneral Diseases Research Laboratory) e suas variantes RPR (Rapid Plasma Reagin) e Carbotest. As reaçoes de Wasserman, Kolmer e Maltaner sao técnicas que estao sendo abandonadas. ?um teste nao treponemico, utilizado para estabelecer o diagnóstico de sífilis, com alta sensibilidade, porém de baixa especificidade.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Negativo
WIDAL - Reaçao
Código: WIDAL
Material: soro
Sinônimo: Sorologia da febre tifóide e paratirefóide
Volume: 1.0 mL
Volume Lab: 1.0 mL
Método: Soroaglutinaçao
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Jejum de 4 horas. Caso nao for possível realizaçao do exame no momento, refrigerar a amostra.
Interpretaçao: Uso: auxílio no diagnóstico da febre tifóide. Para a reaçao de Widal, o sangue deve ser coletado 7 a 14 dias após o início da infecçao. Na primeira semana, em geral, ?evidenciada a presença de reaçoes positivas com antígeno "O" (com títulos iguais ou superiores a 1/80), confirmando a presença de infecçao ativa. As reaçoes com o antígeno "H" aparecem mais tardiamente, com títulos superiores ao antígeno "O". Para a pesquisa de Salmonella paratyphi A e B, títulos maiores que 1/80 sao sugestivos da doença. ?importante realizar a avaliaçao através de outros métodos: hemocultura ou coprocultura.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Nao Reagente
Valores significativos: Títulos > 1/80
WUCHERERIA BANCROFTI - Pesquisa
Código: FILA
Material: sangue total com EDTA
Sinônimo: Pesquisa de filárias no sangue
Volume: 5.0 mL
Volume Lab: 5.0 mL
Método: Giemsa, Gota espessa, Knott
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Ambiente
Coleta: A coleta deve ser realizada preferencialmente entre as 00:00 e as 03:00h da manha ou das 06:00 as 08:00h. Colher material c/ EDTA e confeccionar 03 esfregaços em lâminas com material logo após a coleta.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico da filariose. A filariose ?uma doença comum nas áreas urbanas no sul da Ásia, transmitida pelo mosquito Culex. A microfilária mede 245-295 um, com forma facilmente visualizada em microscopia comum, (corada pelo Giemsa), especialmente se a coleta for realizada a noite (entre 0:00 e 3:00 horas). Pode ser corada pela acridina orange (examinada por microscopia de fluorescencia), apresentando uma morfologia característica, com núcleo na cauda.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Negativa
X FRAGIL - pesquisa por PCR
Código: XFRAGIL
Material: sangue total com EDTA
Sinônimo:
Volume: 5.0 mL
Volume Lab: 5.0 mL
Método: Reaçao em Cadeia p/ Polimerase - PCR Análise dos sítios frágeis FRAXA (gene FMR-1) e FRAXE (gene FMR
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Ambiente
Coleta: Coletar 5,0 mL de sangue total com EDTA A punçao venosa ?feita de maneira asséptica para a coleta do sangue.
Interpretaçao: Uso: exame auxiliar no diagnóstico da síndrome do X-Frágil; avaliaçao ou reavaliaçao nos casos de atraso de desenvolvimento e retardo mental. Ver Cariótipo com Banda G. A expressao "X-Frágil" deve-se a uma anomalia causada por um gene defeituoso localizado no cromossomo X (Xq27.3). Essa falha ou "fragilidade do X" causa um conjunto de sinais e sintomas clínicos (uma síndrome), originando o nome de síndrome do X-Frágil. A síndrome do X-Frágil ?a causa mais freqüente de comprometimento mental com caráter hereditário, afetando o comportamento e o desenvolvimento intelectual de homens e mulheres. Como causa geral de retardo mental, ?a segunda causa mais freqüente, sendo superada somente pela síndrome de Down. Estima-se em geral que 1 em cada 2000 pessoas sao afetadas pela síndrome do X-Frágil. Devido a sua alta freqüencia entre a populaçao, profissionais especializados recomendam a pesquisa do X-Frágil para avaliar ou reavaliar casos de atraso de desenvolvimento e retardo mental de origem desconhecida. Valores de referencia: 46,XY (homem) e 46,XX (mulher) com pesquisa de X-Frágil negativa.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: Ausente
Resultado Ausente indica que o paciente nao apre -
senta Síndrome do X-Frágil nem Retardo Mental Li -
gado ao X.

Obs. Este ?um teste de triagem para Síndrome do
X-Frágil e para o Retardo Mental Ligado ao X, sen-
do informativo apenas para individuos so sexo mas-
culino. A presença de pr?mutaçoes ou a identifica
çao de mulheres portadoras de mutaçao em apenas um
cromossomo X nao ?possível por este método.
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ZINCO SÉRICO
Código: ZN
Material: soro
Sinônimo:
Volume: 2.0 mL
Volume Lab: 2.0 mL
Método: Enzimático Colorimétrico
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao ou congelar
Coleta: Jejum nao obrigatório. Manter a amostra refrigerada caso o exame nao for realizado no mesmo dia.
Interpretaçao: Uso: diagnóstico da deficiencia de zinco. As conseqüencias clínicas de deficiencia de zinco dietética variam com o grau da deficiencia, estando muitas vezes associadas a substituiçao de proteínas animais por cereais. A deficiencia de zinco pode ser causada por malabsorçao (colite ulcerativa, doença de Crohn, spru), cirrose hepática, hepatites, nefropatias e perda exudativa (queimaduras severas). Alguns medicamentos também podem interferir no metabolismo de zinco (corticosteróides, quelantes, penicilina). Valores diminuídos: dermatite, alopecia, perda de peso, diarréia, infecçao periódica, desordens neuropsiquiátricas, oligospermia, aumento dos níveis de amônia, retardamento de crescimento na infância, hipogonadismo, falta de apetite, letargia.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: De 70,00 a 120,00 ug/dL
I.B.M.P: 150,00 ug/dL
ZINCO URINÁRIO
Código: ZINCO
Material: urina do final da jornada de trabalho
Sinônimo:
Volume: 50.0 mL
Volume Lab: 50.0 mL
Método: Enzimático Colorimétrico
Rotina:
Resultado:
Temperatura: Sob refrigeraçao
Coleta: Coletar 50 mL de urina, jato médio, no final de jornada de trabalho em frasco descartável. Obrigatoriamente DESMINERALIZADO.
Interpretaçao: Ver Zinco Sérico.
Uso: diagnóstico de infecçoes fúngicas. A pesquisa ?realizada através de microscopia direta (após tratamento do material e/ou coloraçao).
Referencia: at?900 ug/g creatinina
IBMP: N.R.
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